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Lembrem-se, Lembrem-se do 6 de Agosto

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Hoje completa-se 63 anos quando ocorreu o maior atentado terrorista da história da humanidade. O exército de um país que originalmente não estava envolvida no conflito jogou uma arma de destruição em massa (olhe onde havia mesmo uma!) sobre uma cidade, em civis, e com a força nuclear não deu qualquer chance de sobrevivência a milhões deles e deixou os sobreviventes contaminados e com seqüelas pelo resto de sua vida. 140.000 morreram em Hiroshima e 80.000 em Nagasaki. Uma morte já é uma tragédia terrível que devasta uma série de pessoas próximas ao falecido e dessa forma tão violenta e terrível…Excluindo os 19 sequestradores, o 11 de Setembro matou 2.974 pessoas, apenas 47 vezes mais. Saddam Hussein teve como motivação de sua pena de morte, a responsabilidade por 100.000 mortes…Engraçado como um termina enforcado e o outros como heróis que pouparam muitas vidas ao fazer o Japão se render. Pode ser só eu, mas sempre em 6 de Agosto sinto um senso de enjôo ao lembrar dessa máquina de mentiras, morte e destruição.

Lembrem-se, lembrem-se do 6 de Agosto!

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Nestas fotos, as “sombras” forma tudo o que restaram das pessoas.

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Há centenas de filmes da Segunda Guerra. É quase um gênero per si. Sempre vemos nazistas malvados matando judeus. Cadê um filme sobre os ataques de Hiroshima e Nagasaki? Já teria até uma sugestão de título: “The Shame of Our Fathers”. Querendo ou não, acabamos sabendo mais a versão oficial do acontecimento do que aquela presenciada por quem realmente esteve lá. Um mangá faz isso com maestria, é GEN – Pés Descalços, a história contada por eles.

Gen: Pés Descalços
Gen: Pés Descalços: o Dia Seguinte
Gen: Pés Descalços: a Vida Após a Bomba

Albert Einstein: Religiões são “superstições infantis”

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Tradução parcial de matéria do Guardian:

“Ciência sem religião é manca. Religião sem ciência é cega.” Assim disse Albert Einstein, e seu famoso aforismo se tornou fonte de debates sem fim entre crentes e descrentes querendo proclamar que o maior cientista do século 20 para seu próprio lado.

Uma carta pouco conhecida dele, talvez, possa ajudar a encerrar o debate, a estabelecer o argumento – o uao menos provocar mais controvérsia sobre sua visão.

Prestes a ser leiloado esta semana em Londres após estar em uma coleção privada por mais de 50 anos, o documento não deixa dúvidas de que o físico teórico não era seguidor de crenças religiosas, as quais ele se mencionava como “superstições infantis”.

Einstein escreveu à mão a carta em 3 de Janeiro de 1954 para o filósofo Eric Gutkind que havia lhe mandado uma cópia de seu livro Choose Life: The Biblical Call to Revolt (algo como: “Escolha a Vida: Um Chmado Bíblico para Revolta). A carta foi vendida um ano depois e ficou guardada em mãos privadas desde então.

Na carta, ele afirma: “A palavra deus é para mim nada mais do que a expressão e produto da fraqueza humana, a bíblia uma coleção de honoráveis, mas ainda assim lendas primitivas que não são nada mais do que extremamente infantis. Nenhuma interpretação não importa o quão astuta pode (para mim) mudar isto”.

Einstein, que era judeu e declinou a oferta de ser o segundo presidente do estado de Israel, também rejeitava a idéia dos judeus serem o povo escolhido de deus.

“Para mim a religião judaica como todas as outras é uma encarnação das superstições mais infantis. E o povo judeu a quem agradeço pertencer e com sua mentalidade que tenho grande afinidade não possui qualidade diferente para mim do que qualquer outro povo. Até onde minha experiência vai, não há grupos melhores do que outros grupos humanos, embora sejam poupados dos piores tipos de câncer pela falta de poder. Fora isso eu não consigo ver nada ‘escolhido’ sobre eles”.

A carta irá ser vendida no Bloomsbury Auctions em Mayfair na quinta-feira (15/05) e é esperada chegar a mais de £8,000.

Eu já tinha ouvido crentes proclamarem que Einstein acreditava em deus pois tem aquela famosa frase: “Deus não joga dados”, que eles não tendo conhecimento nenhum de física quântica não sabe que foi apenas uma frase de efeito para demonstrar que ele desacreditava a teoria de que o mundo subatômico seja indeterminista, deus na frase seria apenas uma metáfora para a “fábrica da realidade”. Niels Bohr deu uma boa resposta à Einstein: “Pare de dizer o que ele faz com seus dados!”

Albert Einstein Sculpture
Creative Commons License crédito: tzk333

O Erro de Einstein

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Uma dupla de cientistas alemães afirmaram ter quebrado a velocidade da luz – um acontecimento que pode minar todo nosso conhecimento do tempo e espaço.

De acordo com a teoria especial da relatividade de Einstein, precisaria-se de uma quantidade infinita de energia para acelerar um objeto mais do que 299 792 458 metros por segundo. Porém, Dr. Gunter Nimtz e Dr. Alfons Stahlhofen, da Universidade de Koblenz, conseguiram, note-se aparentemente, a chegar a resultados práticos de suposições que muitos cientistas sérios só faziam a título de piada.

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A dupla disse que eles conduziram um experimento no qual fótons viajaram “instantaneamente” entre um par de primas que haviam sido movidos a a uma distância de 3 andares. Sendo possível viajar a uma velocidade superior à da luz, isso levaria a uma grande variedade de consequências bizarras.

Quão bizarro? Teoricamente poderíamos chegar a um lugar antes mesmo de partir.

Os cientistas estavam investigando um fenômeno chamado tunel quântico, que permite a partículas sub atômicas a aparentemente quebrar as leis inquebráveis da física. Quem assistiu “Contato” ou leu o livro é através de um túnel quântico que fazemos contato.

Até o momento essa é a única violação conhecida da relatividade especial.

Vejam como a ciência é impressionante. Em outros campos, seria o mesmo que dizer que Maomé errou e o nome de Allah na verdade era Allih ou que Jesus era gago e não fez nenhum de seus discursos. Nestes campos o sujeito levaria olhares tortos, seria acusado de herege e até mesmo apedrejado como um infiel. Na ciência o cara só ganha uns tapinhas nas costas e se estiverem certos, até mesmo um Nobel e o nome entra para história como os sujeitos que mostraram que Einstein estava errado.

Rip off do Telegraph Uk