1001 Gatos de Volta!

por ibrahimcesar em 28 junho, 2009

Olá a todos que eventualmente acabam passando por aqui. Quero oficializar a volta do 1001 Gatos da terra dos mortos com esta nova postagem. O que aconteceu foi o seguinte: Tive alguns problemas com o servidor antigo e tive que migrar tudo para cá. O processo teria sido muito mais rápido e menos traumático caso eu tivesse mais tempo disponível. Com a faculdade, o estágio e mais meus projetos pessoais não pude lidar com a logística da mudança.

Hoje, 28 de Junho, após gastar toda a minha manhã de domingo engrentando erros de importação do banco de dados, arquivos e arquivos finalmente consegui colocar o 1001 de volta! Claro, falta um milhão de pequenos ajustes mas o que importa é que já está no ar. Espero que para o bem :)

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Olá, mundo!

por admin em 28 junho, 2009

Bem-vindo ao WordPress. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e aí comece a brincadeira!

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Dia da Terra - Grandes Mudanças Começam por Você!

por admin em 22 abril, 2009

Atlas, it's time for your bath
Creative Commons License crédito: woodleywonderworks

Adam Werbach já militou pelo Greenpeace e pelo movimento verde. Mas hoje, ele trabalha com grandes empresas como o Wal-Mart. Traidor do movimento punk? Judas? Não. Ele é apenas um pensador diferenciado e trabalha para salvar o mundo. Em artigo publicado no Guardian, ele prega que devemos superar o movimento verde em direção ao movimento azul.

Movimento Azul?

Citando e traduzindo:

O “movimento azul” é uma plataforma para sustentabilidade que vai além do lindo verde do ambientalismo. O verde coloca o planeta no centro da discussão. O azul coloca as pessoas no centro. Para muitas pessoas, o verde significa escolher o ambiente, a natureza e a atmosfera sobre tudo mais. O azul significa que você não têm que escolher. Reconhece que as pessoas acreditam que a mudança climática está acontecendo, mas sabe que nós também queremos no sentir bem com a forma que ficamos no espelho e a forma com que nossas crianças nos olham na mesa de jantar. O azul entende que as pessoas querem diversão, não culpa, e um pouco de dinheiro em seus bolsos, então, não temos que negociar em mais uma coisa em nossas vidas.

Resumindo, o movimento azul não se foca em desenvolver e aplicar medidas para recuperar florestas, salvar animais e tudo mais (o que não significa que isso é deixado de lado), mas se foca na consciência das pessoas e a forma com que interagem com o mesmo. Segundo Adam espera-se do movimento:

  1. Melhorar mensuravelmente a vida das pesssoas que aderirem
  2. Engajar tantas pessoas quanto possível nesse esforço
  3. Aumentar a efetividade de seu ativismo

Ele acredita que a melhor forma de aumentar a consciência e o impacto das ações indivíduais é engajar as pessoas como consumidores, como pessoas que compram, pois isso levará a mudanças de larga escala. Ora, reclamamos das companhias destruidoras do ambiente, mas quem sustenta as mesmas, dando o aval passivo para que continuem? Se a demanda fosse diferente, eles mudariam seus métodos. Para eles, o objetivo, o lucro, seria o mesmo. A diferença estaria no consumidor.

Planet Earth (III)
Creative Commons License crédito: Aaron Escobar™

O famoso ladrão Willie Sutton, foi perguntado uma vez por que ele roubava bancos. Sua resposta: “Porque é onde o dinheiro está”. Por isso, ele trabalha com corporações como o Wal-Mart, por que é onde as pessoas estão. E ele sugere 3 P’s que podem ser usados para reinventar nossos hábitos de compra: preço, propósito e processo.

Preço: Nós precisamos democratizar a sustentabilidade e fazê-la disponível a todos. Você não teria de ser rico para contribuir para uma sociedade sustentável. Embora grande parte do custo em nosso país seja responsabilidade dos produtores e impostos, devemos nos focar em comprar produtos locais. Produtos locais costumam custar mais barato pois não tiveram gasto em transportes (que poluem o ambiente) e ainda geram empregos em sua comunidade.

Propósito: Qual o propósito do que você está comprando? Você precisa disso? Isso combina com as práticas saudáveis de sua vida? Pode parecer prosaico, mas a maioria dos consumidores compra coisas que não precisa apenas por impulso.

Processo: Qual foi o processo para fazer o produto? Foi gasto muita energia? Usa petróleo ou pesticidas? Os trabalhadores receberam um salário justo? Como você pode lidar com os resíduos? Essa exige um pouco mais de consciência do consumidor e pede que ele saia da simples passividade de tirar o produto mais colorido da prateleira. Ou quando você comprar aquele eletrônico pirata em uma feira, sorrindo por ter pagado bem menos que seu primo idiota, mas nem sabe que aquele aparelho custa barato mesmo vindo de navio do outro lado do mundo por que eles empregam mão de obra barata, não alfabetizada, sem especialização e muitas vezes, infantil.

Na próxima vez que for comprar algo, pense se você é consciente de todos os P’s envolvidos. Que tal começar a mudança por você mesmo?

As trocas econômicas em sociedades capitalistas como a que temos, são os grandes termômetros e criadores de demanda. Se as pessoas pararem de comprar determinado produto por ser ruim ao planeta, as empresas arranjaram outra forma de ganhar dinheiro. É lógica simples. Enquanto houver consumidores para casacos de pele, animais serão mortos. É no ato da compra que vaticinamos ou não determinadas posições em relação ao meio ambiente ou a qualquer outra questão, incluindo trabalho escravo, etc. E tudo isso, é claro, depende de pequenas ações de indivíduos. É fácil usar o esquema da “Falácia do Nirvana”, e dizer “eu não vou deixar de usar CFC, por que não arrumar o buraco na camada de ozônio”. Talvez uma só ação não faça muito, mas o importante é saber que um dia você fez parte da mudança.

Dollars !
Creative Commons License crédito: pfala

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Fui Hackeado!

por admin em 21 abril, 2009

ms_pwned
Creative Commons License crédito: OndraSoukup

Parece uma eternidade desde a última vez que me sentei para digitar algo inédito e espontâneo no editor do Wordpress. E é justamente a modalidade de artigo que mais me dá prazer e sempre foi a essência da minha blogagem. Esta não será mais uma postagem do tipo: “Eu não estou com tempo para postar”, pois tudo se trata de prioridades. No momento estou com dois estágios, um remunerado e outro não, participando de algumas coisas e tentando, e é bom ser realmente enfático no tentando, revisar, reescrever e lançar meu segundo livro o mais breve possível. Pois bem, nessa vida com novas prioridades, os blogs que mantinha foram deliberadamente deixados de lado.

Meu blog pessoal foi provavelmente o que mais sofreu. Lá, publico traduções e textos mais elaborados e grandes. Com uma abordagem mais séria e de utilidade do que eu normalmente publico aqui no 1001 Gatos. O descaso foi tamanho que nem liguei de atualizar o Wordpress do mesmo. E isso, meus amigos, foi um erro.

Owned!

Foi por causa disso que um belo dia, ele foi hackeado. O hacker entrou no Wordpress explorando uma falha de segurança, alterou minha senha e modificou a página inicial, exibindo a imagem abaixo (clique para resolução maior):

captura de tela após o ataque

Como fiquei meio atrapalhado pedi ajuda através do Twitter, a mesma ferramenta que digo ser completamente inútil. Em menos de cinco minutos encontro duas pessoas que me ajudaram a superar os problemas e ter o controle do meu blog novamente: Chesini e Anderssauro.

Só penso porque um sujeito gasta seu tempo livre fazendo isso com blogs de pouca ou nenhuma expressividade.

Para mudar, você tem de perder tudo

A “lição” do Clube da Luta parece ser verdadeira. Nós precisamos passar por algum tipo de desastre ou evento “perde tudo” para nos mexermos e realmente fazermos o que importa. Eu só me tornei um sujeito que salva tudo regularmente e possui backups depois de um incidente em que perdi TODOS meus arquivos.

Mas ser atacado teve um outro efeito, esse benéfico: Mostrou o quanto eu importo com o blog e o quanto isso é importante para mim. Me mostrou que deixando isso de lado, eu estou perdendo algo extremamente válido e importante para mim. É por isso que vou colocar o blog novamente entre minhas prioridades. Só não vou mais conseguir manter dois blogs correndo ao mesmo tempo, motivo pelo qual o conteúdo do meu blog pessoal vai migrar lentamente para cá.

E se tem outra coisa que eu aprendi foi: atualize seu Wordpress. SEMPRE!

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O Zen do Linux

por em 19 abril, 2009

Ninguém mais notou?

O Tux é o Buda dos computadores. Mais uma divindade para os caoístas.

Observação: esta é a postagem de número 1001 deste blog. Isso tem um Significado Oculto. Tentem descobrir. :)

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Os Perigos do “Hitismo”, Cauda Longa de Chris Anderson

por admin em 14 abril, 2009

Esta postagem é a publicação de um trecho do livro “A Cauda Longa, do mercado de massa para o mercado de nicho” de autoria de Chris Anderson. É um livro seminal em se tratando da nova economia da internet e sua leitura é altamente recomendada. O trecho, que se inicia na página 164 da primeira impressão, é reproduzido abaixo com o objetivo de divulgação.

Demorará algum tempo para que desaprendamos as lições do século passado em distribuição da escassez. Mas estamos começando a fazê-lo, com a primeira geração que está crescendo on-line.

Em 2001, a primeira onda de “nativos digitais” atingiu a maioridade. Crianças que começaram a usar a Internet aos 12 anos, em 1995, completaram 18 anos (início da faixa dos 18 aos 34 anos, altamente cobiçada pelos anunciantes). Principalmente os machos da espécie estavam vendo menos televisão. Ao se depararem com a escolha entre variedade infinita e facilidade de fuga dos anúncios on-line, em comparação com as redes de TV, eles tendiam a optar pela primeira - os níveis de audiência de televisão nessa faixa começaram a cair pela primeira vez em meio século.

Embora ainda pequena, a mudança é real. O público está se deslocando do broadcast para a Internet, onde predomina a economia de nicho. Dispondo de mais escolhas, também estavam deslocando sua atenção para o que valorizavam mais - e aí não enquadravam fórmulas convencionais, com muitos comerciais. Na expressão de Haque, os consumidores estão começando a reassumir o controle de sua atenção, ou pelo menos a valorizá-la mais.

A lição para a indústria do entretenimento deve ser clara: dê às pessoas o que elas querem. Se for conteúdo de nicho, dê-lhes conteúdo de nicho. Da mesma maneira como estamos repensando o prêmio que pagamos aos hits e às estrelas, também estamos começando a perceber que a natureza dos bens e dos participantes, assim como dos respectivos incentivos, nesse novo mercado também são diferentes.

Faz parte da natureza humana ver as coisas em termos absolutos extremos, preto ou branco, isso ou aquilo - sucessos ou fracassos. Mas, evidentemente, o mundo é confuso, gradativo e estatístico. Nós nos esquecemos que a maioria dos produtos não bate recordes de vendas, exatamente porque a maioria do que vemos nas prateleiras de fato vendem em grandes números, pelo menos em comparação com aqueles que, para começar, não entraram nas lojas. No entanto, a grande maioria de quase tudo, de músicas a roupas, é, na melhor das hipóteses, apenas um pouco populares. Embora boa parte não passe no teste do sucesso, de alguma maneira continua a existir. Por quê? Porque a economia dos arrasa-quarteirões não é o único modelo eficaz. Os grandes sucessos são a exceção, não a regra. Entretanto, vemos indústrias inteiras respirando esse ar rarefeito.

Por exemplo, a economia de Hollywood não é igual à economia do vídeo em rede, e as expectativas financeiras de Madonna não são as mesmas das de Clap Your Hands Say Yeah’s. Mas quando o Congresso dos Estados Unidos amplia o prazo de vigência dos direitos autorais por mais uma década, por insistência do lobby da Disney, os congressistas estão considerando apenas o topo da curva. O que é bom para a Disney não é necessariamente bom para a América. O mesmo se aplica à legislação restritiva de tecnologias que permitem a cópia ou transmissão por vídeo de arquivos digitais. O problema é que a Cauda Longa não tem lobistas, razão por que, com muita frequência, só se ouve a Cabeça Curta.

Eis algumas armadilhas mentais em que caímos por causa da mentalidade da escassez:

  • Todos querem ser estrelas
  • Todos estão em busca de dinheiro
  • Se não for sucesso, é fracasso
  • O único sucesso é o sucesso de massa
  • “Direto para o vídeo” = ruim
  • “Auto publicação” = ruim
  • “Independente” = “Não conseguiram fazer negócio”
  • Amador = amadorismo
  • Baixas vendas = Baixa qualidade
  • Se fosse bom, seria popular

E, finalmente, ainda predomina a ideia de que “muita escolha” é massacrante, crença tão comum e tão desprovida de fundamentos que merece seu próprio capítulo.

Esta postagem é a publicação de um trecho do livro “A Cauda Longa, do mercado de massa para o mercado de nicho” de autoria de Chris Anderson. É um livro seminal em se tratando da nova economia da internet e sua leitura é altamente recomendada. O trecho, que se inicia na página 164 da primeira impressão, é reproduzido abaixo com o objetivo de divulgação.

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Meu Moleskine

por admin em 13 abril, 2009

Seja para colocar ideias para fora de sua cabeça, lembretes ou mesmo organizar melhor seus estados internos não foi inventado nada melhor do que o papel. Você não precisa se lembrar de recarregar a bateria, não precisa apertar um botão para ligar e ainda é incomparavelmente menos atrativa de ser roubado do que um notebook. Gosto de ter sempre à mão algo para anotar. Me sinto seguro carregando meu Moleskine para todo lugar, ele funciona para mim como o cobertor funciona para o Linus.

Comecei de forma modesta, bem pequeno. Eram cadernos pautados, simples de $ 1, às vezes menos que isso. A maioria se perdeu. Comprava um caderno a cada 15 dias. Como nunca tive video-game, junto com me balançar num limoeiro que tinha em casa era a minha fonte de diversão na infância. Lembro que em um deles eu delirava sobre a possibilidade de criar dinossauros unindo os genes de jacarés com aves.

O tempo foi passando e mudaram-se minhas preocupações. Continuava mantendo meus cadernos, mas já eram parte de minha rotina. Não havia mais a “mágica” que sentia toda vez que meu pai chegava com um daqueles caderninhos pedindo para serem preenchidos. Acabei participando do programa “Cliperama”, que passava na MTV apresentado pelo VJ Rafa. A participação foi por telefone e o objetivo era vencer outro sujeito em uma disputa para saber quem conhecia mais sobre a banda que era fã, no caso Weezer. Eu venci.

O melhor do “Kit MTV”, o prêmio do programa, foi uma agenda de capa verde claro. Era toda cheia de folhas sem pautas. Foi como descobrir todo um mundo de possibilidades. A diferença que a presença de pautas provocou em mim foi enorme. Foi uma explosão criativa. Nunca havia me dado conta de que as pautas me atrapalhavam tanto. Depois de tal experiência, não queria mais voltar a usar cadernos com pauta. Mas é simplesmente impossível encontrar algo do tipo nas papelarias de minha cidade (Rio Claro, SP).

O jeito foi buscar na internet. Foi uma das primeiras vezes que encontrei o Moleskine. Mas como era um bocado caro e apenas pelo Mercado Livre, resolvi não me arriscar. Estava cauteloso, até mesmo contrário a comprar por este site desde que depositei $ 70 na conta de um sujeito pelos DVD’s de Neon Genesis Evangelion e nunca os recebi. Mas achei algo parecido no Submarino, o caderno Wire-o sem pautas, capa dura e 80 páginas. Acabei comprando um com capa do Van Gogh e fiquei extremamente satisfeito.

Como estava no processo criativo do meu segundo livro, entitulado até agora de Contra Nós, esse caderno acabou muito rapidamente e logo precisei comprar um novo. Porém fui mais cauteloso e pesei o valor dele contra o do Moleskine, que com o envio, me custaria $ 75, 240 páginas. Enquanto no Moleskine eu pagaria $ 0,31 por página, no caderno do Submarino eu pagaria $ 0,50. Por questões econômicas resolvi optar por adquirir o Moleskine, mas é importante ressaltar que o “charme” e a marca do mesmo foram fatores importantes em minha decisão.

Assim como os garotos querem as melhores chuteiras, sujeitos que escrevem querem o Moleskine. Já foi usado pelo Van Gogh, Picasso, Ernest Hemingway entre outros. E há disponível diversas “encarnações” como nos apresentada por um de seus revendedores:

Hoje eu me culpo por não ter adquirido um Moleskine antes… Abaixo, três imagens aleatórias direto do meu Moleskine. São frases, pensamentos, referências, trechos de música. O “caldeirão memético” que passa pela minha mente. Clique nas miniaturas para carregar a imagem em alta resolução.

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Quem Quer Ser Um Milionário? - Slumdog Millionaire

por admin em 9 abril, 2009

SlumDog Millionaire
Creative Commons License crédito: s3rioussam

Inicialmente eu não queria assistir a “Quem Quer Ser Um Milionário?“. Eu tenho cada vez menos tempo para assistir filmes e escolho muito bem aqueles em que investirei meu tempo. Ver mais uma história de amor não estava nos meu planos, por mais babaca romântico que eu posso ser às vezes. Schopenhauer dizia que ordinariamente todas as histórias são histórias de amor. Talvez isso esteja certo para toda a indústria cultural, e é a espinha dorsal de “Quem Quer Ser Um Milionário?”.

Jamal Malik está a uma pergunta de ganhar 20 Milhões de rúpias. Como ele conseguiu?

  • A. Ele trapaceou.
  • B. Ele é um gênio.
  • C. Ele é sortudo.
  • D. Está escrito.

É desta forma que o filme começa, lançando nos então em uma cena de tortura. De forma bem ágil vamos situados no contexto da mesma. O jovem Jamal Malik está prestes a ganhar o maior prêmio em um programa televisivo da Índia, análogo ao nosso “Show do Milhão”. E a polícia o interroga por suspeitas de que ele esteja trapaceando pois não acreditam que ele, um “rapaz do chá” possa ter chegado tão longe quando médicos, professores e outros instruídos só chegaram perto.

Grande parte das respostas, vamos aprendendo, Jamal sabia porque estavam intimamente ligadas com sua vida. Ficou órfão cedo, sua mãe sendo vítima de um conflito religioso. Vagou pelas ruas de Mumbai, antiga Bombaim com seu irmão Salim. Há muitos desdobramentos interessantes na história e é claro, Latika, o interesse romântico de Jamal.

Eu estava errado. “Quem Quer Ser Um Milionário?” merece ser visto. É um filme com “alma”, ótima fotografia e uma história muito bem contada. Recomendo, assim como a ótima trilha sonora.

Slumdog Millionaire (2008)
Creative Commons License crédito: Lord_Henry

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O Tempo Não Pára

por em 28 março, 2009

Mas a moral…

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As diferenças entre homens e mulheres

por admin em 11 março, 2009

Passados alguns dias após o Dia das Mulheres é interessante notar o papel cada vez mais de destaque que elas ganham. A Filosofia sempre foi um pouco cruel com elas. Alguns a chamavam de diabo, outros que calada e vestida de negro toda mulher parece inteligente e um certo filósofo ainda acrescentou que mulheres pensam com o sofá. Mas elas estão demonstrando seu valor. Só não percam tempo buscando a igualdade entre os sexos, pois pessoalmente não quero colocara silicone, vamos celebrar as diferenças. A espécie humana é responsável por mais de 6 bilhões de seres na face deste planeta e com pequenas variações e exceções, pode-se dizer que eles se dividem entre homens e mulheres. Aqui uma pequena lista da diferença que existe entre homens e mulheres:

Prioridades

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Se fosse numerar as prioridades de um sexo e as de outro poderíamos criar um outro blog. Mesmo que eu postássemos todos os dias, durante cem anos talvez ainda assim não esgotássemos o assunto. Quer ver uma diferença que se estabelece inclusive em plano lingüístico, com as mulheres e homens dando nomes diferentes para duas coisas que fazem juntos, cada um demonstrando a sua respectiva prioridade: homens fazem sexo, mulheres fazem amor.

Complexidade

botoes.jpg

Vamos encarar isso: Mulheres são animais extremamente complexos. Homens e mulheres em complexidade são como uma ameba e uma Brassica oleracea. Mulheres menstruam. Eu queria menstruar. Se eu menstruasse, eu não teria mais que lidar com calendários idiotas. Eu poderia apenas contar do meu período anterior. Além disso, eu ficaria mais em sintonia com a Lua e as marés. E também teria uma desculpa para qualquer situação: TPM. É um argumento sem defesa, deixa qualquer homem embaraçado e rendido.

Tópicos de Interesse

carro.JPG

Por alguns anos meu “melhor amigo” era uma garota. Ela sempre me mostrava sua unha, o que tinha feito no cabelo. Mas eu só ia até a parte “Oh, ficou realmente bonito”. Mas ela sempre me perguntava coisas como “E se eu tentasse Aloe Vera dessa vez?”. Eu nem sei qual é a utilidade de condicionador e creme rinse. E qual q diferença entre os dois.

Aparência

espelho.jpg

Embora eu critique minha aparência eu não faço nada para melhorar. Visto a primeira que estiver lá, o que acrescenta um fator aleatório no meu estilo. Minha mãe compra todas as minhas roupas e não sinto falta de ter que comprá-las. Agora, se o mundo fosse exatamente como as mulheres pensam que é, 100% delas, cem por cento, seriam obesas. No vocabulário feminino, gorda varia de 500 gramas a 100 quilos.

Gostos

leitura.jpg

Aqui cairíamos em algo parecido com um assunto já abordado aqui antes: “A maioria dos neurocirurgiões é homem, a maioria dos professores é mulher”.

Massa Cerebral

massas.jpg

Fato científico. Fazendo uma analogia, retirada da Wikipédia em Inglês,se fosse comprado com uma rede de computadores, a massa cinzenta seriam os computadores em si e a massa branca seria os cabos da rede que os conecta. Ou seja, homens podem possuir muito conhecimento mas as mulheres é que sabem interligá-los.

Uso do tempo e dinheiro

missoes.jpg

Acredito que a imagem dispensa explicações.

Limites

Um fator cultural que eu, se necessário, entraria em guerra para dar este direito às mulheres. Boobs.

O que os une?

casal.jpg

Amor. Love. Liefde. Amour. Liebe. Amore. Simplesmente amor.

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