Napoleão: O Primeiro Emo

Muitas pessoas se perguntam quem o que foi o primeiro a ser o que hoje denomina-se “emo”. Para mais informações sobre o tópico consulte este artigo. Pois saibam que após labutar muito tempo e ficar com os olhos cansados e cheios de remela eu descobri que o primeiro emo foi ninguém menos que Napoleão Bonaparte.

Napoleão Bonaparte é mundialmente conhecido por ter sido o Baixinho-Que-Quase-Dominou-O-Velho-Mundo. Porém antes de tentar a sorte desta forma ele tentou ser o Baixinho-Gênio-Francês-Da-Literatura. Ele tirou licença do serviço militar e trabalhou durante meses, lendo e escrevendo. Em Agosto de 1791 ele se inscreveu em uma competição de ensaios cujos prêmios seriam patrocinados pela Academia de Lyon (seja lá o que isso quer dizer). Não era tema livre e nem o clássico “Como foram suas férias”, o que surpreendeu muitos literários da época que acusaram a banca de estar sendo “transgressora”. O tema era “Que verdades e sentimentos são os mais importantes para oferecer felicidades às pessoas?”.

O ensaio que Napoleão escreveu é simplesmente o documento histórico que prova sem qualquer sombra de dúvidas ou batom vermelho de que ele foi o primeiro emo. Confiram trechos:

“Quando o tédio de viver se apossa do coração da pessoa, a tristeza, uma escura melancolia e o desespero se instalam. Se esse estado perdura, a pessoa se entregará à morte”

“[...] escancarar as próprias entranhas [...]”

“[...] vazio,a terrível solidão do coração [...]”

“Quando [a pessoa] se pergunta: ‘Por que fui criada?’, então – penso eu – ela se torna a mais desgraçada das criaturas [...] Como é que consegue continuar vivendo, com esse coração vazio? Como pode levar a vida dos animais, tendo as faculdades morais que são peculiares à nossa natureza? Ela seria feliz se não possuísse tais faculdades! Essa pessoa é levada ao desespero por qualquer ninharia. O menor obstáculo parece-lhe uma calamidade insuportável [...] No vazio da solidão, uma paixão interior não deixa de lembrar: ‘Não, não sou feliz’”

Ele depois oferece soluções como contemplar o nascer do Sol “[...] E que os primeiros raios do Sol penetrem em seu coração”, passear pelo campo e ouvir “[...] o silêncio perfeito do Universo” (interessante notar que ele escreveu isso antes da criação do Funk), ou pedir abrigo na cabana de um pastor para dormir ao pé do fogo vivo da lareira e à meia-noite, “volte a si” para “meditar sobre a origem da natureza”. Em outra parte ele antecipa os livros de auto-ajuda: “A melancolia o conduzirá e você se entregará a ela”.

Outro indicio de que Napoleão foi o primeiro emo, se é que estes não são por si somente suficientes, é que assim como os emos contemporâneos, o texto de Napoleão foi considerado “pior do que medíocre”, tal como é taxada a poesia emo, a música emo e o próprio dialeto conhecido como miguxês.

Fonte: Felicidade, uma história

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9 comentários para “Napoleão: O Primeiro Emo”

  1. Belo trabalho investigativo!
    Ah, e com certeza ele valorizaria mais ainda o silêncio na época do funk…

  2. Napoleão Bonaparte disse:

    Eu não sou emo! Eu não gosto de rótulos! Se você continuar afirmando isso eu vou xOrAAArrrr!!!!!

  3. O Gerente disse:

    O primeiro pode ser Napoleão, mais o mais “cool” eh o Spyder-Man 3…

    nussa, devastou com fãs lendários do heroi…

    eu por exemplo,,.,

  4. Roberta disse:

    eu queria saber se eu sou emo??

    bjsxxx

  5. janete disse:

    os emos são legais,mais ha pessoas que entram no meio pela beleza do estilo e acabam sujando a imagem dos verdadeiros emo que não são apenas imagens mais coração.

  6. suellen disse:

    eu sou emo e assumo
    o q os outros tem a ver com isso?????

  7. kamylla disse:

    **adoro quem sabe curty a vyda de emo**

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