Pérolas de Olavo de Carvalho

Você sabia que…

A ONU apóia o terrorismo?

Há uma conspiração comunista global e o movimento gay é parte dela?

A Lei da Inércia é falsa e Isaac Newton era burro?

Há livros ensinando crianças fazer sexo oral com elefantes?

O Brasil hoje é uma ditadura comunista?

A mídia apóia os gays para promover o controle populacional?

O marxismo nasceu do satanismo?

Darwin é o pai do nazismo?

A web foi criada para combater o ateísmo?

O ser humano não precisa de cérebro pra viver?

O nazismo e o FMI são de esquerda?

Bill Clinton era um agente de Pequim?

Os EUA entraram no Vietnã para perder?

40 milhões de comunistas no Brasil?

Não há diferença genética entre humanos e chimpanzés na gestação?

O empresariado nunca se organizou politicamente?

A ditadura foi branda e tinha eleições democráticas?

Che Guevara invadiu Angola 8 anos após a sua morte?

O PT é responsável pela morte de 50 mil pessoas por ano?

O General Geisel era comunista?

Lendo as pérolas de sabedoria de Olavo de Carvalho lhe dou razão. Ao menos em uma delas: O ser humano não precisa de cérebro pra viver. Eu sempre prefiro dizer que devemos atacar idéias e não pessoas, e ainda continuo com isso, mas há pessoas que simplesmente chutam o pau da barraca. Eu acho que não vivo no mesmo planeta que ele, talvez essa seja a explicação. Ele deve viver em alguma realidade alternativa.

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30 comentários para “Pérolas de Olavo de Carvalho”

  1. Espera aí… Você deixou de ser reverendo pra ser papa?

  2. Evandro disse:

    Papa Ibrahim, temos que admitir uma coisa, ele sabe como chamar a atenção e criar polêmica, ainda mais quando Che aquele da foto morto estirado e fotografado revive e invade Angola… :)

  3. Sim, Rev. Tiago. O cargo surgiu após eu me tornar ADDBV, i.e., Auto-Denominado Ditador Benevolente Vitalício.

  4. Esse cara ficou com poderes demais nas mãos, em breve caças as bruxas…

    Mas hein, o tio cliChe invadindo locais após morrer.. é a mesma história do pastor que foi dar seu testemundo após morrer..

  5. Na verdade um companheiro discordiano, o Duubhglas Juarezzz me chamou atenção para o fato de que a denominação Reverendo é mais uma coisa dos salafrários, plagiadores e decrépitos dos Sub Gênios. Aliás, canonicamente, de acordo com o Principia Discordia, só existem Polipadres, Acólitos, KSC, e uma palavra em inglês que pode ser traduzida como “Bispo” mas que mudei para Rev. na última versão que lancei e Papas (tanto que há os cartões papais). Só estou tentando ser um purista.

  6. Tanto é verdade que não é necessário do cérebro para viver que a maioria das pessoas não possuem e continuam aí, poluindo o mundo.

    Qual o problema do Che ter ressuscitado? Aquele outro comunista famoso também morreu e ressuscitou em três dias.

    Convenhamos que depende (da distorção) do ponto de vista.

  7. Purista? Você?

    O teu rim matemático te fez alguma coisa, Ibrahim =D

    Quanto aos Sub Gênios, eu concordo. Eles são só uma versão genérica e, ao contrário da analogia, mais cara, dos discordianos.

  8. Talvez amanhã eu já apareça com um novo título, quem sabe.

  9. Esse é o meu melhor monstro de todos os tempos. Ele flutua!

  10. Dan. disse:

    Olavo de Carvalho é bizarríssimo. Eu acho que ele diz tudo aquilo apenas por ter uma glândula pineal extremamente pobre, coitado.

    (quanto aos Subgenii, eu gosto deles. são como aquele amigo louco que mesmo assim te diverte.)

  11. Dan. disse:

    Ah! só pra lembrar (mas sem fazer picuinha)… A POEE também possue legionários membros da LDD (Legião da Discordia Dinâmica), responsáveis por pichar slogans em banheiros publicos e cobrir muros de repartições burocráticas com FNORD’s em tinta spray que brilha no escuro. Fora uma série de outras intervenções.

  12. j. noronha disse:

    Não tem como comentar o texto depois de ler esse comentário, hUhauHuahUhja…

    “Esse é o meu melhor monstro de todos os tempos. Ele flutua!”

  13. Gnoelfo disse:

    É possivel viver sem cerebro, temos tantos exemplos por ai, no orkut tem um monte de exemplos, na tv, na musica, na politica, em todo lugar é possivel encontrar seres humanos sem cerebro.

  14. Atila disse:

    Eu sempre fico impressionado com essas pessoas, mas acho que no fundo estão todos tirando sarro… tenho mais medo de quem leva à sério…outro exemplo de bom senso: http://brontossauros.blogspot.com/2008/02/convertendo-se-para-o-design.html

  15. Atila, vou editar seu comentário para evitar que esse blog se beneficie do link que você fez. Ele realmente acha que fez alguma coisa usando a lei de Murphy? Que é uma piada muito boa mas não é em hipótese alguma uma teoria científica pois não pode ser testada (falhar seria considerado acerto, então ela se provaria de qualquer forma, e uma qualidade que uma teoria precisa ter é sua falseabilidade).

  16. Lia disse:

    Cara, eu cheguei a ver o video das laranjas mas nao cheguei ateh o fim. serio que o cara estava falando algo tao idiota assim? nao eh possivel
    a da lei de murphy eu achei que era brincadera, mas o video parecia verdade, entao seila… tem gente de todo jeito nesse mundo…. o.o

  17. Carlos Hotta disse:

    Cara, o link que o Átila botou é do meu blog. O post que ele linkou é irônico e me surpreende que você tenha achado que era sério…

  18. Eu tenho que pedir desculpas então, Carlos. Ironia depende do contexto, como desconhecia o contexto do seu blog cometi tal erro, vítima de um julgamento precipitado.

    Parece que até mesmo eu erro, como isso é possível?

  19. Carlos Hotta disse:

    hehehehe É certo que é necessário ter cuidado com ironias. Já pensou se os caras do ID começarem a usar a lei de Murphy como argumento?

  20. João Silas disse:

    “O nazismo e o FMI são de esquerda?”

    Esta é das melhores. :)

  21. Atila disse:

    Deculpas pela confusão, mas acho que estou me identificando com o discordianismo… caro Papa, trato no meu blog de ciência e evolução e o Carlos Hotta tb, achei o vídeo tão tosco que merece uma menção junto às pérolas…

  22. Darto disse:

    Depois dos humanos sem cérebro, a afirmação sobre Darwin é a menos absurda.
    Mesmo assim, é [muito parcial e iNgnorante]absurdamente absurda.
    ^^

  23. Patola disse:

    Ok, o Olavo de Carvalho tem muitas opiniões cretinas e parece estar ficando gagá mesmo. Mas por mais que eu discorde da maioria das opiniões absurdas dele, acho que o cara merece um pouco mais de crédito do que o ataque pessoal feito aqui nesse blog.

    Um pouco mais justo teria sido colocar links da descrição das opiniões deles para os textos em que essas opiniões aparecem, pra não cairmos na falácia do “espantalho”. Aí a pessoa tem a chance de ler das próprias palavras dele e não da descrição dos outros.

    Não dá pra negar que, por mais cretino que ele seja, ele é também muito culto e sabe expressar muito bem suas opiniões, embora de forma excessivamente chula e ofensiva.

  24. Só lembrando que este é um blog satírico e não um lugar de discussões sérias e que privilegiem a todos. Aqui o ditador e dono da verdade sou eu, Tiago & Carol.

  25. Patola disse:

    Ops.

    Desculpe a rabugência (existe essa palavra?) então. Acho que fui temporariamente possuído pelo espírito de Momomoto e engoli meu próprio cérebro.

    Já o regurgitei. Fnord.

  26. bebeto_maya disse:

    Nazismo, cerébros iluminados, é o Nacional Socialismo, a alternativa integralistea de Hitler ao Comunismo, não deixa de ser fato que o nazismo tem elementos do comunismo também.

  27. bebeto_maya disse:

    E como vocês entendem “0″de política americana, devem saber que a Esquerda Americana apóia o FMI, ou seja, a esquerda Americana, que compreende o máximo de direita no Brasil são os democratas. Descontextualizar uma pessoa para caricaturizá-la é uma aberração.

  28. [...] bem como o hábito de escrever sobre aquilo que não entende. Bom, mas é sobre tais “pérolas” simplórias que as tirinhas irão tratar. Se isso coincide com bobagens de gente de [...]

  29. Paulo disse:

    Só por detestar,assim como eu, o Caco Barcellos. Já ganhou um admirador.

    Os novos ditadores
    Olavo de Carvalho
    O Globo, 29 de setembro de 2001

    O Prêmio Imprensa da Embratel foi atribuído este ano à série de TV na qual o repórter Caco Barcelos acusava o Exército de ter assassinado a tiros um casal de terroristas e simulado um acidente rodoviário para ocultar o crime.
    Barcelos já recebeu vários prêmios, decerto merecidos. Mas este ele não deveu a nenhum mérito profissional, e sim a uma decisão política destinada a legitimar como bom jornalismo uma farsa já desmascarada, por esta mesma coluna, em 28 de abril de 2001. O que a Embratel acaba de premiar é uma mentira inventada por um soldado desertor que, na tentativa de extorquir do Exército vantagens indevidas, se apresentou — e foi aceito pelo repórter — como testemunha participante de fatos que, se tivessem ocorrido, não poderiam ter sido presenciados por ele: nenhum praça que fuja do quartel aparece atuando numa operação militar dois meses depois de constatada oficialmente sua deserção.
    Não creio que Caco Barcelos tenha agido de má-fé. Mas é nítido que se deixou usar como instrumento de uma fraude grotesca e pueril. Ele diz ter pesquisado durante um ano para desencavar suas informações. Mas não seria preciso mais de três horas para obter, no Exército e em livros de domínio público, os documentos que as impugnavam por completo, que não poderiam ter sido ignorados por um pesquisador atento e que depois foram postos à disposição do público no site http://www.ternuma.com.br.
    Outras incongruências, ainda mais graves que a mencionada, faziam da reportagem uma invencionice tosca que, se não podia ser aceita como jornalismo, também não se saía melhor como obra de desinformação, tão ingênuas e frágeis eram as bases de papelão que a sustentavam. Os terroristas, que segundo a pretensa testemunha teriam sido mortos em 8 de novembro de 1968, participaram de um assalto três dias depois, segundo o relato — bem mais confiável — de Jacob Gorender. E a alegada simulação de acidente rodoviário era descrita na reportagem em termos que a tornavam fisicamente impossível: as fotos mostravam, na pista, a um metro de distância do local do choque, as marcas de frenagem do carro trombado. Se as vítimas foram postas no veículo já mortas, quem pisou no freio? Um agente kamikaze das forças de segurança, cujo cadáver em seguida se desmaterializou? Ou um ser sobrenatural capaz de frear e sair voando pela janela ao mesmo tempo?
    Um recruta que permanece em serviço depois de desertar, dois mortos que ressuscitam às pressas para tentar impedir sua própria morte e depois ainda cometem um assalto — com esses elementos não se constrói uma reportagem, não se constrói nem mesmo uma mentira: só se constrói um insulto à inteligência humana.
    Um romance, um filme ou peça de teatro pretensamente históricos podem conservar seu valor quando os fatos que narra se demonstrem falsos. Os méritos da obra de imaginação não dependem de fidelidade ao real. Mas uma reportagem se constitui de fatos e somente de fatos: sem fatos, ela inteira não vale nada. Nada ali portanto restava para ser premiado, exceto a intenção política, muito mal realizada, de desmoralizar o Exército mediante uma acusação falsa.
    Premiar uma coisa dessas é desmentir a definição mesma do jornalismo, o qual se distingue da ficção e da propaganda por um certo compromisso intrínseco com a verdade e a prova, compromisso que, no caso presente, foi radicalmente desatendido.
    Mas não se pode acusar a Embratel de remar contra a corrente. Boa parte da classe jornalística brasileira já perdeu os últimos escrúpulos e aderiu festivamente à desinformação sistemática que antes se fazia em tablóides de propaganda esquerdista, bem longe da imprensa profissional que, mesmo na polêmica, conservava alguma imparcialidade. Os leitores, privados de alternativas, não apenas passaram a aceitar esse tipo de jornalismo como o único possível mas já estão adestrados para estranhar e rejeitar, como indecência reacionária, o simples exercício do direito de duvidar do que sai publicado.
    Há trinta anos não se vê nos jornais deste país, exceto em raros artigos assinados por dissidentes marginalizados, uma única menção às violências cometidas pelos esquerdistas contra o mais brando e tolerante dos regimes autoritários; regime que só tardiamente e a contragosto consentiu no endurecimento de 1968, depois de falhadas todas as tentativas de conter a violência revolucionária mediante o expediente incruento das demissões e cassações, e depois que 84 bombas terroristas já tinham explodido em vários estados, matando transeuntes que nem tinham idéia do que se passava.
    A simples cronologia dos fatos mostra que a ditadura não se constituiu como barreira premeditada contra anseios de democracia, mas como anteparo improvisado para deter uma avalanche de crimes hediondos. Por isso ela foi riscada da memória popular e substituída por clichês de propaganda que trinta anos atrás seriam recebidos, mesmo entre militantes de esquerda, com piscadelas de malícia.
    Mas não é só a história nacional que sumiu da nossa mídia. Praticamente todos os massacres empreendidos pelos comunistas ao longo desse período, em Cuba, na China, no Vietnã, na África, no Tibete — com não menos de dez milhões de mortos — foram omitidos do noticiário brasileiro ou só mencionados discretamente, com o meticuloso cuidado de não deixar transparecer uma associação demasiado íntima entre os crimes e o lindo ideal político que os produziu, inimputável por direito divino. Enquanto isso, cadernos inteiros de lágrimas e louvores se concediam aos terroristas mortos pelo regime militar, apresentados como combatentes pela democracia e jamais como aquilo que comprovadamente eram: assassinos treinados, a soldo e a mando da ditadura genocida de Fidel Castro.
    Também não se pode dizer que o júri do Prêmio Imprensa esteja em descompasso com a moda. Pois a falsificação ideológica das notícias acaba de chegar à apoteose da desinformação com a cobertura da operação Justiça Infinita. A acreditar no grosso da mídia local, o brasileiro fica com a impressão de que a Humanidade está unida contra George W. Bush, de que explosões de pasmo e indignação se voltam por toda parte contra a mobilização americana de combate ao terrorismo e não contra o próprio terrorismo, que é o que se lê na imprensa do mundo civilizado. Somente no Iraque e nos países comunistas é possível enganar tão completamente leitores e espectadores. Brasileiros residentes no exterior escrevem-me revelando seu espanto ante essa barreira de palavras que isola do mundo a nossa opinião pública e a aprisiona num paroquialismo fanático e imbecil. A diferença é que, naquelas ditaduras, os jornalistas são obrigados a fazer isso. Aqui, fazem porque querem, porque gostam, porque são eles mesmos os ditadores, investidos enfim do poder discricionário que por tanto tempo invejaram nos militares.
    http://www.olavodecarvalho.org/semana/nditadores.htm

  30. Alguém me indicou este site, não entendo por que. Agora que o visitei, entendo menos ainda. O distinto editor desta coisa poderia ter a amabilidade de indicar as fontes onde encontrou as alegadas pérolas, e demonstrar, por análise de texto, que têm mesmo o sentido que ele lhes atribui? Será pedir demais?

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