Posts com a Tag ‘Cultura Livre’

Lançamento: Manual Prático de Delinqüência Juvenil

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Este livro é criminoso. É o tipo do livro que se cair em mãos erradas pode dar em merda. Este é um livro perigoso. É o tipo do livro que se cair em mãos certas pode ser um catalisador. Este é um livro desobediente. Além de desobedecer diversas leis fazendo apologia a diversos crimes, desobedece descaradamente a gramática e a Língua Portuguesa. A pelos erros de digitação constantes em todo o volume, que sequer foram corrigidos. Este é um livro inconveniente. Pelo título, pela capa exageradamente ofensiva, pelo conteúdo & pelo seu significado. Ele incomoda, na medida em que é difícil explicá-lo. Por tudo isso, por ser criminoso, perigoso, desobediente & inconveniente, este livro é indispensável. Trata-se de um sério candidato a tornar-se a balada da nossa geração.

Essa é a descrição do Manual em sua quarta capa. Muito mais precisa do que os mísseis americanos ela descreve com exatidão o volume. Muitos já devem ter inclusive feito o download aqui mesmo. Agora chegou a chance de comprar uma versão impressa, a encarnação material deste livro. Pessoalmente prefiro ter o livro material em minhas mãos do que lê-lo na tela do computador.

Este livro, que declaro ser o “Evangelho de Tyler Durden se este fosse brasileiro” é um livro que opera em muitos níveis. Pode ser lido e ter um efeito catártico nos revolucionários de sofá. Pode ser lido como um celeiro de idéias por um criminoso ou por alguém que trabalha com marketing. Ou pode ser lido como comédia. E daquelas que fazem cair de rir. Qual das leituras está correta? Talvez nenhuma, mas não é isso o que importa. O que importa é que você deve ler.

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Para Comprar:

Parece que custará a você 16,00 pelo volume + 4,00 pelo frete, lembrando que o valor pode ser outro. Para encomendar basta enviar um email educado para a Editora Deriva pedindo o seu volume, então você receberá a resposta de como pagar, etc e tal.

O livro não estará no catálogo da editora. Somente pelo email mesmo.

Creative Commons para Idiotas

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Resolvi abordar a licença com que eu disponibilizo todo o conteúdo ORIGINAL, CRIADO pelos escritores desde blog, a fim de esclarecer os termos que muitos parecem ignorar. Eu costumo ignorar cópias dos textos do 1001 Gatos, mas quando alguém está se passando por criador ou fazendo uso comercial, é um desrepeito ao meu trabalho intelectual. E eu sou bonzinho, deixo você fazer muita coisa com o conteúdo do blog que muitos não permitiriam. Se você quer utilizar de alguma forma o conteúdo do blog, aprenda a forma como deve ser feita:

Veja a licença aqui.

O utilizador pode:

Copiar, distribuir, exibir e executar a obra

Você pode copiar uma postagem e colocar no Orkut, em um fórum. Mandar por e-mail. Imprimir para queimar. Imprimir para criar um livro, um arquivo, etc. Na verdade esta aqui é seguida por qualquer um, a diferença é que eles se esquecem de que elas valem sob algumas condições como veremos a seguir.

Criar obras derivadas

Esta é uma que eu NUNCA vi (note que EU nunca vi, o que não implica dizer que não existe). Ninguém nunca criou uma obra derivada de algo que criei ou sei fazer parte dessa licença. O que isso significa na prática que você pode ver uma postagem aqui e sentir que faltou algo e inclui-la na sua própria versão.

Sob as seguintes condições:

É como um jogo. No futebol você pode marcar um Gol desde que não esteja impedido, não tenha utilizado as mãos e não tenha feito uma falta. Aqui é a mesma coisa. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar e criar obras derivadas desde que siga as diretrizes abaixo.

Atribuição

Você NÃO pode pegar a obra e colocar seu nome como autor. O utilizador deve dar crédito ao autor original, da forma especificada pelo autor ou licenciante. Pois bem, esta é a forma especificada pelo autor ou licenciante: Título da Postagem (com link), no 1001 Gatos de Schrödinger (também com link). Siga esse modelo, sem os parênteses, mas seguindo o que neles está escrito.Entendeu?

Uso Não-Comercial

Isso não significa apenas que você não pode imprimir os artigos do blog e vender. Também significa que você não pode fazer um blockbuster com ele. Também significa que você NÃO pode copiar o conteúdo deste blog e colocar em uma página com Adsense, Hotwords, banner do Submarino ou qualquer outra coisa que direta ou indiretamente fará você ganhar alguma coisa – qualquer coisa. Se você não está pagando pelo conteúdo também não pode receber por ele, certo?

Partilha nos termos da mesma Licença

Se você fizer qualquer uma das coisas que você pode fazer (e seguir as duas acima), você deverá disponibilizar o que você fez na mesma licença. Ou seja, não pode seguir tudo e estampar o “Todos direitos reservados”.

Qualquer uma destas condições podem ser renunciadas, desde que obtenha permissão por parte do autor. Ou seja, se nós autorizarmos você pode vender um livro com o conteúdo de nosso blog e ainda retirar a licença Creative Commons do mesmo. O gesto que fazemos ao adotar a mesma é permitir uma cultura livre, não-exploratória e que promova os criadores. Só isso.

Se ainda assim tiver dúvidas, por favor, entre em contato pela Glândula Pineal.

De onde diabos o Ubuntu tira seus nomes?

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Eu sou um novato no Ubuntu, e se teve algo que me chamou atenção à primeira vista é o nome de suas “versões”: Feisty Fawn ou Breezy Badger, nada de nomes óbvios ou sem graça como “XP” ou ‘Millenium”. Apenas para começar os nomes seguem algumas regras óbvias: 1) Como muitos heróis dos quadrinhos, deve possuir as iniciais iguais, como em Peter Parker, Bruce Banner, Wally West e Lex Luthor só para citar alguns. 2) O nome sempre é um adjetivo seguido de um animal. Que é a forma em inglês de adjetivar o mesmo (aqui fazemos o contrário; red car é carro vermelho) e 3) Eles nunca escolhem nem adjetivos e nem animais comuns. Nas duas primeiras os homenageados foram “suínos”, até se especulou que cada versão ganharia o nome de um suíno, talvez esse realmente fosse o plano, mas ele mudou. Embora em “Dapper” isso não tenha sido usado, parece haver um gosto por adjetivos terminados em “y”.Vamos checar os nomes:

4.10 Warty Warthog

O que significa: “Warthog” é o irmão africano do animal que Obelix come no café da manhã: o Javali. O problema mesmo é “Warty”. Segundo o Webster’s Dicionário Inglês-Português de Antônio Houaiss, tal palavra somente possui quatro significados que no final dão no mesmo: Verrugoso, verrucoso, verrugento e averrugado. Não sei se algum programador estava de ssacanagem na hora de dar o nome. O código de desenvolvimento era “sounder”, que em inglês arcaico era usado para designar uma manada de porcos selavagens.

Ícone da espécie: Qual o Javali Africano mais famoso de todos? Pumba! Ele não apenas disseminava sua filosofia “Hakuna Matata”:”Os seus problemas, você deve esquecer, isso é viver, é aprender”, mas, fez parte de talvez a spin-off mais bem sucedida de todas.

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Nota: A vesão era 4.01= 4+0+1= 5. Sim, o numeral V.

5.04 Hoary Hedgehog

O que significa: O segundo Ubuntu e novamente o nome de um porco/suíno. Desta vez o porco espinho. Há em Evangelion, o anime, uma cena em que utilizam uma metáfora de Schopenhauer: Quando dois porcos-espinhos querem se proteger do frio eles devem se aproximar, quanto mais eles se aproximam, mais quente eles ficam mas por terem espinhos mais eles se machucam mutuamente. A dor da aproximação. Algumas pessoas são assim. A outra parte, “Hoary” significa grisalho, esbranquiçado, antigo, venerável e respeitável.

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Ícone da espécie: Muito óbvio: Sonic, um porco espinho radcal com sua intensa velocidade e moicano: se ele é um porco-espinho ele somente pode usar um moicano.

Nota: A versão é 5.04=5+0+4= 9, o número de John Lennon. O código de desenvolvimento era “Array” que designa uma coleção, ordem, plêiade, vestes enfeitadas ou ornamentos.

5.10 Breezy Badger

O que significa: “Badger” é o Texugo enquanto que “Breezy” literalmente seria “com brisa” (fresco), mas devemos levar mais o figurativo em conta: animado, vivaz, jovial, alegre e…fresco. O código de desenvolvimento era “colony” ou seja, colônia (não, não é um tipo de perfume).

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Ícone da espécie: “Colônia” e “Texugo” somente me lembra uma coisa: “Animais do Bosque dos Vinténs” em que o nosso nobre amigo Texugo junto com Raposa e outros guiam toda uma colônia de animais para viver em outro lugar já que seu habitat foi destruida pela poluição.

Nota: 5.10= 5+1+0= 6, guarde este número.

6.06 Dapper Drake

O que significa: “Drake” não é apenas o sobrenome do terceiro Robin como uma designação genérica para machos de aves como patos, gansos e marrecos. Por quê diabos eles teriam um nome especial para machos dessas aves? É ou era muito comum se caçar patos, e os machos eram os mais visados. Entendeu por quê? “Dapper” significa pequeno, ativo, esperto, “vivo” ou numa gíria mais moderna alguém estiloso ou bem-vestido.

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Ícone da espécie: Patolino! Este carinha sempre foi o meu predileto. Eu nunca gostei muito do Pernalonga. É dele uma das frases mais reflexivas e que quando eu ouvi bem criançinha mudou toda a minha pois me fez pensar: “Isso não faz nenhum sentido mas eu também não faço”.

Nota: Ele foi lançado em Junho de 2006. 6/6/6. A versão dele: 6.06. da anterior eu pedi para guardar um 6, certo? Vamos usar ele agora: 6,666666. Yeah, isso não faz o menos sentido mas eu também não faço.

6.10 Edgy Eft

O que significa: “Eft” é um outro nome para salamandras, mais especificamente salamandras d’água. “Edgy” é afiado, aguçado, excessivamente nítido, impaciente, irritado, mordaz. O código de desenvolvimento foi “knot” que é nó, reunião, problema.

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Ícone da espécie: As bruxas de MacBeth (peça de Shakespeare), usaram um olho de salamandra em sua poção.Desde então “olhos de Salamandra” se tornaram um ingrediente muito utilizado para fins mágicos junto com “asa de Morcego” tornando Shakespeare alvo de manifestações do PETA.

Nota: Não há uma nota para este aqui.

7.04 Feisty Fawn

O que significa: “Feisty” é utilizado quando alguém demonstra coragem, tomando uma atitude rapidamente. “Fawn” é o nome que geralmente se dá a veados jovens. Eu escrevi “veado”, ok?

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Ícone da espécie: Bambi. Eu tenho pesadelos com a mãe dele morrendo todo dia 13 de agosto, não me perguntem por quê. O personagem “George” de Grey’s Anatomy é chamado de Bambi pelos outros personagens.

Nota: O código de desenvolvimento deste foi “herd” que é rebanho, manada, agregar-se, juntar-se.

7.10 Gutsy Gibbon

O que significa: “Gibbon” é o macaco Gibão, parentes de Edward Gibbon. “Gutsy” é tempestuoso, ventoso, estrepitoso.

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Ícone da espécie: Ok, eu não achei nenhum Gibão famoso, mas achei um Babuíno, e se vocês não ligarem ou forem biológos é praticamente a mesma coisa. O ícone fica sendo I.R. Baboon, o Babão de “Eu sou o máximo” um desenho insano do mesmo criador de “A vaca e o frango”.

Nota: O código de desenvolvimento deste aqui foi “tribe” que quer dizer tribo e em outros usos, cambada, bando, multidão.

8.04 Hardy Heron

O que significa: “Heron” são o nome dos pássaros pertecentes a família Ardeidae que inclui socós e garças. “Hardy” é valente, valoroso, ousado, intrépido, vigoroso, firme.

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Ícone da espécie: Os flamingos de “Alice no País das Maravilhas”. Eu não sei se Flamingos são da família dos Ardeidae, até por quê família não se escolhe, mas eu tenho certeza de que eles adorariam ser.

Nota: Um nome cogitado para esta versão era “Hungry Hippo”, ou Hipopótamo Faminto, mas isso não ia pegar bem nos Estados Unidos, afinal o que é mais americano do que fast food e pessoas obesas?

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Ubuntu

domingo, 28 de outubro de 2007

Instalei ontem em meu computador o Ubuntu. É meu segundo contato com o Linux e a primeira foi bem traumática. Na primeira vez meu computador simplesmente reiniciava toda maldita vez em que eu ligava. Levei no técnico e ele me disse que poderia fazer um backup mas teria que reinstalar o Windows. Resolvi ser radical e experimentar alguma coisa nova. Ele me disse: “Têm certeza?”. Eu tinha. Entrar na internet foi uma batalha. Não sabia nada de “terminal”, “sudo” ,”pppoeconf” etc. E mais: eu não tinha gostado da qualidade da imagem. Tentei de acordo com meus conhecimentos melhorá-la. No final não sei o que eu fiz que quando ele ligava era apenas códigos e mais códigos. Simplesmente voltei para o Windows.

Wubi

Uns três anos depois aqui estou, digitando no Ubuntu, graças ao Wubi.
Sem particionamento de disco e ainda me permitirá ir testando um enquanto ainda mantenho o familiar Windows.

Já consigo ouvir músicas mas ainda não arrumei um jeito de assistir meus seriados. Ocorre um “erro no fluxo de dados”,seja lá o que isso significa. Desta vez a imagem corresponde a minhas expectativas. Não explorei muito desde que eu o instalei. Mas estou achando interessante explorá-lo embora ainda falte muita coisa para que eu me decida se o utilizarei como sistema operacional principal. E eu até queria.

Consumo consciente

Sempre que eu li sobre Linux eu não via nenhuma necessidade de trocar o Windows por ele. Apenas o papo de “código aberto” não me satisfazia. Como um “não programador” isso não era de forma alguma um atrativo. Afinal, por que eu ia preferir um sistema por ele ter o código livre se eu não sei merda nenhuma sobre código?

O que mudou em mim entre o estado de não ligar para o linux e o de agora? Simples assim: Eu prefiro usá-lo por sua filosofia. Pessoalmente eu não acho que basta consumir. Temos que ser conscientes de tudo aquilo que compramos e usamos e de como isso afeta outras pessoas. Por exemplo: Você já imaginou por que os relógios no camelô custam tão barato? Se um dado fabricante consegue um preço final, ao consumidor, extremamente baixo o que isso significa? Que ele conseguiu tanto matéria-prima como mão-de-obra barata. Para ele conseguir uma matéria-prima barata esta deve ou sofrer subsídios do governo ou sonegar impostos. Porque existem madeireiras e mineradoras clandestinas? Para onde vai toda essa madeira e minério?

Outra, existe uma relação óbvia entre o grau de instrução e o salário ganho. Ou seja, ou a empresa que consegue uma mão de obra barata ou ela emprega analfabetos ou pessoas com muito pouco estudo formal. Ou ainda crianças. Quanto menos instruídas as pessoas são menos conscientes de seus direitos e deveres elas são. Logo, a fim de esquivar-se de obrigações e impostos um desses empresários passa a ter trabalhadores sem carteira de trabalho ou qualquer benefício. Dobra a carga de trabalho, etc. Tudo isso está por trás de um relógio comprado em camelô. Imagine quantas crianças que trabalham 16 horas por dia, sem qualquer perspectiva de ter uma educação não perdem suas vidas ali. É o barato saindo bem caro.

O que tudo isso tem a ver com Linux x Windows?

Não acho que o Bill Gates empregue crianças. Onde eu quero chegar é que você precisa estar consciente do que você está consumindo. A filosofia por trás do Ubuntu foi a coisa que mais me chamou atenção. Por que Ubuntu? Por que eu posso escolher e eu quero escolher um produto que não tenha os valores do Windows. Eu queria consumi-lo pelos valores que ele me passava: Ubuntu é uma antiga palavra africana que significa algo como “Humanidade para os outros” ou ainda “Sou o que sou pelo que nós somos”. Que lembra muito a primeira linha de “I am the Walrus”: “I am he as you are he as you are me and we are all together.”

É um modelo diferenciado de democracia. A nossa democracia moderna, fundamentada nos gregos, é exclusivista desde o princípio: mulheres e escravos não votavam. Ela se baseia na idéia de que as pessoas devem eleger alguém mais “apto” ou “capaz”, mais consciente dos problemas comuns que as represente. Em teoria. Isso acaba gerando uma elite, uma oligarquia, que controla o país e geralmente governam o país tão arbitrariamente quanto qualquer rei absolutista. O primeiro item deste artigo fala mais sobre como uma democracia com o valor Ubuntu é.

[link para "I am the Walrus"]

Eu realmente quero dominar o Ubuntu e aposentar de vez o Windows. Dicas para um novato no Ubuntu não são apenas bem vindas como desejadas. Eu sou um completo ignorante a respeito disso e qualquer ajuda só virá somar.

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Renegade Boys

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

HATE foi um trabalho extremamente autoral que fazia malabarismos com The Beatles eu já abordadei aqui. Eu quase não consigo descrever toda a gama de sentimentos que senti quando inundado por músicas tão familiares que naquele momento estavam tão diferentes. Eu realmente achei genial. Por isso, foi com grande prazer que ontem recebia notícia do mais novo projeto do Fritz Von Rute: Renegade Boys.

Como antes no melhor espírito de cultura livre todo o CD está disponível para download. Desta vez eu tive que fazer uma certa pesquisa, com certeza mesmo gostando eu devo ter perdido muita coisa. Os trabalhos do Fritz contém camadas e mais camadas de significados. Pois no anterior, eu conhecia muito bem a banda. Não a nível de técnico, mas eu ouvi milhares de vezes, assisti muitos filmes e li uma porrada de coisa. Apenas de ouvir a Revolution 23 eu era invadido por uma infinidade de músicas. Viagem total.

Neste projeto foi diferente. Confesso que nunca tinha tido contato com Renegade Soundwave que foi unida a Beastie Boys. Mas não deixou de ser prazeiroso. E com minha pesquisa acabei conhecendo muita coisa nova. Por isso tudo o que posso dizer a respeito da mesma é no nível mais puro e bruto: O das emoções.

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Entre minhas preferidas ficaram “Super Disco Mash-Up”, “Bubbatrouble” e “Stop That Priest”. O disco tem muita energia, do começo ao fim, e tem o poder de animá-lo caso esteja um pouco mais cabisbaixo.

Se estivesse em condições até ajudaria eles via Paypal, música boa sempre será comprada, não entendo a obsessão das gravadoras com a mídia música. Que iniciativas como estas do Fritz e do Radiohead sejam apenas o começo.

Mais um trabalho nota 10! (Aposto que a nota seria maior se eu conhecesse melhor as referências).

[tags]Música,Cultura Livre,Renegade Boys[/tags]