Primeiramente, EMEM é um MEME inverso. Ou melhor, é um MEME em sentido contrário. No mecanismo memético convencional criado por Richard Dawkins e bastante difundido na blogosfera, alguém te convida para fazer o MEME e depois – em geral – você convida outras pessoas. Nesse meio tempo, você segue as normas do MEME e tenta fazer da sua maneira o seu texto adaptado a essa regra seguindo, portanto, a corrente.
No caso do EMEM, o sentido é contrário. No meu caso, não convidarei ninguém, mas irei revelar quem me convidou, mesmo este não tendo feito o EMEM. Em linhas gerais, o mecanismo ememético é nada mais do que um mecanismo memético dawkiniano funcionando no sentido contrário. Pode ser confuso a princípio, mas é justamente essa a intenção. Fazer um breve mindfuck, hã? Por que não?
Tudo que está escrito em itálico se refere às instruções do EMEM. O que não estiver em itálico é o EMEM propriamente dito.
Santaum | EMEM: Revelando os Bastidores Deste Blog
Primeiro, tenho que discordar da descrição. Richard Dawkins não criou “memes”. Ele os batizou e descreveu. Segundo embora “memes” sejam realmente memes, por serem agentes replicadores culturais, qualquer postagem também o é. Blogs, assim como livros, são veículos meméticos. Mas deixando de lado esse detalhe, o propósito deste EMEM é mais nobre:
Finalmente, se por acaso (será?) esse mecanismo ememético der certo, farei n horas de trabalho voluntário anuais durante os próximos 5 anos, desde que n seja o número de participantes desta corrente contrária. O máximo de horas anuais será 115 (23X5). Por exemplo: se participarem 115 pessoas, cumprirei com 115 horas anuais. Se participarem 235 ou 333 ou qualquer valor de n maior que 115, também cumprirei o máximo de 115 horas. Entretanto, se participarem somente 23 pessoas, cumprirei 23 horas anuais de trabalho voluntário. A participação do pessoal será correspondente ao meu banco de horas para n menor que 115. Espero eu que chegue a 115.
Agora os bastidores do 1001 Gatos de Schrödinger, em fotos (clique para ampliar):
Carol Peters
Tiago Madeira
Ibrahim Cesar (que inclusive um blogueiro disse se tratar do “blogueiro do Estadão” só perpetuando preconceitos e falácias)
Em um loop temporal, eu fui convidado por Giseli.













