Malásia criará leis específicas para blogs
Blogs são o meio pelo qual os antigos planfetistas encontraram para discursar, é o exemplo da Malásia onde o governo cansado das críticas recebidas pelos mesmos criará uma legislação específica para o meio, se tornando um dos primeiros precedentes.
Raja Petra Kamaradin, responsável pelo blog “Malaysia Today” que se entitula “Sua fonte de notícias independentes” já havia sido convidado pela polícia de seu país a prestar depoimento sobre suas alegadas calúnias ao rei da Malásia e ao Islã.
Nathaniel Tan por sua vez foi detido por 4 dias sob a acusação de violar a Lei de Segredos Oficiais ao relatar que um membro do governo poderia estar envolvido em corrupção.
O Executivo criará uma lei agora para controlar o conteúdo dos blogs afim de evitar a publicação na internet de informações que ponham em perigo a harmonia da nação, Nazri Aziz, primeiro ministro do país emenda dizendo que objetivo é apenas evitar que informações delicadas caiam na rede e “não procurar limitar a liberdade de expressão”.
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Manifesto Naturalista
Este Manifesto é um pedido para todas as meninas, garotas e mulheres que passarem por esta página: NÃO mexam em seus corpos. Sei que a tirania da imagem é poderosa demais para algumas e que olham para seus corpos se sentindo isso ou aquilo, com peso a mais, etc. Mas,como espero provar com este artigo, não há razão para se reocupar.
Elas simplesmente não existem
Quando você vê os garotos babando pelas mulheres das capas de revistas e pensa “Por que eu não tenho um corpo desses?”, a resposta é: “Porque elas simplesmente não existem”. Existe um programa chamado Photoshop que tem a função de criar aqueles corpos fictícios que vemos nas bancas.
Prova:
Tara Reid E você queria ter a barriguinha dela, certo?

“Nós criamos um monstro”
Não dá para negar que os homens realmente gostam de uma ou outra parte mais “cheia”. Mas acredite em mim, e estudos psicológicos provaram isso, mulheres siliconadas podem ser um atrativo para homens, despertar a libido, mas eles não acham elas boas esposas. Isso mesmo: Eles podem gostar de ê-las, mas no final, eles ficam com as mais naturais.

Algumas mulheres em uma tentativa de “perfeição” resolvem se tornar um “pacote completo”. O resultado é muitas vezes, grotesco. A imagem ao lado é exibida para persuadir qualquer garota a colocar silicone.
Percebam como ela é o exemplo “reverso” da tirania da moda. Usa um salto gigantesco que em alguns anos com uso freqüente lhe dará terríveis dores nas costas e uma hérnia de disco. Quanto ela deve ter em cada seio? 500 ml, 1l? Bem, talvez ela tenha 2 hérnias de disco então. Com certeza aplicou botox na face, é por isso que parece que uma abelha a picou nos lábios. O cabelo, após anos de produtos químicos vai aos 80 anos estar caindo. Imagine a pele flácida de seus seios na velhice, como ela nunca mais conseguirá dormir de lado pois o silicone não vai deixar.
Eu aposto que quando ela estiver velha e esquecida ela vai desejar estar comendo algum daqueles pratos que ela prontamente vomitou. A tirania da moda é mais um vício como crack, televisão, blogs ou sexo, no final só escolhemos entre uma ou outra forma de morrer, mas concordam comigo quando eu digo que esta é uma das piores opções?
Por favor, garotas, fiquem naturais!
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Analfabetismo Político: Você está esperando por um milagre?
Bertold Brecht certa vez escreveu:
“O pior analfabeto é o analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe, o imbecil, que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das multinacionais.”
Em nosso país não somente 30% das pessoas não sabem dizem o nome do governador de seu estado, como 18% nem mesmo saberiam apontar quem é o presidente . Não espanta que grande parcela de nós sejamos analfabetos políticos. Na verdade, muitos até mesmo desconhecem o significado da palavra, considerando ser aquilo que se faz em Brasília.
Entendendo palavras como veículos, “política” pode carregar até 6 diferentes significados:
No uso trivial, vago e às vezes um tanto pejorativo, política, como substantivo ou adjetivo, compreende as ações, comportamentos, intuitos, manobras, entendimentos e desentendimentos dos homens (os políticos) para conquistar o poder, ou uma parcela dele, ou um lugar nele: eleições, campanhas eleitorais, comícios, lutas de partidos etc.;
Atualmente, a maioria dos tratadistas e escritores se divide em duas correntes. Para uns, política é a ciência do Estado. Para outros, é a ciência do poder;
Outros a definem como conhecimento ou estudo “das relações de regularidade e concordância dos fatos com os motivos que inspiram as lutas em torno do poder do Estado e entre os Estados”.
Para muitos pensadores, política é a ciência moral normativa do governo da sociedade civíl.
Política denomina-se a orientação ou a atitude de um governo em relação a certos assuntos e problemas de interesse público: política financeira, política educacional, política social, política do café etc.;
Conceituação erudita, no fundo síntese da anterior, considera política a arte de conquistar, manter e exercer o poder, o governo. Na noção dada por Nicolau Maquiavel, em O Príncipe;
Elegemos obrigatoriamente políticos para que eles governem o país e 99% de nós simplesmente esquece-se dele e depois reclama indignado com alguém também indignado sobre o cenário político nacional que para ser sincero desconhece em sua totalidade, sabendo “por cima” alguns protagonistas. Esta é a primeira postagem no 1001 Gatos de uma série sobre como se envolver ativamente e realmente fazer acontecer. Sair do discurso e passar para a praxis.
“Não percamos tempo com palavras vazias. Façamos alguma coisa, enquanto há chance! Não é todo dia que precisam de nós. Ainda que, bem da verdade, não seja exatamente de nós. Outros dariam conta do recado, tão bem quanto, senão melhor. O apelo que ouvimos se dirige antes a toda humanidade. Mas neste lugar, neste momento, a humanidade somos nós, queiramos ou não. Aproveitemos enquanto é tempo. Representar dignamente, uma única vez que seja, a espécie a que estamos desgraçadamen-te atados pelo destino cruel. O que me diz?”
“Esperando Godot”, Samuel Beckett
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