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O papel das músicas em nossa vida

sábado, 26 de janeiro de 2008

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Para mim as músicas sempre exerceram um grande papel em minha vida e marcaram profundamente algumas passagens. Há certas músicas que eu procuro me manter afastado. Ao escutar os primeiros acordos é como se puxassem um gatilho de emoções, memórias. Mesmo sofrimento. É por isso que procuro me manter afastado.

Confesso que ao ler “Meias Vermelhas & Histórias Inteiras” do Marcos Donizetti, do Hedonismos ele me ganhou bem no começo. Na verdade antes mesmo de qualquer uma da história. Foi na dedicatória. Bem, não conheço Cátia, Carolina e Jussara. Mas Lennon & McCartney esses sim. Quando vi o primeiro título: “Julia”. Logo me veio o meu álbum predileto dos Beatles, as condições em que John compôs essa música para sua mãe e tudo mais.

Isso revela muito da natureza do livro ao meu ver. A maioria evoca canções e o papel delas em nossa vida. Os contos em si mesmo funcionam como o equivalente a canções: rápidos, tratando de um “frame” da vida, de uma emoção, um sentimento, exatamente como uma narrativa de uma canção. Você lê bem rápido, mas como as grandes canções, sua extensão não está de forma alguma ligada com o impacto emocional que causa em você. Como toda música, elas vão causar reações diversas dependendo da pessoa, mas nunca mesmo você não será de alguma forma tocado. Em duas palavras: Ótimas histórias!

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Me fez ficar refletindo sobre o papel das músicas em nossa vida. Há tantas que significam tanto para mim. “El Scorcho” do Weezer, “Mr. Brightside” do The Killers e “Paranoid Android” do Radiohead são algumas delas (para não citar Beatles). Vamos fazer um pequeno jogo? Cada um nos comentários diz três músicas que possuem um peso em sua vida. Que os jogos comecem!

PS: Os vídeos do YouTube nesta postagem mostram duas grandes músicas referenciadas no livro. Mas há outras por lá! E NÃO, esta não é uma postagem patrocinada. É como qualquer elogio deveria ser – DE GRAÇA.

Para saber mais sobre o livro:
“Meias Vermelhas & Histórias Inteiras”