Tenho outra confissão a fazer: Eu sempre quis ser um escritor. Não do tipo Joyce ou Kafka. Mas um do tipo Borges ou Vila-Matas. O que sempre me manteve longe de sê-lo foi a minha má vontade com meus textos. Nada do que escrevi me satisfez o suficiente para me levar a sério enquanto escritor de ficção. Mesmo não sendo …
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