Como é a sua área de trabalho?

A área de trabalho ou desktop como queiram alguns é por bem ou por mal aquilo em nossos computadores que mais vemos. É de certa forma, a cara do computador. Estou lançando um desafio a quem quiser participar de publicar a sua área de trabalho, participa quem quiser e me avisando ainda recebe um link.

Clique na figura abaixo e veja-a a maior em todo o seu esplendor.
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A minha área de trabalho ficou bem menor depois que o sistema fez a limpeza dos ícones não utilizados. Tenho ainda os arquivos de “Jesus Is Magic” que eu estou legendando (Sarah Silverman não perdoa ninguém). Atalhos para as pastas que eu mais utilizo. O ícone do Joost que na minha opinião (única e intransferível) não é grande coisa como muitos dizem por aí. Um arquivo contendo magias do caos (eu não acredito em magia como alguns devem supor, mas eu sou um mago do caos). A figura do desktop é da banda que segundo meu last fm uma única música deles eu já ouvi 895 vezes. Ela possui 2:37, logo são 140.515 segundos, 2.342 minutos ou um pouco mais que 39 horas e eu conheço a banda a pouco mais de uma semana. Eles são discordianos, com certeza colocaram algum meme altamente potente na melodia. Essa é a história atual de minha área de trabalho.

E a sua área de trabalho? Como é a cara de seu computador que nos une de certa forma e qual é a história dele?

Veja também:
A área de trabalho de dudu tomaselli
A de Celso Júnior
A área de trabalho do Hedonismos
Do Aguinaldo Pedroso
A minimalista de Anny Rose

[tags]desktop, área de trabalho, história[/tags]

Klaxons são discordianos! Os 4 cavaleiros do apocalipse de 2012

Eu desconfiei desde ouvir o nome de “Gravity’s Rainbow”. Eu postei falando que este era um dos livros que eu não tinha lido. Em grande parte eu comprei o livro pois Pynchon é uma referência para os discordianos. Agora tudo se confirmou ao ver o tipo de resposta que eles dão em entrevistas.

E sobre “Atlantis to Interzone”?
Jamie: Nunca ouvi essa.

Eles se auto-denominam os 4 cavaleiros do apocalipse de 2012. E segundo os mesmos eles lançarão mais 2 álbuns antes que o mundo acabe. Eles tinham de ser discordianos. Então tudo se confirmou quando eles falaram a leitura essencial deles:

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Rá! Fiquem com os vídeos dos 4 cavaleiros do apocalipse de 2012:

Esse vídeo é praticamente um ache os Wallys (versão ocultista). “Gravity’s Rainbow” version 2 a.k.a versão depois de ter ganhado dinheiro.

“Magick”, uma música onde a letra é basicamente o título de um livro clássico de Aleister Crowley. Quem? A Besta 666 (pelo menos uma delas,incluindo eu e Britney Spears).

“Golden Skans” com o mito criacionista Klaxoniano?

“Atlantis to Interzone” começa com klaxons (o que significa klaxons não a banda).

É o discordianismo ganhando cada vez mais espaço. Só falta termos alguma estrela de Hollywood, iríamos chamar o Tom Cruise (se ele acredita na piada cientologista), mas concordamos que não queríamos um comedor de placenta falando de Éris.

[tags]discordianismo,klaxons, 2012[/tags]

Depois de algum tempo você aprende que esse texto NÃO é de Shakespeare

Eu sempre tive uma birra com um texto que muitos receberam por texto e segundo minha busca aparece em mais de 1000 perfis o possuem na descrição. Todos atribuindo a autoria de Shakespeare. Faz pelo menos alguns anos que eu conheço o texto e me lembro claramente que desde o primeiro momento em que eu o li que não se tratava de Shakespeare. Foi uma época em que eu estava devorando a obra do bardo e embora não tivesse embasamento para afirmar “Não é dele”, eu sentia que o texto era muito piegas e…Auto-ajuda. na época eu disse “Acho que não é Shakespeare”. Anos depois, eu tenho o embasamento que faltava.

O texto a que estou me referindo é este, se você é diabético recomendo que pule a leitura:

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença de dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos nem promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos diante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai te feri-lo de vez enquanto e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que leva-se um certo tempo para construir uma confiança e apenas alguns segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com que você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… Por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que você pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar uma pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde se está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade ter mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais de seus pais em você do que você supunha.

Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar…

Este texto é na verdade de uma escritora norte-americana chamada Veronica Shoffstall e figura em um dos seus livros de auto-ajuda. Conheço várias pessoas que “amam” Shakespeare e o texto de Shoffstall é a única coisa dele que tiveram contato com excessão das adaptações cinematográficas.

[tags]Shakespeare, autoria, confusão,operação:mindfuck[/tags]