Muito instruntivo o artigo do G1, embora para quem conheça o texto e tenha senso crítico não é nenhuma novidade.
[...] A maioria esmagadora dos leitores da Bíblia não percebe, mas os dois primeiros capítulos do livro sagrado de cristãos e judeus retratam não uma criação do mundo, mas duas. O ser humano surge de duas maneiras diferentes, uma logo depois da outra, e até o deus responsável pela criação não tem o mesmo nome nos dois relatos. [...]
[...] O primeiro recebe o nome hebraico Elohim (originalmente uma forma do plural, como “deuses”, mas usada para designar uma única divindade), normalmente traduzido simplesmente como “Deus”. O segundo é apresentado como Yahweh Elohim (dependendo da versão da Bíblia, chamado de “Senhor Deus” ou “Javé Deus” em português). Os indícios nesse e em outros textos bíblicos sugerem que os dois nomes refletem a influência de antigos deuses pagãos sobre a concepção de Deus dos antigos israelitas, autores e editores da obra. [...]
Nos comentários, os religiosos se debatem como baratas aos quais se burrifou veneno. Se agarram a um ou dois dogmas (não confundir com argumentos) ou vêem essas contradições de forma pacífica.

crédito: Josa Jr









