Conheçam Fred, seu novo amigo

Feche seus olhos. Metaforicamente é claro, já que você terá que continuar lendo essa coisa e ver algumas imagens. Uhm…Feche seu terceiro olho, então. Pronto? Pois bem, quero lhes apresentar um amigo meu. O nome dele pouco o importa. Chamem-NO Ishmael. Ou Fred.

Fred é meio introvertido. Ele quer ser artista. Sabe o estigma do “artista fracassado”? Sua figura só não está ao lado da definição no dicionário por que ele, artisticamente, era fracassado demais para lembrarem dele de qual forma fosse. Querem ver algumas obras dele?

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Cliquem nas figuras abaixo e apreciem mais um pouco da arte do Fred.

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Viu essas últimas? Ele simplesmente ama os animais. Ele levava seus cães para onde ele ia. Em muitos anúncios de parceiros, eu aprendi em um filme, as pessoas colocam como requisito que se goste de cães. Pois bem, Fred poderia estaria apto para namorar muitas mulheres. Ele gostava tanto de animais que

E se ela optasse por não fumante, bem Fred é um dos não-fumantes mais chatos que existem. Do tipo que reclama com quem fuma e pede que este se retire do local. Tudo pela saúde, não é Fred?

Fred poderia ser seu amigo. Se você fosse fumante e amante de vitela talvez não. Mas o mundo não é perfeito. O cara é um artista. Fracassado, mas artista. Poderiam conversar sobre grandes pintores, escritores. Fred poderia ser perfeitamente seu novo amigo. Talvez seu novo namorado se você fosse a garota do anúncio.Lembra-se quando eu disse que o nome dele não importava? Bem, eu menti. Ele se chamava Adolf Hitler. E você ia ser amigo dele.

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Comments

Essa história dele ser artista eu já conhecia, mas acho que não é justo desontar suas frustrações nas pessoas inocentes. Talvez muitos judeus tenham rido das obras dele, mas isso pra mim pouco importa.

Artigo muito inteligente! Gostei muito!

Esqueceu de falar que o cara tinha bom gosto pra música, vivia ouvindo Wagner, além de gostar de filosofia e apreciar Nietzsche.

Olá, meu velho. Só não caí porque já conhecia alguns dos desenhos, tenho lá em casa umas duas biografias do austríaco.

Off topic: você escreveu um “Chamem-o Ishmael” aí em cima; põe um “chamem-NO” e ficamos bem :-)

abraço.

Desde quando abortei o Beethoven em um desses testes, fiquei mais ligado!

Beethoven, o guri que quase foi morto (ou abandonado?) por que os pais acharam que ele era exepcional?!

Sem querer ser chato, mas o que tem a ver uma coisa com a outra?
E dai se o Adolfinho gostava de pintar e amava os animais?
Problema dele se ele não gostava de fumantes.
Tem tanta gente politicamenta correta que não vale nada, assim como tem muita gente que parece não prestar pra nada, mas são pessoas incriveis, a partir do momento que você conhece-as. Acho que eu não seria amigo de alguem só por que a pessoa possui hábitos ou gostos socialmente aceitaveis.
Sinceramente, esse post foi um dos piores que eu já vi em toda a net. Nem é por causa do Adolf em si, mas por causa da tentativa de achar que os leitores são imbecis.

Gnoelfo, obrigado pelos elogios. Meu objetivo foi simplesmente fazer graça com o “politicamente correto” e não achar que niguém é imbecil ou qualquer coisa.

Novamente, obrigado.

Realmente poderíamos ser amigos.
Como diria nosso amigo acima:
-Ele parece uma pessoa politicamente incorreta, mas talvez se o conhece-lo melhor
;)

Ele tava aparentando ser chato desde o começo.Quem é que iria querem ser amigo duma pessoa chata desse jeito…

Estou um tanto decepcionada. Sempre achei que esse blog tinha bastante senso crítico, sem seguir o curso da mediocridade reinante. Mas, depois desse post cheio de pieguice proveniente de corrente de e-mail, minha opinião mudou.

Eu ia, Tiago. Aonde quer que eu fosse com ele, fumaça de cigarro não ia durar muito tempo por perto - yes =D.

De onde você tirou corrente de e-mail? EU criei esta postagem e a escrevi de próprio punho.

Se estão tão desgostosos assim e decepcionados, basta esquecerem a URL do blog, oras. Eu não ganho nada de ninguém. Enquanto estiver me divertindo, irei escrever o que eu quiser.

E EU criei isso. Pode dizer que é ruim, sem graça, etc mas não que eu tirei de corrente de e-mail. Se mostrarem descontentamento pelo menos saberei que eu sou tão impopular como sempre fui, só não gosto de ser acusado de perpetuador de corrente de e-mails. Isso foi uma ofensa.

Hoje resolvi fazer uma piadinha tola com o moralismo e parece que eu matei algum duque ou algo assim. Não sei o que mais ofendeu se foi Hitler ser tão “parecido” com um ser humano ou alguém brincar que poderia ser amigo de qualquer um.

ha
soh precisa tirar a assinatura dele!
ficou sem graça assim
eu “automaticamente” procurei pela assinatura e estraguei a piada…

tsc tsc tsc Ibrahim… decepcionante…

Você pode escrever o que quiser sim, nunca disse que não deveria. Mas, essa idéia de “comprovar” que Hitler seria tão normal quanto qualquer um e inclusive mais do que outras personalidades históricas foi divulgada em uma corrente de e-mail há muito tempo.
Eu mesma não compactuo com as teorias mirabolantes de que ele seria algo totalmente diferente das outras pessoas por causa do que quer que seja (um só testículo, uma mãe golpista etc.). Só achei que o tom melodramático do post destoou do que estou acostumada a ler no blog.
Gostaria de ver o nazismo não ser tratado com pieguice, como se isso fosse redimir o genocídio.

Estou vendo várias retaliações etinocêntricas…
Não me limitando à forma com que se ofendem; seja com a piada ou o fato de que adolfinho era como uma pessoa qualquer, mas aposto que se fossem arianos saudáveis nos anos 30, principalmente de classes menos favorecidas, iriam idolatrar o cara. E não poderia julgar ou culpá-los.

aceitar criticas sembre é bom, sabia ibrahim?

Letícia, quem disse que eu queroo redimir o genocídio? Foi um dos maiores crimes da humanidade junto com os de Mao, as bombas atômicas e QUALQUER vida humana tirada. Mas foi banalizado, assim como a imagem do crápula por trás disso tudo. Virou uma imagem como Mickey ou Che. Eu tirei sarro disso.

E que crítica você fez pedro? Ao dizer “decepcionado” não me pareceu um argumento muito conclusivo. Mostre-me minha falha, aponte onde eu estava acertando, isso é uma crítica.

E você, Pedro, não me parece ter feito crítica alguma. A Letícia no segundo comentário sim elaborou uma crítica, por exemplo.

: ) estou decepcionado com voce, nao com seu post : ) calma tambem é bom de vez em quando

As pessoas entendem o que querem, não o que está escrito. Eu disse que tratar com pieguice NÃO vai redimir as mortes. Nunca disse que você especificamente estava fazendo isso.
Vale ressaltar que Mao foi responsável pela morte de 20 milhões de pessoas, um número mais do dobro do que qualquer especulação feita, até mesmo pelo Instituto Shoah. Portanto, não dá para comparar.
Mesmo assim, comunistas do mundo inteiro admiram Mao até hoje, imputando as mortes aos nacionalistas, sem que ninguém os trate como párias. Enquanto, discutir o nazismo de forma racional e falar de Hitler sem ódio é considerado absurdo. Essa contradição me surpreende e me irrita. Não dá para discutir História sem imparcialidade, senão vira discussão ideológica.
E antes que alguém enxergue uma veia neo-nazista no que escrevi, peço que contenham sua imaginação. Não sou a favor de supressão étnica ou qualquer coisa assim, mas definitivamente sou contra a mitifcação das qualidades ou defeitos de personalidades importantes. Só me importo com a verdade, não em perpetuação de “peninha” pelos “oprimidos”.

Peraí Letícia, você leu o texto? LEU mesmo o texto?

LÊ de novo, não é possível, onde você viu que ele tava querendo comprovar que Hitler era “normal” e que não teve culpa nenhuma?
Digo, QUE DIABOS?
Ibrahim, faz um post falando sobre Lenin, o cara da classe emergente que só tirava 10 e foi responsável pela revolução comunista, ou de Stalin, o filho de sapateiro asiático burro que virou um genocida, ou Marx, o judeu com hemorróida que criou uma teoria perfeita do comunismo e foi indiretamente responsável por mais de 100 milhões de mortes.

Deuses, não é possível.

Novamente, leêm, mas entendem o que querem.
A corrente de e-mail tentava comprovar que ele era normal, o que o post também tentou fazer, mesmo que menos veementemente. Mas, em nenhum momento, ninguém aqui falou de culpa ou inocência. O quesito responsabilidade pelo holocausto não foi, nem deve ser discutido aqui.
Por favor, leiam duas vezes antes de comentar.

O fato principal é que todo mundo é humano, mesmo os psicopatas, assassinos, genocidas também têm sentimentos (normalmente só em relação a eles mesmos).
É por isso que toda mãe de assassino diz que o filho é um santo, que só anda em má companhia.

Tá bom Letícia, Ibrahim é um neo-nazista disfarçado, judeus não prestam, Hitler era um ser normal e estava certo, ele não tem culpa pela morte de 6 milhões de inocentes, e não tem culpa por uma guerra que matou mais civis que soldados.

SIEG HIEL!

SIEG HEIL*

é só alguém assumir uma posição diferente em relação a um fator polêmico que aparece um monte de afetados e horrorizados com tais argumentos. eu não lembro de ler algum coment de Letícia que expressasse isso André. Tentem seguir o conselho dela, de ler o que está escrito duas vezes e imparcialmente de mente aberta ok? vai ser melhor pra todo mundo! eu garanto.

Incluindo você, certo Pedro?

seu pedestal não é tão inantingível quanto voce custa em acreditar não Ibrahim

Olá pessoas do mundo real.
Personagens históricos sempre geram polêmica, afinal a História não precisa ser verdadeira. A Oficial certamente não é.
Existem até editoras que reescrevem a História. Olhem essa que interessante.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Editora_Revis%C3%A3o
Dizem até que o holocausto foi mentira. E com certeza alguem acredita.

Se o mundo fosse nazista a história seria uma, se fosse comunista outra, sendo liberal é outra ainda. Tanto faz.
Verdade, imparcialidade. Vale o que?
Orgulho próprio não faz nada acontecer, te botam no canto e continuam contando a história “correta”.

Ah. E numeros?
se eles fossem conviáveis só teria restado Stalin vivo na União Soviética.

concordo

Pode até ser que não haja verdade em relação a personagens da História. Mas, é difícil contestar fatos comprovados e argumentos bem estruturados. Isso é o que importa. Afinal, não dá para voltar no tempo e conferir.
E quanto a André, não se sinta ofendido, mas você tem que abandonar esse filtro passional enquanto lê. Você nunca vai entender nada do que está escrito se ficar interpretando como quer. Nunca demonstrei inclinações nazistas aqui, nem em lugar nenhum. Insisto que leia com atenção o que eu escrevi, sem acrescentar nada por conta própria.

Há alguns anos, uma propaganda da Folha de São Paulo usava exatamente estes aspectos da vida do Hitler para dar a impressão de estar falando de uma pessoa maravilhosa. A foto dele aparecia super-ampliada e ia diminuindo.No final do anúncio, a foto aparecia inteira, e era dita a frase: “É possível contar muitas mentiras dizendo somente a verdade”.
O Post ficou ótimo, parabéns.
Estou meio devagar com os comentários, mas continuo lendo todos os dias.

Enio, confesso que estava sentindo sua falta :)

“Mas, é difícil contestar fatos comprovados e argumentos bem estruturados. Isso é o que importa.”

Exato. E isso pode sustentar, por exemplo, a “verdade histórica” da Grande Fome da Ucrânica na década de 30 ou a refutá-la. Existem “historiadores” renomados que estimam 15 milhões de mortos. Existem jornalistas que foram pra lá na época e não viram fome alguma. Existem dados de crescimento populacional, produção de grãos, políticas de fertilidade, déficit de trabalhadores, as já nem tão secretas assim manipulações nazistas em relação à Ucrânia. As estimativas de mortos pela fome foram de 5 milhões com os nazistas a 20 milhões com os americanos no pós-guerra. A Ucrânia tinha apenas 25 milhões de pessoas na época.
E o que vale tudo isso? A verdade, a história é de que a fome causada pela sanha stalinista matou X milhões de pessoas, incontestavelmente! Tentar defender o contrário é absurdo, mesmo em ambiente acadêmico.

Concordo absolutamente com você, Letícia, quando diz o nazismo devia ser tratado de forma racional. Não só ele como todo o resto. Mas por trás de tudo isso existe um jogo de interesses que se não determina, influencia a verdade dinfundida. E não é difícil convencer nações inteiras de alguma coisa, vide o próprio nazismo.

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