O Sol já se pôs quando passo pela terceira porta do corredor, à direita. As paredes do quarto de Carolina Peters são completamente brancas, à excessão do pedaço entre a cama e a janela, em que há marcas de patas – “da minha gata, Marrie” fala orgulhosamente.
Sento-me na cadeira alaranjada do computador, de frente para minha entrevistada, que aparece refletida …
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