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A real procura da felicidade

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Hancock é um filme chato sem lógica interna que mostra um sujeito que é uma espécie de “deus/anjo” que mesmo sendo imune a tiros, quedas, entra em um incêndio sem ser carbonizado, mas mesmo assim é afetado pelo consumo de álcool, mostrou Will Smith mais uma vez interpretando Will Smith. Lembrei que de todos os filmes dele, o que eu mais gostei foi À Procura da Felicidade e curiosamente é um filme tão distante da realidade como Hancock.

Direto de um artigo do Cracked.

A versão Hollywoodiana:
Chris Gardner é um homem que trabalha duro com uma mulher pé no saco e um pequeno filho adorável ostentando um dos maiores afro’s que nós já vimos em uma criança. Tudo o que Gardner quer é fazer o suficiente para provar o susteno a seu filho.

Através do que assumimos ser magia negra, eles resolve um cubo mágico em tempo recorde, divertindo um emprego da Dean Witter e ele aparentemente passa no único teste necessário para qualificar um homem como um especulador. Ele se esforça por meses, dormindo em metrôs e igrejas com seu filho do lado, mas no fim tudo é recompensado quando ele consegue a única vaga na Dean Witter, vertendo lágrimas de alegria e comemorando pelas ruas de San Francisco.

Na realidade…
Gardner realmente conseguiu uma chance de mostrar seu potencial no programa de treinamento da Dean Witter (ainda que nos entristeça dizer que sua aceitação não teve nada a ver com resolver um brinquedo colorido). Mas, assim como a versão mais honesta do livro mostra, ele aparentemente não foi o pai que o filme mostrou ser.

Primeiro, ele estava tão focado em conseguir um trabalho e ganhar seu primeiro milhão que, bem, ele nem mesmo sabia onde diabos seu filho estava pelos primeiros quatro meses no programa.

Chris, Jr. estava aparentemente vivendo nesse ponto com sua mãe, Jackie. Nós já mencionamos que o garoto foi concebido quando Gardner continuava  casado com outra mulher?

Em adição a isso, ao invés de ser preso bem antes de sua grande entrevista por causa dos bilhetes de estacionamento…bem, parece que Chris foi na verdade preso após Jackie acusá-lo de violência domestica.

Não nos entenda mal, Chris realmente teve sua vida mudada após conseguir o emprego. Mas há algumas coisas em seu passado que não tem nada a ver com aquelas que Will Smith fez na tela. Como vender drogas (como Gardner admite ter feito brevemente), ou tomar cocaína com sua amante, com algumas doses de PCP e uma ajuda de bom grado da Maria Juana.

Adultério? Cocaína? Negligenciar o filho por meses?

Oh, Humanidade!

Jump
Creative Commons License crédito: Claudio Matsuoka

Na Natureza Selvagem e a Busca Pela Felicidade

segunda-feira, 24 de março de 2008

Todos os homens buscam felicidade. E não há exceção. E independentemente dos diversos meios que empregam, o fim é o mesmo. O que leva um homem a lançar-se à guerra e outros a evitá-la é o mesmo desejo, embora revestido de visões diferentes.
Pascal

“Na Natureza Selvagem” é um filme de Sean Penn que conta a história real de Christopher McCandless. Um dos melhores estudantes e atleta. Após se graduar, ele decide dar $24,000 de suas economias para Oxfam “alimentar alguém”, mais tarde queima todo o dinheiro que carregava consigo. Ele após fazer algumas aventuras, resolve ir ao Alasca para viver na natureza selvagem. O filme mostra as pessoas que ele encontrou pelo caminho até encontrar seu destino nas coordenadas 63°51?36.13?N, 149°24?50.62?O.

Ele era um sujeito libertário altamente influenciado por Thoreau, Jack London e Tolstói. A vida de McCandless é um resumo da tragédia humana em busca de felicidade. Ele abandona tudo por seus ideais para descobrir a sabedoria no final de sua curta vida.

Ao longo do filme, acompanhamos McCandless em sua busca pela felicidade e nesse percurso ele acaba encarando as três barreiras inerentes à esta busca. Segundo Freud, elas são, basicamente três:

Forças da Natureza

Afinal, ou está um sol de rachar ou está chovendo sem parar. Mesmo que criarmos condições ideais de felicidade, as forças da natureza sempre serão imprevisíveis e poderão acabar com nossa felicidade em um instante. E elas sempre vão nos vencer. McCandless descobre isso de forma trágica na forma de um rio que “não estava lá”.

Decrepitude de Nosso Ser

O envelhecimento, as doenças, os limites de nosso corpo. São entraves sérios à nossa felicidade. Temos um corpo que precisa de óxigênio, água e alimentação. Devemos encontrar meios para mantê-lo. O personagem do filme em sua busca por alimentação, acaba comendo as sementes de Hedysarum alpinum (uma batata selvagem), ao invés de suas raízes. Acontece que apenas as raízes eram comestíveis. É basicamente parte de sua harmatia*.

Dificuldade de Convivência com o Próximo

Esse é um ponto essencial: Além de termos nossos corpos e a natureza contra nós, temos outros. Atire a primeira pedra alguém que nunca disse “eu não fui com a cara daquele (a)”. Cada um de nós, movidos por nossos desejos, encontramos nos outros empecilhos a isto. Seja a pessoa que não nos retribui o amor, ou o patrão que explora. McCandless se baseava que para encontrar a felicidade, não era necessário estar entre seres humanos. Abandona sua identidade, e vai viver isolado.

Como Pascal disse, todos em menor ou maior grau buscam a felicidade e como aponta Darrin M. McMahon em “Felicidade: Uma História”, ser feliz se tornou um dever. Por isso, “Na Natureza Selvagem” se torna um filme duplamente interessante, primeiro, a trajetória de vida do herói é interessante como entretenimento, e em segundo lugar, consegue nos tocar profundamente por compartilharmos da mesma busca dele, ainda que empreguemos meios diferentes.

*Harmatia: Conceito grego que significa “erro de julgamento” ou “erro por ignorância”. Na TRAGÉDIA, segundo Aristóteles (384-322 a.C.), trata-se do erro de julgamento cometido pelo personagem ao estabelecer sua AÇÃO (cap. XIII da Poética). Esse erro deriva da ignorância do personagem acerca de algum detalhe importante na sequência dos acontecimentos anteriores. O reconhecimento do erro, consequentemente, provoca a peripécia e gera a catástrofe. A harmatia foi chamada por teóricos e críticos, por muito tempo, de falha trágica. Uma interpretação correta do conceito de harmatia não pode prescindir dos elementos “escolha” e “vontade”, por parte do herói, nem de uma “tomada de decisão”. Estas circunstâncias é que vão provocar no espectador os sentimentos de TERROR e COMPAIXÃO que conduzem à CATÁRSIS. [fonte]

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Copyright © 1992 Christopher McCandless, esta foto é um auto-retrato encontrado em sua câmera por caçadores, que encontraram seu corpo duas semanas após seu falecimento.

10 Passos Para Parar de Beber em uma Festa

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Não! Eu não estou bêbado!

Se você der esta resposta após alguém afirmar que você está bêbado, bem, você está bêbado. Primeiro, a negação. Negamos ter qualquer problema que seja. Segundo, bêbado sua capacidade de julgamento está seriamente comprometida, já começa a achar que a festa está cheia de garotas perfeitas ou fala em um tom acima do normal. Ou simplesmente o mundo de repente entrou em câmera lenta. Se você quer parar de beber, deve ser forte e lutar contra os demônios da bebida, siga nossos 10 passos e nos vemos do outro lado! (PS: Não dirija! Se não nós realmente nos veremos do outro lado!)

Passo 1: Assuma que você tem um problema

Este é o primeiro passo. Quando você assumir que precisa parar com a bebida, é quando tudo começa.

Passo 2: Beba mais

Provavelmente você assumiu que tem um problema. Que precisa parar de beber. Como um espécime saudável da raça [sic] inteligente do planeta terra. Você sabe exatamente o que fazer, certo? Errado. Neste passo, as pessoas bebem mais.

Passo 3: Largue o copo

Ajuda muito. Sem o copo na mão a compulsão por enchê-lo e levá-lo à boca cai para praticamente 4 em uma escala de 1 a 10.

Passo 4: Um brinde a…

Você largou seu copo. Aí alguém têm a brilhante idéia de que tomar uma quantidade de álcool após levantar o copo honra paz, amor e felicidade, ou qualquer outra merda que esteja sendo brindada. E como você não pode fazer essa desfeita, você pega novamente o copo. Só um brinde, não é mesmo.

Passo 4: Um brinde a…

Quando você começa a se repetir é sério, você precisa parar de beber.

Passo 5: Flash back

Agora é a recaída. Após o brinde, o copo ficou na sua mão e alguém simplesmente o encheu. Você ri e pensa “Eu não deveria beber, mas já que estamos aqui…”. Errar é humano, mas para errar tanto só estando bêbado…

Passo 6: Desligue o celular

Um passo muito importante. Pois você sob o efeito do álcool pode sabotar a si mesmo ligando para sua ex-esposa, ex-namorada ou simplesmente alguém aleatoriamente de sua lista de contatos. Você pode ser um sujeito extremamente legal quando bêbado, o que eu duvido, mas ninguém têm muita vontade de bater papo às 3 da manhã, na verdade a pessoa que for atender vai fazer com o coração acelerado achando que aconteceu algum desastre. Não o desastre de você ligar, algum realmente importante. Desligue o maldito telefone.

Passo 7: Cuidado onde pisa!

Após tantos passos você deve estar um pouco confuso e com ânsia de vômito. Respire fundo. Não! Use o banheiro e não esse vaso de plantas, estúpido.

Passo 8: Coma

Procure por doces. Comer salgados pode te deixar com sede e você cairá novamente na bebida. Pois sempre que se diz que quer um copo de água, em festas as pessoas geralmente te trazem cerveja. O que é, claro, um erro perfeitamente comum de se fazer.

Passo 9: Reze

Simplesmente não funciona.

Passo 10: Última Prova dos programas de desafio

Sabe aqueles programas tipo “Neura MTV”, “Passa ou Repassa”? Então, sempre há vários blocos de programa em que os competidores passam o tempo todo somando pontos e fazendo provas ridículas, só para chegar na última prova que vale 90% de todos os pontos do programa e torna todas as outras simplesmente irrelevantes. Um time pode estar sendo surrado até a morte, mas se ganha essa prova, ele é o grande vencedor. Todos já vemos algum programa deste. Pois bem, este passo é o equivalente a esta prova que vale tudo.

Quer parar de beber? ENTÃO, SIMPLESMENTE PARE.

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Napoleão: O Primeiro Emo

terça-feira, 24 de julho de 2007

Muitas pessoas se perguntam quem o que foi o primeiro a ser o que hoje denomina-se “emo”. Para mais informações sobre o tópico consulte este artigo. Pois saibam que após labutar muito tempo e ficar com os olhos cansados e cheios de remela eu descobri que o primeiro emo foi ninguém menos que Napoleão Bonaparte.

Napoleão Bonaparte é mundialmente conhecido por ter sido o Baixinho-Que-Quase-Dominou-O-Velho-Mundo. Porém antes de tentar a sorte desta forma ele tentou ser o Baixinho-Gênio-Francês-Da-Literatura. Ele tirou licença do serviço militar e trabalhou durante meses, lendo e escrevendo. Em Agosto de 1791 ele se inscreveu em uma competição de ensaios cujos prêmios seriam patrocinados pela Academia de Lyon (seja lá o que isso quer dizer). Não era tema livre e nem o clássico “Como foram suas férias”, o que surpreendeu muitos literários da época que acusaram a banca de estar sendo “transgressora”. O tema era “Que verdades e sentimentos são os mais importantes para oferecer felicidades às pessoas?”.

O ensaio que Napoleão escreveu é simplesmente o documento histórico que prova sem qualquer sombra de dúvidas ou batom vermelho de que ele foi o primeiro emo. Confiram trechos:

“Quando o tédio de viver se apossa do coração da pessoa, a tristeza, uma escura melancolia e o desespero se instalam. Se esse estado perdura, a pessoa se entregará à morte”

“[...] escancarar as próprias entranhas [...]”

“[...] vazio,a terrível solidão do coração [...]”

“Quando [a pessoa] se pergunta: ‘Por que fui criada?’, então – penso eu – ela se torna a mais desgraçada das criaturas [...] Como é que consegue continuar vivendo, com esse coração vazio? Como pode levar a vida dos animais, tendo as faculdades morais que são peculiares à nossa natureza? Ela seria feliz se não possuísse tais faculdades! Essa pessoa é levada ao desespero por qualquer ninharia. O menor obstáculo parece-lhe uma calamidade insuportável [...] No vazio da solidão, uma paixão interior não deixa de lembrar: ‘Não, não sou feliz’”

Ele depois oferece soluções como contemplar o nascer do Sol “[...] E que os primeiros raios do Sol penetrem em seu coração”, passear pelo campo e ouvir “[...] o silêncio perfeito do Universo” (interessante notar que ele escreveu isso antes da criação do Funk), ou pedir abrigo na cabana de um pastor para dormir ao pé do fogo vivo da lareira e à meia-noite, “volte a si” para “meditar sobre a origem da natureza”. Em outra parte ele antecipa os livros de auto-ajuda: “A melancolia o conduzirá e você se entregará a ela”.

Outro indicio de que Napoleão foi o primeiro emo, se é que estes não são por si somente suficientes, é que assim como os emos contemporâneos, o texto de Napoleão foi considerado “pior do que medíocre”, tal como é taxada a poesia emo, a música emo e o próprio dialeto conhecido como miguxês.

Fonte: Felicidade, uma história

[tags]Napoleão, Emo, Miguxês,História, Pessoas[/tags]

Hic Habitat Felicitas

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Tenho falado dos livros que estou lendo. Antes eu não fazia isso, mas percebi que acaba gerando algumas discussões interessantes, pois bem, o livro da vez é “Felicidade – Uma História”. Comprei-o segunda e pouco li, ontem mesmo perdi o dia inteira praticamente sedado, estou ainda na página 123 e somente cheguei ? s visões grega e a visão cristã da felicidade (a última ainda não inteiramente exposta). Mas algo me chamou a atenção: ÿ público e notório, que a beleza está nos olhos de quem vê e a maldade nos olhos de todos mundo, mas vejam o símbolo que adornava as paredes romanas:

Se você forçar a vista, vai ver que está escrito “Hic Habitat Felicitas” ali, ou “Aqui mora a felicidade”. O símbolo é praticamente o mesmo que o “cara mau” da escola que eu estudei, chamado Silvio desenhava nas paredes e em nossos cadernos. Lembro de como as professoras ficavam possessos com ele. Olhe a injustiça: O garoto só nos desejava felicidade.

[tags]nonsense,felicidade[/tags]

A Fórmula da Felicidade

terça-feira, 1 de maio de 2007

Não faz muito tempo, Scott Adams escreveu em seu blog aquela que para ele seria a fórmula da felicidade. Cada item da fórmula se dividiria em outros e assim, atingiria-se a felicidade. Ele havia dito que não escreveria um livro a respeito disso pois ele seria bem curto no entanto seria interessante um wiki para que mais pessoas pudessem contribuir. Foi quase uma ordem e um dia depois de postar sua fórmula, já estava no ar o wiki da mesma.

A fórmula em si é simples. :) = Saúde + Dinheiro + Vida Social + Significado

Cada item então fatora-se em outros como por exemplo, Saúde que é a soma de Sono, Saúde Mental e saúde Física. Novamente cada um destes itens se deve a outros fatores e assim por diante. Eu quando li e um tempo após, concordava com Adams. Mas mesmo concordando com ele nem ao menos levei muito a sério a “fórmula” no sentido de colocá-la em prática. E agora após pensar muito nela cheguei ? conclusão de que ela é inútil.

Há fórmulas que funcionam muito bem. Vejam as fórmulas de aceleração e etc. Mas será que algo tão subjetivo como a felicidade pode ser reduzido a uma fórmula? Acredito que trata-se apenas de mais uma moda da modernidade. De instrumentalizar tudo, burocratizar cada orificio do ser humano. Veja a tão famosa metodologia GTD (Getting Things Done) do livro A Arte de Fazer Acontecer, que apresenta uma metologia (burocracia) para se atingir níveis maiores de produtividade e [sic] criatividade. Talvez eles pretendam em breve embalar a criatividade e vender, já que organizar sua vida com a ajuda de uma tabela é capaz de fazer isso. Mas é claro que os fanáticos por tecnologia devem amar isso pois condicionam as suas vidas ao mesmo tipo de rotina de um programa de computador. Se eles estão felizes não há problema, é claro. ÿ apenas triste eles deixarem de serem espontâneos e por que não dizer, eles mesmos e tentar ser mais parecidos com uma máquina.

Usar uma fórmula para se obter algo não é o mesmo que colar em uma prova? Eu sinto como se fosse.

Indo além eu não acho realmente que felicidade seja algo que todos experienciam. E nem mesmo da mesma forma. Para começar, felicidade não passa de uma substância química em seu cérebro. Há pessoas que são “naturalmente” felizes, o tempo todo, e não conseguem desligar. Todos conhecem alguém assim: Uma pessoa que aconteça o que acontecer sempre vai estar sorrindo (exclui-se falecimentos) e tentando levantar o “astral” de todo mundo. Eu conheço uma pessoa assim e ela é insuportavelmente legal. O tipo que você têm raiva de não conseguir sentir raiva dela.

E há pessoas que sempre terão muito pouco da substância no cérebro. Eles naturalmente vão ler Schopenhauer, Nietzsche, serem pessimistas e escreverem em seus blogs que essa coisa de fórmula da felicidade é uma coisa idiota e inútil por que, como não conseguem serem felizes, querem que todo mundo não seja também. Pobres destes.

Minha visão materialista da felicidade me diz que nunca terei isso e não consigo realmente pensar em nada que “clique” me faça feliz.O que eu quero com tudo isso é lançar a questão: O que você precisa para ser feliz? Como você seria feliz? O que é felicidade?

Por favor, manifestem-se nos comentários. E convido ainda para discutirem em seus blogs. Gostaria ainda de dizer que levem meu “convite” mais como uma sugestão de postagem a fim de não sentirem-se pressionados a escrever sobre a felicidade. Lê-los me deixaria muito feliz (entenderam?).

Dudu Tomasselli
Tiago & Carol
Ed
Ressaca Moral
John

[tags]felicidade,fórmula,getting things done,GTD[/tags]

O sentido da vida

quinta-feira, 22 de março de 2007

A resposta para a vida, o universo e tudo mais não é 42. A Deusa me enviou uma mensagem, abaixo psicografada:


fnord

Dispensa explicações. Todos salvem Eris!

Você não é feliz? Culpe seus genes por isso

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Cientistas acabam de anunciar a melhor desculpa para a falta de felicidade: “São seus genes”.

De acordo com uma pesquisa divulgada recentemente, de 1/3 a 1/2 de sua felicidade possui causas genéticas ou características da personalidade da pessoa.Segundo Richard Lucas, líder do estudo, “Isto não quer dizer que as pessoas que são felizes agora, serão felizes no futuro.Mas, aquelas que estão infelizes hoje, inevitavelmente estarão infelizes no futuro”.

ÿ a ciência quebrando o mito de que todos devemos buscar a felicidade e que todos podem ser felizes. Podem notar, a felicidade das pessoas independe do que lhe acontece: Eu conheço pessoas que passam pelas piores dificuldades financeiras, emocionais, parentes morrem, mas eles continuam felizes, com um grande sorriso estampado no rosto.Olhe para mim, sempre refletindo.Somente ganho elogios das pessoas, ganhei prêmios de melhor aluno e não sei se posso dizer que eu me senti feliz, no máximo fiquei contente.

ÿ tudo uma questão de química cerebral: você nasce com um bando de genes que dizem que sua taxa do neurotransmissor que cria a sensação de felicidade e prazer e pronto.Você vai frustrado toda a sua vida.Algo que os cientistas devem estar deixando passar mas ainda gerará alguma pesquisa, isto é, se ela já não estiver em andamento é a associação de indivíduo menos felizes com a tarefa de pensar, com a reflexão.Aristóteles, em uma época onde os genes ainda não eram egoístas,associava essa tristeza a um modo de vida necessário ? reflexão e para a filosofia. Goethe (se lê Guêtê), dizia que essa era a doença de pensar.

Leia:
O Demônio do Meio Dia
O Gene Egoísta
Genes: Uma Investigação Filosófica

[tags] biologia, genética, felicidade[/tags]