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Beatles from HELL

segunda-feira, 19 de maio de 2008

The Beatles’ HELL vem servir o mundo com faixas clássicas remixadas para o vosoo puro deleite. Os quatro poetas de Liverpool – ou do Limbo – decidiram pagar uma etapa no HELL (ou INFERNO para quem não fez BRASAS haha!) como alguns soldados que ainda estão no Oriente Médio foram obrigados a fazer. Eles deram um rolé nos mesmos círculos que Dante nos descreveu 708 anos atrás, e chegaram no fundo do poço, um deles chegando até a ser casar com a Heather Mills. Mas essa viagem é vossa sem esvorço, basta baixar o ultimo disco dos rapazes, The Beatles’ HELL, sim!

Eu já falei antes dos projetos sensacionais do Fritz: Beatles HATE e Renegade Boys. Agora após uma descida aos Infernos, ele leva os Beatles a um novo lugar: The Beatles’ HELL.

No site você encontrará disponíveis não apenas as canções para ouvir, mas como para download direto em diversos formatos (em .zip, via torrent, em formato .mp3 ou CD, enfim, o diabo a quatro), assim como a capa e wallpapers bacanas. Não sei se são as gravuras de Doré para a Divina Comédia ou Paraíso Perdido, mas são sensacionais.

Mesmo gostando muito de Beatles eu nunca gostei de duas coisas: “Hello Goodbay” e o fim da banda. Olhe que em HELL, Hello Goodbay se redime totalmente em Hell’O Goodbay. Mas as minhas prediletas do disco ficam entre Helleanor Rigid e Hell Terskelter. O CD é ótimo, no habitual “Padrão Fritz de Qualidade”.

Essa é a minha dica para usar com os megabytes que você provavelmente baixaria com pornografia ou música ilegal.

Bônus Track: Masomunism

the beatles.
Creative Commons License crédito: gisel h.

HATE

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

beatles_and_brian_epstein400r.jpg

Pude ler em inúmeros lugares elogios rasgados ao disco “Love”, mixado por George Martin e seu filho, que usou música dos Beatles para servir de trilha para um espetáculo ridículo de pessoas envoltas em cordas e fazendo todo tipo de contorcionismo.

“Hate” é o que há.

Em suas palavras:

O mais esperado lançamento dos Beatles desde o Black Album. Depois de serem questionados pelos Beatles que ainda não morreram sobre a possibilidade de realizarem alguns remixes experimentais com o vasto material, Sir George Master Five e o ex-baterista Pete Best Zarustica passaram sete dias inteiros num estúdio produzindo este disco, que declara pela primeira vez na história da banda, ÿDIO pela guerra, pelos EEUU e pelos que apoiam este ato desumano.

Esta pérola forjada na Marshall Records (Apple Corpse), é provavelmente a melhor obra discordiana deste Universo. Não sou um grande especialista em música, sou como o cara que bebe vinhos e sabe um pouquinho de como são feitos, o que é bom e o que não é, mas não é um daqueles caras que metem o nariz na taça e sabem que tem um tom levemente “ácido de frutas silvestres dos campos noruegueses. E é claro, sou um imensamente fascinado pela Mitologia Beatle e suas maravilhosas canções.

Irei comentar pessoalmente o que achei de cada faixa.

“Intro/Revolution 23 é a faixa de abertura e é bem curta, tem tantas referências na canção que fica muito difícil pescar todas,mas vão desde “A Hard Day’s Night” até a “Helter Skelter”.Com seu exato 1 minuto de duração é uma ótima introdução pois deixa um grande gostinho de quero mais.Não preciso dizer nada sobre o 23, ali certo?

“Drive My War”, cheia de batidas e assobios que a leva para um outro nível. “Drive My Car” sempre foi uma de minhas músicas prediletas e gostei do que fizeram com ela.

“Tomorrow Never Blows”, baseada numa das canções mais psicodélicas e místicas dos Beatles baseada em um folheto sobre LSD, ganha em “Hate” dimensões cósmicas, ou melhor espaciais e termina de uma forma ótima.

“Day Reaper”, baseada em outra canção Beatle sobre drogas foi uma das versões que eu mais gostei, pois foi a primeira vez que simpatizei com a música. Não que eu não gostasse vejam ,bem, mas sempre achei uma canção bem fraquinha, em “Hate” encontrei a melhor versão para ela.

From Me To Whom?, uma das canções mais “idiotas” dos Beatles ganhou aqui uma versão caprichada cheia de camadas de sons.

“Bomb Together”, “Come Together” foi um rock criado por John para servir de hino ou algo assim para uma campanha de Timothy Leary, ícone do LSD. Nesta versão com direito a take de John rindo e um coro gospel… Bem, estão acabando meus adjetivos.

“What’s New Sarah Jane”, você já sentiu medo ouvindo uma música? Eu já. Ouvindo “Revolution #9″ e essa canção.

“I’m Nuking Through You”, uma verdadeiro ataque aos seus ouvidos. e diferente de um ataque como o Sr. Bush está fazendo na Somália, deste você vai gostar.

“Love Retard”, impressionante como foram capazes de deixar pesada uma canção tão “leve” (para não dizer “idiota” novamente) como “Lovely Rita” em algo poderoso e pesado.Um parêntese aqui: Eu admiro Paul, mas ele nunca foi meu Beatle predileto (George é) e suas canções para mim sempre estão um passo atrás das de John e George.

“You’ve Got To Hide Your Hate Away”, de zero a dez? 11.

“Horny Pie”,MEDO,MEDO,MEDO!

“Why?”, o coro de Because respondendo a pergunta de forma magistral.

“Buddy Girl”, foi uma das minhas prediletas de “Hate”, o difícil é explicar por que.

“Sadness Is A Warm Gum”, essa foi a minha predileta, tanto pela temática quanto pelas sobreposições, efeitos, os melhores vocais de um canção Beatle com certeza.

“War Fields Forever”, é a última canção, mas foi a primeira que eu ouvi. Acho que sempre foi minha canção predileta dos Beatles.Sempre que escuto fico de ouvidos bem abertos, nunca se sabe quando John vai resolver me dar uma mensagem importante. Philip K. Dick que o diga.Unindo vários takes dessa canção e usando efeitos, a entrevista, termina magistralmente como a melhor canção do dico e minha predileta. Peraí…Eu já disse isso?

“Hate”
O Melhor disco dos Beatles de todos os tempos.
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(1 estrela; péssimo. 2 estrelas;ruim. 3 estrelas;bom 4 estrelas;muito bom 5 estrelas ótimo)

Para Saber Mais:
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[tags]beatles,discordianismo,hate,peace[/tags]