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O que você pode fazer a respeito do Aquecimento Global?

sábado, 19 de abril de 2008

Há 44 dias atrás, saiu na capa do Digg, um pequeno cartaz onde existem pequenas atitudes, que podem ser feitas por todos, para ajudar a diminuir o aquecimento global. Eu imprimi e coloquei na parede à minha frente. Meus amigos vinham aqui e faziam a mesma pergunta: “Porquê não está em Português?”

Pois bem, apaguei no GIMP as palavras em inglês e escrevi com minha caneta nanquim e escaniei para compartilhar com aqueles que quiserem. Não coloco a mão no fogo pela qualidade ou mesmo fidelidade. Para salvar a figura em tamanho grande, clique na miniatura.

Venham caso da Dengue como uma experimento em pequena escala. Sem tirar a responsabilidade do Governo, cada um poderia ter feito a sua parte e evitado o estado de urgência atual, onde todas as medidas são paliativas. Não esperem o mesmo acontecer com nosso planeta, o único lugar em todo o Universo que por hora temos para ficar.

E a Wiki diz:

1,1 a 6,5 °C. De acordo com estimativas feitas pelo painel intergovernamental de mudança climática, em 2007, essa é a faixa de elevação que pode sofrer a temperatura média global até o final deste século. (A previsão anterior era de 1,6 a 5,8 °C, o que implica um aumento de incerteza quanto a esta previsão.)

2.000 quilômetros quadrados. Todo ano, áreas desse tamanho se transformam em deserto devido à falta de chuvas.

40% das árvores da Amazônia podem desaparecer antes do final do século, caso a temperatura suba de 2 a 3 graus.

2.000 metros. Foi o comprimento que a geleira Gangotri (que tem agora 25 km), no Himalaia, perdeu em 150 anos. E o ritmo está acelerando.

750 bilhões de toneladas. É o total de CO2 na atmosfera hoje.

2050. Cientistas calculam que, quando chegarmos a esse ano, milhões de pessoas que vivem em deltas de rios serão removidas, caso seja mantido o ritmo atual de aquecimento.

A calota polar irá desaparecer por completo dentro de 100 anos, de acordo com estudos publicados pela National Sachetimes de Nova Iorque em julho de 2005, isso irá provocar o fim das correntes marítimas no oceano atlântico, o que fará que o clima fique mais frio, é a grande contradição de aquecendo esfria.

O clima ficará mais frio apenas no hemisfério norte, quanto ao resto do mundo a temperatura média subirá e os padrões de secas e chuvas serão alterados em todo o planeta.

O aquecimento da terra e também outros danos ao ambiente estão fazendo com que a seleção natural vá num ritmo 50 vezes mais rápido do que o registrado há 100 anos.

De 9 a 58% das espécies em terra e no mar vão ser extintas nas próximas décadas, segundo diferentes hipóteses.

Efeito do Aquecimento Global: Homem de Gelo, dos X-Men, pode morrer

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

A Antártida é o melhor lugar para se estudar o clima pois o gelo “grava” de forma muito clara para os cientistas as alterações que houveram no passado do planeta. Também é interessante por ser um local com um clima particularmente extremo, onde não há população nativa, um verdadeiro continente selvagem. Qualquer alteração que aconteça é um sinal de que o efeito deve ser global e não apenas localizado. Um dos grandes desafios que o homem enfrentará além de mulheres cada vez mais conscientes de seus direitos no momento de um divórcio, ataques alienígenas e música ruim é o Aquecimento Global.

Um dia desses, aqui em Rio Claro estava extremamente frio. E era para ser um dia quente. Sabe por que estava tão frio? Aquecimento Global.

Muitos de nós ouvimos as notícias sobre o aquecimento global e damos de ombros. É o tipo de coisa que você não liga já que psicologicamente parece haver uma enorme distância entre você e aquilo. Imagine-se indo para a cama com Brad Pitt ou Angelina Jolie (eu não vou colocar se for mulher ou se for homem, em nossos dias bissexualidade dobra imediatamente as suas chances de ter um encontro). E lá está você. Sem preservativos. O que você faz? “AIDS? O Brad Pitt? Ele não é uma Paris Hilton” ou “AIDS? Agelina Jolie? Sem chance!”. E lá vamos nós. Então no outro dia você acorda e descobre que bebeu demais e não era nem Brad Pitt e nem Angelina Jolie. E você está com AIDS. Viu? O problema parecia bem distante.

Nota otimista: Se você contraiu AIDS isso não é motivo para se deixar abalar ou ficar deprimido! Levante a cabeça e lembre-se se deus lhe deu AIDS – e tudo só acontece por causa dele – Faça limonAIDS!

Então você vê tudo o que falam sobre aquecimento global. Pode ter lido o Painel de Opiniões de Alguns Blogueiros que rolou por aqui e diz: “Dane-se. Angelina Jolie não se preocupa com CFC”. Mas pessoas boas, heróis como Bono e Batman estão morrendo nesse momento por causa do aquecimento global. E um deles é um sujeito que eu admiro muito. Robert “Bobby” Louis Drake que muitos de vocês devem conhecer por Homem de Gelo, o sujeito mais cabeça fria dos X-Men.

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O que irá acontecer se este membro tão importante dos X-Men morrer? O que eles farão para derrotar algum tipo de inimigo de fogo ou se simplesmente precisarem que alguém crie uma grande parece de gelo e salve todos? E se o Logan quiser uma cerveja gelada e alguém esquecer de colocar na geladeira? São perguntas que não querem calar.

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Muitas pessoas não sabem que o Homem de Gelo não é um mutante comum. Ele é um mutante nível Ômega. É um termo usado para designar um Mutante particularmente poderoso. O termo foi utilizado pela primeira vez na série limitada X-Men Forever de 2001. Nenhuma definição mais precisa foi oferecida nos quadrinhos, mas o termo claramente se refere a mutantes extraordinariamente poderosos. Algumas habilidades incluem imortalidade, extrema manipulação de matéria e energia, grandes poderes psiônicos e potencial para existir além das fronteiras conhecidas de nosso mundo físico.

Desde 2001, o termo vêm sendo utilizado para descrever mutantes que possuem poderes além do homo superior, Mr. Immortal, por exemplo, refere-se a eles como homo supreme. O termo é brevemente mencionad no terceiro filme dos X-Men para descrever as habilidades de Jean Grey mas é combinada com números.

Apocalypse considera o Homem de Gelo um dos doze mutantes mais poderosos do mundo. “Gelo?”, você se pergunta. Ele não emana “frio” ou “cria” gelo. Mas ao contrário, ele absorve e dispersa calor. Já que calor é uma forma de enrgia, as habilidades dele podem ser definidas como a habilidade psiônica em manipular energia térmica. Ele pode sobreviver ao frio do espaço. Ele pode reverter a entropia! Mas não estou certo de que ele possui os mesmos em uma manigtude que o faça controlar todo o clima do planeta que é um sistema térmico extremamente complexo e que pequenas alterações poderiam ser catastróficas (como já está aocntecendo).É como se ele fosse as leis da termodinâmica com um personalidade, o que levaria ele a poder controlá-la. De qualquer forma, ele não explora todo o seu imenso potencial. Como mostrado em sagas recentes ele pode se transformar totalmente em energia mas isso lhe causa um custo enorme tanto física quanto psicologicamente, sua mente se dispersa e ele pode perder seu “eu”, que é em essência quem Bobby é. E é exatamente isso que podemos perder graças ao aquecimento global.

Então fica aqui uma boa razão para tomar medidas contra o aquecimento global: Salvem o Homem de Gelo!

Bônus: O mais importante artigo sobre Aquecimento Global que vocês precisam ler em suas vidas.

Entenda o Aquecimento Global a.k.a Mudanças Climáticas em uma imagem

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

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“Que bonitinho o Urso Polar foi nadar e subiu no gelinho!” Falso. Ele dormiu em uma planície com pelo menos 45 cm de gelo. Isso que eu chamaria de “surpresa desagradável pela manhã”. Como ele é um urso eu não tenho certeza, mas se ele fosse um gato e se chamasse Garfield com certeza seria Segunda-Feira.

Painel de Opiniões sobre Aquecimento Global: Edson Junior

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Qual é a sua responsabilidade pessoal pelo Aquecimento Global? Declara-se Culpado ou Inocente? Por quê?

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Mea Culpa

Da minha parcela de culpabilidade no que toca ao Aquecimento Global e de como o planeta Terra pede indenização de 3% do PIB mundial

Leio que a ONU está culpando o homem pelas mudanças no clima, o efeito estufa, essas coisas. Quanta novidade! É como se minha mãe me culpasse pelo derretimento da margarina que deixei fora da geladeira.

É possível desenvolver sem degradar? Essa é a pergunta à qual agora se tenta responder, e é a questão que, dizem, irá atormentar as próximas gerações (quando me falam em próximas gerações eu me pergunto quais; não que eu creia que tais gerações não existirão, mas de quanto tempo estamos efetivamente falando?). Há alguns anos, os países desenvolvidos se gabavam abertamente, orgulhosos, por possuírem mega-indústrias; hoje, “nações poluentes” como os Estados Unidos se deixam tratar pela mídia como politicamente incorretas em prol de sua boa imagem (é um tempo em que assumir o próprio erro gera um certo brio; como se assumir a minha culpa me livrasse da dívida). Se antes o desafio das nações era a busca pelo desenvolvimento, hoje temos uma mudança de direção: é preciso desenvolver, sim, ao mesmo tempo em que urge reduzir o consumo de fontes naturais e encontrar outras menos poluentes; e essa é a parte mais difícil porque, vejam bem, o homem levou séculos para chegar à capacidade atual de extração dos recursos do planeta, em nome de uma vida melhor e mais confortável, e cessar isso agora para procurar um outro caminho é coisa que dá preguiça (pecado capital).

O G8, grupo formado pelos sete países mais desenvolvidos do mundo (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e o Canadá, mais a Rússia), reuniu-se recentemente na Alemanha para discutir assuntos principalmente voltados para o meio ambiente. O grupo firmou um acordo que servirá para orientar as emissões de gases que causam o efeito estufa, mas não foi estabelecido um limite. Esperava-se que uma meta global de redução dos danos ao meio ambiente fosse fixada, mas nada ficou muito claro. O conselheiro de Segurança Nacional americano, Stephen Hadley, disse que um objetivo não foi fixado, pois os principais países poluentes não estavam todos presentes. Se eu entendi bem, o acordo diz algo mais ou menos assim: ?ó, você pode emitir quantidade X de gases poluentes por mês. Mais que isso não pode?, ou ?O país que, no decorrer dos últimos anos, poluiu menos, tem uma cota maior gases para emitir? etc.

Relatórios do IPCC

Dúvidas quanto à culpa do homem na coisa toda não existem mais, de acordo com os relatórios do Painel Internacional de Mudanças Climáticas (IPCC) da Organização das Nações Unidas (ONU). No relatório, cientistas de todo o mundo constataram que 90% das alterações climáticas decorrem da ação humana. Secas, enchentes, derretimento de geleiras e outros eventos são evidências das mudanças climáticas pelas quais o planeta está passando. Os estudos do IPCC mostram que, para minimizar ou estabilizar a emissão de gases causadores do efeito estufa, é necessário investir pelo menos 3% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial até 2030. O planeta quer ser indenizado.

Perguntam-me se me considero culpado, e eu sinceramente não sei o que dizer tal é a obviedade da resposta. Há que se pensar antes que culpa é um termo que designa, objetivamente, consciência de ato que resulta em prejuízo. E eu não posso me culpar pela Entropia que é, afinal, um processo natural. E diante deste argumento logo vejo pessoas levantando cartazes e queimando pneus (a fumaça resultante deste ato afeta a camada de ozônio, saibam) protestando: ?humanidade culpa uma tal de Entropia pelo Aquecimento Global?. Tudo bem, não direi que a culpa é da Entropia. Mas também não vou assumir nenhuma culpa sozinho. Em casa, quando ninguém estiver olhando, pode ser que eu demore menos tempo no chuveiro, escove os dentes com a torneira fechada e deixe de usar constantemente o aparelho de micro-ondas. O pecado original já me fez nascer marcado por um crime que não cometi, e eu nada pude fazer. No que toca ao aquecimento global, eu possivelmente tenho a minha parcela de culpa (considerando a quantidade de degradação que pude promover nos últimos 25 anos), mas não me levem a mal: eu vou recorrer.

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Visite o blog do Edson Junior.

E veja também as outras postagens neste painel.

 

[tags]Edson Junior, Aquecimento Global[/tags]

Painel de Opiniões sobre Aquecimento Global: Mariana & Rev. Tiago Madeira

domingo, 19 de agosto de 2007

Qual é a sua responsabilidade pessoal pelo Aquecimento Global? Declara-se Culpado ou Inocente? Por quê?

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Aquecimento global? Haha… O aquecimento global é um grande mito, completamente ridículo, esta tal de ciência nunca provou nada e nunca provará. Segundo Deus e suas palavras no mundo através de seu servo Tiago, capítulo 3, versículo 6, “A língua também é um fogo; sim, a língua, qual mundo de iniqüidade, colocada entre os nossos membros, contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, sendo por sua vez inflamada pelo inferno.” A língua dos cientistas que inventaram essa mentira é que é o “fogo” que está aquecendo o mundo. Mas querem saber? Se a Terra se aquecesse seria vontade de Jesus e não poderíamos fazer nada para evitar. Coloquemo-nos nas mãos Dele, porque Ele é o caminho, a verdade e a vida. Culpados somos por causa dos nossos pecados, mas quem se confessa a Deus não tem o que temer no dia do juízo final. Amém.

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Veja o blog da Mariana

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Sou culpado e acredito que todo mundo seja nos tempos em que vivemos. Nos acostumamos com um monte de privilégios que nossos antepassados não conheciam e que agora não conseguimos mais viver sem: o resultado é uma série de problemas ambientais, dentre os quais o aquecimento global é o que tem o maior enfoque terrorista. A questão é que, muito mais importante do que achar responsáveis e julgar culpados ou inocentes, é importante fazer acontecer para evitar que mais problemas sejam causados. Muitas ações são simples: reduzir o uso de papel, comprar papel reciclado ao invés do normal (hoje encontramos pelo mesmo preço que o sulfite normal!), não pegar sacolinha em todos os lugares que fizer compras, reduzir o tempo de banho (não sou bom nesse, mas estou pra testar hoje a sugestão do Rafael), entre várias outras sugestões que já foram citadas neste painel. É aquela velha historinha patética que só um tolo acredita: se 1001 fizerem diferente eles podem mudar o mundo.

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Você já está vendo um blog do Rev. Tiago Madeira, então veja outro.

Veja também as outras opiniões sobre o mesmo tema!

[tags]Aquecimento Global, Rev. Tiago Madeira, Mariana[/tags]

Painel de Opiniões sobre Aquecimento Global: Carol Peters & Qfwfq Bing

sábado, 18 de agosto de 2007

Qual é a sua responsabilidade pessoal pelo Aquecimento Global? Declara-se Culpado ou Inocente? Por quê?

 

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Sou inocente por não ter pedido pra nascer humana, mas completamente culpada por me manter inerte, por tomar banhos longos, desperdiçar folhas e folhas de papel escrevendo o meu nome cinco mil vezes, ser consumista e sempre largar a luz acesa.
Quem sabe seja pela demora em conscentir que estejamos prejudicando um planeta inteiro com atos simples do dia-a-dia que demoramos tanto para começar a buscar solução. No momento, não consigo pensar em nada muito útil para salvar o planeta. Creio que deva começar reduzindo meus excessos. A começar pelo banho.

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Visite o Blog da Carol Peters

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Qfwfq fala sobre as reuniões familiares de nós terráqueos. Qfwfq é um alienígena trabalhando na Terra como jornalista intergaláctico. Ele concordou em ceder alguns de seus textos para o nosso blog a fim de expor ?nossas misérias?, ?na vã esperança de que melhorem o pouco que seja?.

Quando questionado sobre sua responsabilidade ele sorriu. “Você por acaso é um completo idiota?”. O silêncio tomou a sala. “Sério. Você é um idiota?”. Vendo que eu não responderia, ele disse “Como eu tenho responsabilidade por este planeta idiota? Essa coisa de mudanças climáticas e poluição são uma das únicas coisas que eu consigo admirar em vocês. Mostra o quão duro vocês dão para tentar se matar“.

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Visite o Platô de Qfwfq Bing

 

[tags]Aquecimento Global, Carol Peters, Qfwfq Bing[/tags]

Painel de Opiniões sobre Aquecimento Global: Phillipi Pinto & John Artmann

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Qual é a sua responsabilidade pessoal pelo Aquecimento Global? Declara-se Culpado ou Inocente? Por quê?

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Antes de me declarar inocente gostaria de ressaltar que o dito aquecimento global não foi comprovado. Há pesquisas contraditórias, com resultados apontando tendências opostas em diversas regiões do planeta. A ONU, que é seguida pela mídia, é tendenciosa e escolhe deliberadamente as pesquisas que apontam na direção do aquecimento para alarmar o mundo. Mesmo que se prove que há um aquecimento, ainda se precisa provar que o aquecimento é mesmo causado pela humanidade. Há muitos fatores naturais que podem influir. Não se pode apontar o mais aparente como o certo.

Acho uma tremenda hipocrisia a mídia em geral fazer alarme tão grande sem mostrar iniciativas próprias pra deter o possível fenômeno. Eles gostam de fazer “Live Earth”, voar por aí de jatinho e falar pra gente andar de bicicleta. Nesta questão não existe meio termo. Ou o mundo pára e volta a viver em tribos ou segue em frente sem sentir culpa. Se ocorrer um aquecimento vamos ter que nos adaptar a ele e aprender a sobreviver, mais uma vez.

Portanto, a não ser que o tal aquecimento seja solidamente evidenciado, tudo pra mim não passa de um grande boato. Sou inocente, pois as acusações são infundadas.

 

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Na verdade esse aquecimento sempre existiu, no entanto, a RevoluçãoIndustrial, aumentou em muitas vezes, a velocidade com a qual essefenômeno acontece. Declarar-me culpado é afirmar que causei algo, ou seja, fui eu quemfoi o causador do efeito, algo que não é verídico, já que, esse problema surgiu antes, bem antes por sinal, de eu nascer. A questão, no entanto não é bem a de quem é inocente ou não, e sim, de quem sai perdendo com esse problema, quanto aos culpado, os primeiros dentre eles, estão mortos. Sabemos que o futuro está correndo risco, e que cada um tem papel importante, para cuidar deste planeta e deixá-lo em condições descentes. Eu não sou o culpado, é mais possível que eu seja uma vítima, mas se eu nada fizer, posso me considerar cúmplice.
Você quer ser cúmplice disso? Então tá esperando o que pra se mexer?

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[tags]Aquecimento Global, Phillip Pinto, John Artmann[/tags]

Fotos de árvores são inocentes?

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Não deve haver nada mais inocente do que algumas fotos de árvores, certo? Eu pensaria duas vezes antes de balanças a cabeça em afirmação. Cheque estas fotos e me diga se não é verdade o ditado: “A beleza está nos olhos de quem vê, a maldade na cabeça de todos”.

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[fonte]

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Painel de Opiniões sobre Aquecimento Global: Rev. Peterson Cekemp & Kentaro Mori

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Qual é a sua responsabilidade pessoal pelo Aquecimento Global? Declara-se Culpado ou Inocente? Por quê?

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Dizer que não sou nem culpado nem inocente é uma resposta… Clichê? Não sei, mas tenho consciência de que não sou a pessoa mais ecológica. Entretanto, faço parte da nova geração, e além de contribuir pouco pro aquecimento global, não deixo de contribuir. Mas eu posso tirar a culpa de mim, se me perguntar: o que eu posso fazer?

Digo, esse papinho de “se cada um fizer sua parte” e tal, é muito bom. Mas existem 6 bilhões de pessoas no mundo, e eu sinto que nem um terço faz a sua parte. Tá, a minha página inicial é o Blackle. Hipocrisia? Não, é só que eu não posso fazer muito. Eu não posso fechar as fábricas que poluem, não posso colocar rolhas em vacas, não posso impedir. É uma bola de neve que só vai crescer, e a gente está parado olhando pra ela. Enquanto eu puder fazer alguma coisa, sou inocente, mas a humanidade, em geral, é culpada. Então, eu faço parte desse bando de culpados, de certa forma (!).

Rev. Peterson Cekemp
Salve Éris

 

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“Aquecimento Global: Você se declara Culpado ou Inocente? Por quê?”

Inocente. O aquecimento global recente é um fato, e que a humanidade seja provavelmente responsável é um consenso científico. Mas tais mudanças são o resultado de processos verdadeiramente históricos. O papel de cada indivíduo em tais processos é muito limitado, e em boa parte imprevisível.
Você pode ter passado as últimas décadas separando todo seu lixo para reciclagem, mas a verdade é que infelizmente não pode ter certeza de que isso de fato ajudou o meio ambiente. Os benefícios da reciclagem para a maior parte do lixo não são tão grandes assim, o que significa que sistemas ineficientes de reciclagem podem acabar poluindo mais. A menos que todo o sistema de reciclagem de lixo de sua casa tenha sido analisado, não se pode saber ao certo se é de fato benéfico ao meio ambiente. O mesmo vale para deixar o carro na garagem e andar, consumindo carne no processo, ou mesmo alimentos “orgânicos”, e muitas outras práticas que vão do não muito certo ao totalmente duvidoso em relação a “beneficiar o meio ambiente”.
Claro que isso não significa que não devamos nos importar nem tomar diversas pequenas atitudes individuais. Dirigir um carro compacto (novo!) é seguramente melhor do que andar em uma enorme caminhonete. Mas o maior impacto que, como indivíduos comuns, podemos ter é simplesmente nos informando a respeito dos temas — blogar faz parte! — e exercer nosso poder de voto de acordo.
Mudanças históricas que poderão reverter efetivamente um aquecimento global antropogênico virão com avanços da ciência e tecnologia, impulsionados e aplicados economicamente por uma população mais informada, elegendo políticos conscientes.

 

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Confira aqui todos os outros artigos publicados.

 

[tags] Rev. Peterson Cekemp, Kentaro Mori, Painel[/tags]

Painel de Opiniões sobre Aquecimento Global: Enio Luiz Vedovello & Carol Cubas

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Qual é a sua responsabilidade pessoal pelo Aquecimento Global? Declara-se Culpado ou Inocente? Por quê? 

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Aquecimento Global: Sou culpado. Todos nós somos.

Sim, eu me declaro culpado pelo aquecimento global. Um entre muitos, arrisco dizer entre todos.
Somos, culpados por não querermos abrir mão de nenhum item de conforto, mesmo que isto signifique uma maior necessidade de produção de energia elétrica, com desmatamento e queima de combustíveis.
Somos culpados quando queremos um automóvel cada vez mais potente, não importa quanto combustível desnecessário será queimado.
Somos culpados quando nos deixamos levar pelo ritmo de consumo desenfreado ditado pela nossa sociedade, e que visa simplesmente o lucro imediato.
Somos culpados quando seguimos e exaltamos modelos econômicos que partem do princípio de que os recursos do planeta são infinitos, mesmo com o planeta sendo tão obviamente finito.
Somos culpados quando deixamos de reciclar materiais, e mesmo quando não orientamos outras pessoas a fazê-lo corretamente.
Somos culpados, sempre que nos demoramos num banho mais do que o necessário, desperdiçando água preciosa. Ou quando usamos a água para empurrar a sujeira, como se fosse vassoura. E como se também a água fosse infinita.
Somos culpados quando cortamos uma árvore só porque ela atrapalha a entrada da garagem, ou não combina com a fachada do imóvel. Somos culpados por não nos preocuparmos em plantar novas árvores.
Somos culpados por achar que este assunto é chato, e que dá para pensar nele depois, agora é melhor assistir aquele filme, ou ir para a balada.
Sim, somos culpados. Todas as provas, concretas e circunstanciais, apontam para nós. Resta apenas uma coisa a fazer.
Criemos atenuantes de nossa situação. Tenhamos mais consciência com relação ao nosso consumo. Reciclemos tudo o que for possível. Vivamos não apenas o presente, mas também a preocupação com o que será do futuro.
Plantemos mais árvores, muitas árvores. Em casa, em parques, no campo. Vamos exigir a criação de novas áreas verdes e de preservação.
Evitemos o consumo de madeira obtida de maneira irresponsável.
Estas atitudes vão reverter o problema? Sinceramente, não acredito. A curto prazo, com certeza não. Mas pelo menos permitirão que sejamos julgados de maneira menos dura. Por nossos filhos e pelo planeta.

 

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Irremediavelmente Culpada.

Pela inércia que, em apatia pretensamente inocente, mascara comodismo fatal.
Pelo conformismo esdrúxulo de pensar que algumas vezes uma andorinha não faz verão. Pelo conforto mediocre de quem acha que faz algo quando este algo é absolutamente pouco.
Pela certeza da culpa.

Tão culpada quanto qualquer outro…

 

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[tags]Enio Luiz Vedovello, Carol Cubas, Painel[/tags]