Posts com a Tag ‘pessoal’

Discordianas

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Com o primeiro mês discordiano, Caos, quase chegando ao fim, é interessante fazer uma recaptulação do Discordianismo em 3174 YOLD (Ignore o Falso Calendário):

1. Foi lançando o “Discórdia Brasilis“, segundo alguns a reunião da nata discordiana nacional segundo outros, o de pior que temos (talvez por que eles não gostem da nata).

2. Fórum

Agora os discordianos contam com mais um fórum para debater. Tudo muito novo, ainda um pequeno recém nascido que pode morrer se não se mostrar forte e ter uma certa participação e atenção da comunidade dos adoradores de Éris.

3. Wiki

Sim, agora nós discordianos também teremos nossa própria Wiki. E vamos escrever lá sobre cada Papa, Reverendo e Cabala do Brasil assim como conceitos, acontecimentos, datas festivas e tudo mais. PS: Sejam extremamente legais comigo ou eu passo de ADDBV (Auto-Denominado Ditador Benevolente Vitalício) para ADDQCC (Auto-Denominado Ditador Que Corta Cabeças). Mas antes, e aqui entra a crueldade, farei o indivíduo passar pelas piores torturas imagináveis: ouvir funk sem parar, ter que conversar com meu vizinho surdo e ir às compras com minha tia em dia de liquidação.

4. Um fanzine

Isso mesmo, um fanzine. Ele até mesmo teria uma versão física que eu enviaria, a princípio, para o Rev. Tiago e Rev. Cekemp e depois entregaria pessoalmente ao Santaum (sem esquecer de Éris, é claro), mas onde eu levei para xerocar, o sujeito não teve a capacidade de xerocar exatamente como eu planejei então tive que pegar e escanear (ia ter uns lances como diagramação ao contrário, esse tipo de coisa).

Então, aqui eu vos apresento, Thundercats, GO!, o número 00001 do tal fanzine: Descarregue já!

5. Leia isso

Onde buscar idéias para os Posts?

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

O blog português 2.5 me convidou para um meme corrente com o tema, Onde vou eu buscar as idéias para os Posts?.

Essa é uma pergunta estranha. Há alguém que não tenha idéias? Quero dizer, pelo menos quem me conhece pessoalmente, sabe que os assuntos que tratam aqui são um reflexo de minhas conversas diárias e cotidianas. São os assuntos que me fazem pensar. Ou coisas com que eu encontro na internet e me fazem rir muito ou refletir.

E nem mesmo 10% das minhas idéias para postagem chegam a se materializar. O Rev. Tiago Madeira sabe um pouco do que eu estou falando. Sempre digo algum “projeto” meu, como um “supertrunfo” de Deuses e Filósofos ou um outro projeto com “Carma” no nome. Coisas que eu só rascunho e nunca cheguei a completei.

Interrompemos a postagem para uma pequena convocação: Quem fizer um template de super trunfo para que eu possa colocar os atributos e a foto, ficaria imensamente agradecido e dividiria a autoria. Obs: Tem que ser em algum formato livre. Agora, fique com o restante da postagem.

Sei que é uma resposta capenga mas é o que acontece aqui. Como o 1001 Gatos não é voltado a noticiar coisas ou apresentar grandes novidades e sim a desvender o grande enigma do mundo e da existência, nós podemos nos desprender um pouco de nosso contexto histórico. Porém desde o Teorema de Gödel, sabemos que um sistema jamais pode ser descrito com exatidão pois estar contido no sistema que tenta descrever, logo, que tal tarefa está fadada ao fracasso assumimos uma atitude franco-atiradora, um abandono de qualquer enciclopédica, para um mosaico de vislumbres. Um humor ontológico dirigido a qualquer instituição humana, pois da madeira torta da humanidade jamais há de se fazer qualquer coisa verdadeiramente reta, e isso é muito engraçado. Tomamos de assalto o Estúdio da Realidade e refazemos o Universo! (não sei ao certo quantos autores eu roubei nas últimas frases mas dizem muito sobre a postura do 1001).

Sempre digo que tenho 1001 i.p.m, idéias por minuto, e sempre achei que todos compartilham essa qualidade, a diferença é o exercício da mesma. Alguns parecem ter se livrado mais dos freios da razão e do bom senso do que outros. Mas acho que há um potencial criativo dentro de cada um. É o que eu acho.

Como manda a tradição, fica aqui 3 blogs para dizerem de onde tiram suas idéias de postagens:

Sócio Fusão; Schneider e John, revelem seus segredos!

PortalCab.com; poucos blogs são como este em que cada postagem realmente tem ótimo conteúdo, mesmo quando é sobre qualquer banalidade.

Fotografia Center; o Dudu pode nos dizer suas motivações e inspirações para fotografar, seria interessante!

—–

E agora, para algo completamente diferente:

O blog Absurdioso também nos presenteou para participar desta corrente de “É um blog muito bom sim senhora!”.

Obrigado pela menção!. Aqui irei indicar blogs “muito bons, sim senhora”, que eu, Rev. Ibrahim Cesar, considero como tais, sem qualquer ordem em particular:

Ressaca Moral; quando eu disse que era em “sem qualquer ordem em particular” eu menti, já que este é o meu blog predileto de todos os tempos. Toda postagem que eu faço aqui é uma tentativa canalha e sem vergonha de imitá-los. Mas jamais chego perto, afinal não tenho um Messias Jardan no meu time.

Orkuticídio em Massa para Adoradores de Pizza; entre os mais de 23 motivos que poderia citar, por que o mascote deles é o Garfield e este não deixa de ser um dos 1001 gatos. Rá!

Megalopolis; um blog que além de ter milhões de comentários é realmente interessante.

Esse é o pódio olímpico dos blogs, que esta semana, considero “blogs muito bons, sim senhora”. E senhores também, é claro.

haha.jpg

Manias

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

O caro Enio me convidou para uma brincadeira: A de entegar cinco manias pessoais.

1. Procurar os Números 5 e 23

O discordianismo de que eu tanto falo aqui é uma elaborada sátira para aqueles que querem fazer de sua própria vida uma piada. Como uma sátira é seu dever mostrar o absurdo daqueles que se levam a sério. O Enigma 23 e o número sagrado 5 são sátiras à cabala, numerologia e todas essas obsessões com números. Estamos cercados de números por todos os lados, se você procurar por qualquer número, é claro que você achá-lo, ao menos uma parte dele pois temos 10 digitos básicos (0,1,2,3,4,5,6,7,8 e 9) ou seja, “Quanto mais você procurar mais você vai achar”. Esta frase está até mesmo no Principia. Só que a sátira se tornou uma mania para mim. Ou seja, virei um pato de imitar um pato. Ou discordianismo é uma coisa séria disfarçada de piada…

2. Citações

Eu encho o saco dos meus amigos com isso. Quando eu gosto de algum filme, seriado ou livro eu vou ficar falando frases, imitando falas e trejeitos. Geralmente eles ficam olhando para mim com cara de quem não entendeu a piada.

3. High Five!

200px-high-five.jpg

Eu suo o High Five! como cumprimento. Já aconteceu de eu ser apresentado a garotas e enquanto elas vinham dar dois beijinhos eu estendia a mão e exclamava: “High Five!”. Eu comecei com essa mania depois de assistir Borat e fazer a conexão de que 5 é um número discordiano (como visto na mania acima). Talvez apenas por ler esta postagem não façam idéia do quanto isto é uma mania, mas para se ter uma idéia eu devo fazer uns quatro high five a cada meia-hora. E nunca perde a graça.

Para ser um pro em High-Five!

4. Pegar lixo do chão de lugares fechados

Se eu estou em um shopping, em uma loja ou qualquer lugar fechado eu tenho que pegar a coisa e jogar no lixo, caso contrário eu não consigo fazer outra coisa ou fico com a consciência pesada. O curioso e eu devo agradecer por isso, é que o mesmo não acontece quando eu estou em lugares abertos. Eu chego a jogar lixo no chão, embora sempre me reprima: “Ibrahim isso é em>tão errado…” . Eu sei é feio, bobo e errado, mas eu confesso já joguei lixo no chão. E meu amigo sempre reclama: “Jogue lixo no chão” aí eu sempre, sempre respondo: “Aqui é um lixo”. Acho que são duas manias.

5. Ouvir mil vezes a mesma música

E depois partir para outra. Sem culpa. Sem arrependimentos. Sem saudades, mesmo tendo minhas recaídas de vez em quando.

Eu tenho várias outras. Conferir as portas e janelas antes de dormir. Fechar todas gavetas, escrever YHVH (você não pode dizer isso), falar “garotas de 14 anos já fizeram mais sexo do que você vai fazer em sua vida” entre outras. Eu fui diagnosticado obsessivo-compulsivo há mais de 7 anos. Antes de “TOC” virar mania (o que é irônico).

Como mandam as regras eu tenho que passar a bola para outras cinco pessoas, e os meus escolhidos da vez são: Celso Júnior,Rev. Peterson Cekempo meu quase-xará Cesar, Newton Wagner e o grande Douglas Gravateiro.

front_hardio_front.jpg

Nova mania: colocar imagens em cada postagem. Para deixar menos “monótono”.

[tags]meme,manias[/tags]

Schadenfreude-me

terça-feira, 9 de outubro de 2007

“Schadenfreude” (lê-se chandenfroide) é uma palavra alemã para a sensação de prazer que a desgraça alheia provoca. Schopenhauer dizia que era uma emoção diabólica, sinal de coração perverso. Eu sei que muitas pessoas não gostam de mim, então, esta é uma postagem especialmente para alimentar o prazer de vocês.

Primeiro, quando eu larguei meu emprego na farmácia eu achava que ia ficar um tempo sem aquele emprego horrível, ia me focar nos estudos e depois arrumar algum tipo de emprego que fizesse mais sentido para mim. Larguei a faculdade, de Filosofia, não que agora fosse me ajudar muito já que um diploma de filosofia não é exatamente o mais disputado do mercado. Sorte que eu guardei algum dinheiro – aliás eu tinha algum dinheiro por que meu pai morreu e eu ganhei uma parte do valor de seu seguro. Nunca se sabe quando pode precisar de dinheiro, não é mesmo?

Meu monitor quebrou. E pior, descobri que com o passar do tempo meu porquinho não tinha quase nada. Cheguei hoje a R$ 0,00 em minha poupança então é hora de comemorar o fracasso. Este blog dá no mínimo $1 por dia, no máximo $2. Não sou mais uma história de “blog-sucesso”. Sou o contrário. Perdi inclusive a relevância (será que a tive?), como comprova-se a diminuição no recebimento de links.

Justo no mês que bati meu “recorde” no valor da comissão do Submarino (mais ou menos R$250), eles passam por uma reformulação interna e não irão mais realizar depósitos em contas poupança. Só aceitarão contas corrente no nome do titular, não aceitando de terceiros. Fui hoje tentar abrir uma conta corrente mas não foi possível já que você precisar levar ao banco um comprovante de renda.

O que me leva para exatamente onde estou.

Eu estou acostumado com pouco. Não sou esbanjador. Gosto de comprar livros e ir ao cinema. Só tive contato com computadores em 2003 – um mês depois que meu pai morreu (foi comprado com parte do dinheiro do seguro). Ele achava computador uma coisa desnecessária e cara. Preferiu “investir” seu dinheiro em cigarros e bebidas – o que por fim o matou (cirrose hepática + falência dos pulmões). Ele nunca foi violento, eu jamais apanhei em toda minha infância, não em casa ou dos meus pais. Mas agora eu estou aqui, digitando este texto, com R$ 00,00, morando na casa de meu padrasto, e querendo desesperadamente um emprego qualquer.

Hoje é um dia ruim. Eu já disse que tenho 21 anos e nenhuma garota jamais deu bola para mim? Estou deprimido de uma forma que eu nunca estive antes – Hoje é um dia ruim.

[tags]Schadenfreude,eu,eu,eu[/tags]

Sala 101

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

-Sabes o que há na sala 101, Winston. Todo mundo sabe o que há na sala 101.-Uma vez me perguntaste- disse O’Brien -o que havia na sala 101.E eu te disse que sabias a resposta.Todos sabem.O que há na sala 101 é a pior coisa do mundo.

-A pior coisa do mundo- disse O’Brien -varia de indivíduo para indivíduo.Pode ser o sepultamente vivo, a morte pelo fogo, empalamento, ou cinqüenta outras mortes. Casos há em que é algo trivial, nem ao mesmo mortífero.

Estão são as palavras utilizadas por O’Brien no livro “1984″ de George Orwell para descrever a Sala 101 que amedronta os prisioneiros contra o partido e parece ser um lugar de que poucos voltam. Na minha Sala 101 minha mãe estaria morta, o que para mim seria a pior coisa do mundo. Aconteceu que cheguei aos 21 anos conseguindo citar pelo menos um autor ou teoria para praticamente qualquer campo de estudo e não consigo lidar com a minha vida por mim mesmo.

E você, o que te esperaria na Sala 101?

[tags]Sala 101,1984[/tags]

Eu sou eu mais as minhas circunstâncias

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Eu sou feio, baixo e nenhum pouco atlético. É a fórmula para a solidão. E até onde eu cheguei eu posso atestar: funciona. E não estou escrevendo isso para ficar choramingando, muito pelo contrário. Essa premissa de minha vida, essa minha “circunstância” me manteve afastado daquela esfera de prioridade que parece ser a de todos ao meu redor. Não são poucos os que se casaram, nem poucas a que tiveram filhos ou os que engravidaram alguma garota. Olho ao redor e a constatação me parece óbvia: sou diferente. Não sei se é bom ou melhor. Talvez em alguns momentos eu inveje a vida deles e sei por testemunho que até mesmo eles, em algum momento, desejam ser como eu.

Parto desta premissa para abordar Ortega y Gasset de que o “cogito ergo sum” de Descartes não é de todo suficiente. Penso, logo existo. Mas ao existir caímos em um mundo do qual teremos que lidar com certas circunstâncias. Não escolhemos ser destros ou canhotos, a cor de nossa pele, nosso sexo e muito menos o lugar onde nasceremos. Isso pode ser aplicado em cada esfera possível. Acreditamos, ou melhor, queremos acreditar que podemos criar uma vida melhor, um relacionamento melhor, um país melhor, mas sempre esquecemos em nossos cálculos das premissas dadas, das “circunstâncias”, que mesmo à revelia teremos que encarar.

“Acordo.Onde estou?Reflito.Não só reflito, como também me questiono:-Onde estou?-No entanto, esta pergunta não tem nenhum sentido, pois sei exatamente qual é a resposta.Aqui é a minha vida.O cotidiano da minha existência.Algo subordinado à existência real denominado eu.Aqui é um lugar em que, tendo eu aprovado ou não certas ocorrências, fatos e circunstâncias, elas se tornaram parte de minha existência.” (Haruki Murakami. Dance Dance Dance.p.9)

O grande segredo é saber lidar com as circunstâncias. Cristianismo, socialismo, e quase todos os “ismos” ignoram por completo as circunstâncias. Nossas circunstâncias enquanto seres biológicos e inúmeras outras. A mesma coisa quando imaginamos algum cenário futuro para nossas existências: sempre imaginamos algo que muitas vezes desconsidera nossas circunstâncias.

“’Eu sou eu’ porque sou, antes de tudo, essência. E uno, único, indivisível. Posso ser copiado, imitado, mas não duplicado em mente e alma. Sou o resultado de meus pais, meus avós, meus ancestrais, todos vivendo dentro de mim e ao mesmo tempo agora.
Sou também fruto das ‘circunstâncias’, do imponderável, do ambiente. Das pessoas que me cercam, das com quem me relaciono, das que me dão ouvidos e das que me dão palavras. Daquelas que ao me encontrarem levam um pouco de mim e deixam um pouco de si. Que me depuram, que me lapidam, que me transformam. Mas é certo que são “minhas” circunstâncias, posto que posso elegê-las.(José Ortega y Gasset)

[tags]Ortega y Gasset, Haruki Murakami,Filosofia[/tags]

Por quê eu não dou esmolas

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Primeiro, mendicância é contravenção penal passível de cárcere. Ou seja, contribuir com uma moeda ou aquele “troco” que não lhe faz falta não é uma atitude apenas altruísta por mais bem intencionado que você esteja: mas também fomenta a perpetuação de uma atividade em si criminosa.

Na televisão, durante meu período longe da internet graças à morte de meu monitor, eu assisti em um desses programas de variedades sobre uma senhora de Goiânia, proprietária de casas sendo que loca duas delas, faz mendicância e ganha $ 150 por dia – Isso mesmo $ 4.500 por mês, nada mal.

Talvez ela tenha um bom rendimento por quê é uma senhora, sabemos que se fosse um sujeito barbado iriam recusar lhe dar esmolas por quê ele deve ser um bêbado, então digamos que ele tenha um rendimento de 50% do valor dessa senhora ($ 2.250). Não faço idéia de qual seja o custo de vida em Goiânia, mas aqui em Rio Claro eu conheço famílias de 5, 6 pessoas que vivem com algo na faixa de $500 e, mesmo aos trancos & barrancos, pagam aluguel, luz e água. O que se sobra se viram para comer. E ainda assim eles ganham apenas 22% mais ou menos do que um sujeito barbado hipotéticamente ganharia com mendicância no mesmo mês.

Isso nos leva diretamente aos seguintes cenários:

Com um montante desses, (1) seriam capazes de saírem da mendicância e (2) teriam endereço fixo e com certeza (3) teriam roupas melhores daquelas usadas em seu “teatro”, mas pelo menos em cidades pequenas, parece que o “elenco” de mendigos jamais muda, eles são até mesmo “personagens” do centro comercial, alguns todos sabem o nome. Talvez o “salário” de um mendigo do interior seja menor, mas se fosse 50% do que aquele barbado hipotético ele ainda ganha mais do que o dobro do que o tipo de família citada por mim. Resta ainda, explorar os prováveis motivos pelos quais (1),(2) e (3) não são atingidos: (a) o dinheiro pode ser todo gasto em drogas (álcool, cigarro e outras mais leves como crack e heroína), (b) a canalha, ou seja, preferem mamar nas tetasdo sistema do que serem agentes do mesmo, afinal há uma quantidade suficiente de pessoas de “bom coração” para serem exploradas e (c) estão engajados em um projeto pessoal de atingir $ 1.000.000 em esmolas, o que aquela senhora do ínicio conseguiria em 18 anos e meio ao contrário daquelas famílias que se deixassem de comer e pagar suas contas levariam míseros 166 anos.

Por isso eu não dou esmolas.

[tags]esmolas,mendicância, matemática,altruísmo[/tags]

Eu NÃO gabaritei o ENEM…

domingo, 26 de agosto de 2007

Acabei de conferir o gabarito do Exame Nacional do Ensino Médio no Terra. Infelizmente só acertei 60/63 (95,23%), isso é, não consegui gabaritar como era o plano. Errei duas questões malditas sobre Vidas secas (Graciliano Ramos é um cara mau) e uma sobre a colonização da África. Minha redação não ficou muito boa (odeio os temas do ENEM, o desse era O desafio de se conviver com a diferença), mas acho que dá pra tirar uma nota total (prova + redação) maior que 8. Se Éris interceder por mim eu consigo menos que isso.

Algum leitor deste blog fez esta prova?

[tags]enem, gabarito, ensino médio, vestibular, graciliano ramos, literatura, história, escola[/tags]

Interlúdio forçado – O dia em que meu monitore morreu

sábado, 25 de agosto de 2007

Meu monitor me abandonou. Estarei sem computador por um período indeterminado. Consiguirei manter as postagens, durante esse tempo, não em quantidade nem frequência através de meu amigo Rev. Raudinei Silva. Meus ganhos no adsense não são grande coisa e estou sem emprego desde que resolvi que não iria gastar minha juventude em um emporego que não me pedia, ou melhor, que preferia que eu não pensasse.

Sempre atualizei este blog procurando manter um compromisso firmado comigo mesmo de sempre manter a quantidade de postagens e se possível a qualidade. pois sempre me acompanhou a sensação de que, se eu um dia deixasse totalmente de postar poderia perder para sempre meus tão queridos e almejados leitores que se um dia foram uma dezena, hoje são 500.

Demorarei a atualizar o blog pois tudo irá depender dos horários de meu amigo e de minha disposição para encher seu saco, não gosto da sensação de ser um peso. Ainda continuaram com Rev. Tiago Madeira, Éris, Carol e Qfwfq. Perder o monitor veio emum moneto crítico pois meus recursos estão comprometidos com o vestibular. Se não arrumar um emprego para substituir meu monitor, talvez em 3 meses eu consiga um novo que já faz parte de minha lista de produtos para comprar.

Escrevo informando a todos o meu interlúdio forçado. espero que fiquem por aí enquanto a tempestade durar.

[tags]interlúdio,notas do front[/tags]

Mudança de postura

segunda-feira, 28 de maio de 2007

O que fazer ao descobrir que você tomava uma postura abominável? Nada além de mudar meus caros leitores. Vejam o que aconteceu comigo: Neste final de semana eu descobri que fazia algo abominável, censurável e deselegante. Quem já me leu ou viu minhas respostas nos comentários ao teístas que por aqui passaram devem ter notado uma certa obsessão minha em pedi por fatos. A resposta é claro, variava mas poderia ser esta: “Fatos, fatos, fatos, fatos”.Mas o que eu fazia era abominável. Precisou que um amigo meu me dissesse:

“Ibrahim, pedir fatos a um homem religioso é como pedir a um cego que descreva cores. É horrível. É como zombar de sua condição de deficiente”.

Por isso, me desculpem teístas. Apartir de hoje não pedirei mais por fatos da existência de tal entidade alegada por vocês como provida de existência. Só posso me censurar por ter lhes tratado tão mal.

[tags]julgando godot, operação:mindfuck[/tags]