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Depois de Nós

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

O Mundo Sem Nós: São muitas as questões levantadas pelo premiado jornalista Alan Weisman nesta investigação científica. Após entrevistar especialistas – zoólogos, biólogos, engenheiros e paleontólogos, – Weisman faz revelações fascinantes e, ao mesmo tempo, perturbadoras sobre o impacto da humanidade no planeta. Nós fomos responsáveis pela extinção de várias espécies, e a natureza sobreviveu. Mas o que aconteceria se, atacados por um vírus, desaparecêssemos? Quais seriam as primeiras criações humanas a sumir? E as últimas? Misturando ciência e especulação, este livro será, certamente, um clássico.

Acima, é claro, o texto de marketing do livro. Acredito que entender como nossas marcas desaparecerão no dia que eventualmente sermos extintos é um exercício lúdico que nos permite conhecer a extensão de nossa alteração no ambiente. Aqui vão algumas delas:

Após poucos dias o sistema de metrô da cidade de Nova York estaria inundado.

Após uma semana os sistemas que impedem os reatores nucleares do mundo de superaquecerem irão ficar sem combustível, levando ao derretimento nuclear.

Após um ano a população de pássaros terá aumentado drasticamente, pois os por volta de 1 bilhão de pássaros mortos anualmente por causa das redes de energia irão continuar vivos.

Após 20 anos, o Canal do Panamá irá secar, ligando as Américas do Sul e Norte uma vez mais. Os vegetais domesticados irão voltar a serem selvagens.

Após 100 anos, sem o mercado de marfim, a população mundial de elefantes irá aumentar para 10 milhões. A população de rapozas e raccoons terá diminuído desde que os gatos domesticos entraram em sua cadeia alimentar.

Após 300 anos, muitas cidades construídas em deltas de rios terão sido completamente inundadas.

Após 500 anos, os suburbios terão sido completamente transformados em florestas. Apenas o alumínio e plástico terá se mantido.

Após 35.000 anos, o solo finalmente estará limpo da contaminação gerada pelos seres humanos, o cádmio levará outros 35.000 anos para desaparecer.

Após 100.000 anos, o Gás Carbônico terá retornado a níveis pré-humanos.

Após 1 milhão de anos, micróbios capazes de biodegradar plásticos podem ter evoluído.

Após 4.5 bilhões de anos, as 500.000 toneladas geradas de Urânio-238 terá chegado em sua meia-vida.

Em algum ponto daqui 5 bilhões de anos, a Terra irá ser complemente incinerada pelo Sol quando esse entrar em colapso. Nossas transmissões de rádio e televisão continuarão viajando pelo espaço. Desde o sublime, passando pelas palhaçadas do Monty Python, culminando em bobagens como Big Brother e maluquices como a televisão japonesa.

Steorn

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Desenvolvemos uma tecnologia que produz uma energia gratuita, limpa e constante.

Isto significa que nunca haverá a necessidade de recarregar o telefone, nunca reabastecer o automóvel. Um mundo com uma fonte de ilimitada de energia limpa para todos.

A nossa tecnologia foi validada independentemente por engenheiros e cientistas ? sempre reconhecida não oficialmente e foi provado que funciona.

Este é o mote da Steorn. Evocando uma longo, longo histórico da busca humana me busca do moto-perpétuo (uma busca tal como o sonho de voar e a imortalidade para citar dois paralelos).Caso a Steorn esteja falando a verdade causará uma verdadeira revolução.

O site que está disponível em 6 línguas ( o português curiosamente faz parte), fez o registro de vários cientistas dispostos a validarem ou não seu sistema de gerar energia. “Civis” podem se inscrever e receber os resultados na caixa-postal.

Fato ou ficção?

[tags] fato, ficção, steorn[/tags]