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As Cores & Você

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

A menos que você seja cego, as cores estão presentes na sua vida (se você é daltônico não todas, certamente). Sempre se houve falar da forma como as cores nos influenciam psicologicamente etc e tal. Até a cor dos remédios é influenciada por isto. Mas você sabe dizer o que cada uma delas significa?

Preto
Preto é a cor de autoridade e poder. É bem popular na moda por que faz as pessoas parecerem mais magras (embora isso obviamente não funcione se sua circunferência começa a gerar um campo gravitacional próprio). Preto também implica submissão. Padres usam preto para demonstrar sua submissão a deus. Alguns experts dizem que uma mulher de preto implica submissão ao homem (Nietzsche levou isso ao extremo quando disse que calada e vestida de preto toda mulher parece inteligente). Por esta interpretação, as pessoas usam preto durante o luto para demonstrar a submissão ao acontecimento e se guardarem na dor. Alguns vilões usam preto a fim de demonstrar seu poder, como Drácula. Também, impossível não notar, você pode sujar bem mais uma roupa preta do que digamos um vestido branco.

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Prova: Quando ficou mais forte, mas submisso ao simbionte alienígena, Peter Parker se vestiu de preto.

Branco
Noivas usam branco para simbolizar [sic] inocência e [sic] pureza. O branco reflete a luz e é considerado uma cor de verão. É popular na decoração pois é leve e neutro. Médicos e enfermeiras usam branco a fim de demonstrar esterilidade já que o branco é mais fácil de mostrar a sujeira, o que está diretamente relacionado ao conceito de pureza. É geralmente a cor de analgésicos e antibióticos.

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Prova: Toda mulher que casa-se de branco é pura e inocente. Adversus solem ne loquitor.

Vermelho
A mais emocionalmente intensa cor, o vermelho estimula um batimento cardíaco mais rápido e acelera a respiração. E é também a cor do amor. Roupas vermelhas são rapidamente notadas e fazem a pessoa parecer mais pesada do que é. Já que é uma cor extrema, não ajuda muito em confrontações e negociações já que por acelerar a respiração e os batimentos cardíacos pode ser um catalisador de sentimentos de raiva. Nos EUA, a maioria dos carros roubados são vermelhos. Também é a cor relacionada ao desejo sexual. É usado em drogas estimulantes do sistema nervoso e do metabolismo.

O rosa, ao contrário, é tranquilizador. Alguns times pintam as paredes do vestiário usadas pelos times rivais pois desta forma, eles irão perder energia e concentração.

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Prova: Vermelho é sexy. Qualquer um de vermelho é sexy, isso inclui você.

Azul
É de longe, uma das mais populares. É uma cor que se opões ao vermelho. O espectro do azul pode desde causar paz e tranquilidade como ser depressivo. Recomenda-se usar azul em entrevistas de emprego por que isto simbolizará lealdade. As pessoas são mais produtivas em salas azuis. Um estudo em uma academia demonstrou que as pessoas até mesmo levantam mais peso em salas azuis.

Geralmente é a cor de medicamentos para ansiedade.

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Prova: Vestido de azul você vai estar sempre tranqüilo. Sempre. Ou o seu dinheiro de volta.

Verde
Verde simboliza a natureza. É uma cor refrescante e calmante. As noivas na Idade Média se vestiam de verde a fim de demonstrar fertilidade. A CIA pesquisando armas não-letais, resolveu criar uma espécie de lanterna para “cegar” o oponente. Eles descobriram que o verde é a cor do espectro que mais “irrita” o cérebro humano. É usado geralmente em tranqüilizantes.

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Prova: Quando Keira Knightley usa seu vestido verde em “Desejo e Reparação” (Atonement – grande filme), ela demonstra por que o verde significa “fértil”.

Amarelo
É considerada uma cor otimista, porém as pessoas tendem a perder sua animação em salas amarelas, assim como bebês irão chorar mais. É a cor que o olho menos consegue se concentrar nela, o que faz o cérebro prestar menos atenção no ambiente, o que ironicamente, aumenta a concentração. Amarelo também acelera o metabolismo.

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Prova: Você não consegue se concentrar em nada amarelo. Fato. Haud ignota loquor.

Tendências Cognitivas ou Enganado Por Si Mesmo

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Algumas pessoas têm medo da psicologia evolutiva. Medo mesmo, com m maiúsculo. Explico: A psicologia evolutiva deixa o homem nu e desarmado de qualquer filosofia, crença ou civilidade e mostra os nossos limites em conhecer, entender e interagir com o mundo. O que essas pessoas têm, na verdade, é que a psicologia evolutiva nos mostra nossos limites. Temem que isso acabe acabando com nossa esperança no progresso da humanidade, dias melhores, etc. Eu gosto da psicologia evolutiva exatamente por nos mostrar nossos limites. Conhecer nossos próprios limites é conhecer o campo onde o jogo é travado. Algumas pessoas entendem limites, regras e leis como sistemas que aprisionam e tornam quem os segue “escravos”.

Ferramentas

O alfabeto ocidental possui 26 letras. Esse é o seu limite. E usamos eles para comunicar literalmente bilhões de coisas diferentes e recombiná-las em sentenças de tal forma que criamos verdadeiras obras de arte em nosso gênero. Nesse exatmo momento estou usando esse sistema para comunicar isso e nem ao menos usei todas as letras disponíveis ou precisei me utilizar de gigantescas combinações da mesma. Seu computador está transformando zeros e uns no que você lê. Toda a internet e tudo mais feito em um computador não passa em seu âmago de zeros e uns. 0 e 1? Isso não seria uma limitação?

É que eles são ferramentas. Ferramentas para nos comunicarmos. Mas eu poderia estar falando de martelos ou facas. O ponto é o seguinte: Por conhecer as limitações de sua ferramenta e dominá-la um chef de cozinha faz aqueles cortes milimetricos e em uma velocidade enorme. Enquanto um idiota como eu apenas cortaria os dedos. Tudo isso para torná-los conscientes de que conhecer nossa natureza é a melhor coisa que podemos fazer para ter alguma paz de espírito.

Tendência 

- Talvez tenha sido involuntário. Algo semelhante a uma predestinação. Como poderia dizer? Não consigo encontrar s palavras adequadas…

- Tendência? – sugeri.

- É isso mesmo: TENDÊNCIA. É o que eu penso. Mesmo que você refaça sua vida, com certeza haverá de repetir as mesmas coisas. Isso é o que se chama propensão. E quando ela atinge um limite, já se torna impossível voltar atrás.

Trecho de “Dance Dance Dance” de Haruki Murakami.

Tendências Cognitivas

Então aprenda algumas tendências cognitivas inerentes ao ser humano (o que significa que você não é imune ou está fora da lista, nem eu)  que podem atingir um certo limite e se tornar impossível voltar atrás. Estar conscientes de desvios de rota faz o caminho ser menos surpreendente em um mal sentido.

Efeito do rebanho — É a tendência a fazer (ou acreditar) em algo por que muitas pessoas fazem ou acreditam naquilo. Não vou citar Nietzsche e a óbvia conexão com a religiã, façam por si mesmos, mas vou citar algo que demonstra a validade disso: Muitas pessoas deixam de comer manga e depois beber leite porque acreditam ser uma mistura fatal.

Tendência da confirmação — Quase 100% dos estudos patrocinados pela indústria do fumo a fim de estudar os efeitos nocivos nas pessoas de seus produtos tendem a amenizar os danos ou desacreditar algumas pesquisas. Tirando o fato óbvio deles pagarem o salário dos cientistas, existe a tendência de procurar ou interpretar as informações de uma maneira tal que confirme os pré-conceitos de alguém. É o grande bicho papão da ciência que a própria ciência busca ignorar.

Déformation professionnelle — É quando as pessoas passam a ver as coisas de acordo com suua profissão, excluindo qualquer outro ponto de vista. É muito comum acontecer isto. Sabe aquele cara que trabalha o dia todo e quando sai para se divertir só fala do trabalho? Minha convivência com estudantes da área de Exatas me levou a ter contato direto com isso: Quem faz Física acha que o mundo todo é objetivo da Física a fazendo uma espécie de rainha da ciência, já que ela estuda os átomos e, por Newton!, tudo é feito de átomos. O pessoal da química já gosta de lembrar que esses átomos estão em constantes transformações e processos e portanto, a Química é quem seria coroada rainha. Mas os matemáticos gostam de lembrar que tanto físicos como químicos descrevem tudo com matemática, que é a propósito, a rainha da ciência.

Tendência da Informação —  Procuramos informações a respeito de algo mesmo que o conhecimento da mesma não afete a ação.

Tendência da Omissão — A tendência a julgar ações danosas como piores, ou menos morais, que omissões igualmente danosas. Como você se sente a respeito desses dois cenários: 1) Eu enveneno uma pequena garotinha lhe dando uma bala envenada ou 2) eu vejo uma criança colocando na boca algo que eu sei ser mortal mas me omito por qualquer motivo. Qual é pior?

Tendência do Status quo —  É a tendência que temos de gostar mais de coisas ou pessoas que permanecem o mesmo.

Tendência do Consumo — Essa é o que move a publicidade: As pessoas tendem a gostar, e logo consumir, produtos que elas conheçam.

Tendência do Estereótipo — É a tendência cognitiva de julgar possuir conhecimento sobre um indivíduo sabendo o grupo social, filiação partidária, etc do mesmo. Afinal mulheres dirigem mal.

Ilusão da transparência — Tendemos a subestimar a capacidade dos outros em nos conhecer e em nossa capacidade em conhecer os outros. Quantos corações essa aqui não quebrou?

Tendência da homogeneidade grupal — Individuos  vêem membros de seu próprio gupo como sendo relativamente mais variados que membros de outros grupos. É por isso que estranhamente esteriótipos sempre funcionam com os outros e nunca com nós mesmos. Afinal, todos os homens dirigem muito bem.

Este foi um pequeno Top 10. Eu nem sequer arranhei a superfície.

A maioria dos neurocirurgiões é homem, a maioria dos professores é mulher

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

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A afirmação do título é um entre inúmeros dados que você encontrará no livro “Why Beautiful People Have More Daughters: From Dating, Shopping, and Praying to Going to War and Becoming a Billionaire — Two Evolutionary Psychologists Explain Why We Do What We Do”. Todos se baseiam em pesquisas da psicologia evolutiva e ao contrário do que se pode pensar de primeira, não implica que necessariamente se concorde com tais atitudes, mas que saibamos estar em paz com nossa natureza animal.A lógica evolutiva é brutal,fria e sem coração. Somente se importa com a perpetuação dos genes.

Racionalidade das Escolhas

Há um cientista americano com uma intrigante teoria sobre nosso comportamente que se sempre me intrigou e acho que é pertinente aqui: Ele diz que nós nunca fazemos uma “escolha racional”. Pelo contrário, quanto mais racionalizamos sobre uma decisão, mais propensos ficamos a tomar atitudes radicais e de impulso (e na maioria das vezes do tipo “tudo-ou-nada” que “racionalmente” nunca tomaríamos pois há um grande risco). Ele diz que quando tomamos uma decisão, nós usamos a razão para justificá-la e não o contrário (usar a razão e tomar uma decisão). Por exemplo alguns comportamentos descritos no livro:

Mulheres são a razão para os homens fazerem tudo.
Pessoas bonitas têm mais filhos.
Homens são geralmente mais atraidos por garotas adolescentes e jovens por que essas fêmeas possuem um valor reprodutivo e fertilidade maior.
Mulheres geralmente preferem homens mais velhos por que estes possuem mais recursos e status.
Mulheres com cabelos loiros e seios grandes são as preferidas ao redor do globo pois os dois itens são indicadores de juventude.
Os pais investem no filho mais bonito e esperto porque eles estão mais aptos a se reproduzir.

Dogmas

Não devemos, é lógico, entender cada preceito evolutivo que nos guia como um dogma. Susan Blackmore, uma das mais proeminentes pesquisadoras de “memes”, acredita que nossa cultura foi guiada inicialmente por nossos genes e quando os memes se desenvolveram, passaram a ditar os nossos rumos. Somente a existência de conceitos que contradizem algo que seria em benefício exclusivamente dos genes e da reprodução já é uma mostra de que os memes também estão nos guiando, desta vez com seus próprios propósitos. Eu gosto de pensar na história da raça humana, com seus ideais nobres e guerras sem sentido como o grande palco onde se desenrola uma luta épica entre genes e memes. Mas eu não sou um cientista para afirmar tal coisa, apenas um leigo apaixonado por ciência.

[tags]Ciência,Genes,Memes,Evolução[/tags]

Poderá a arquitetura explicar a ineficiência de Brasília?

quinta-feira, 5 de julho de 2007

A questão me assaltou à mente após saber que o dudu tomasselli se mudou para Brasília. Lembrei de uma passagem, na página 238 de Tábula Rasa onde a capita federal é citada por ser inspirada em uma corrente de arquitetura que ignora certos aspectos da natureza humana e que embora crie construções esteticamente atrativas, não servem para morar.

O trecho em questão é esse:

Não forma só os behavoristas e stalinistas que esqueceram que a negação da natureza humana pode ter custos nas esferas da liberdade e da felicidade. O marxismo do século XX foi parte de uma corrente intelectual mais ampla, designada por alto modernismo autoritário: a presunção de que os planejadores podiam reestruturar a sociedade de cima para baixo usando princípios “científicos”. O arquiteto Le Corbusier, por exemplo, afirmou que os planejadores urbanos não deveriam ser tolhidos por tradições e preferências, pois elas apenas perpetuam o caos superlotado das cidades de seu tempo. “Temos de construir lugares onde a humanidade renascerá”, ele escreveu. “Cada homem há de viver em relação ordenada com o todo”. Na utopia de Le Corbusier, os planejadores começariam com uma “toalha de mesa limpa” (soa familiar?) (NOTA: Pinker faz uma referência à metáfora da “folha em branco” ou tábula rasa) e arquitetariam todas as edificações e espaços públicos a serviço das “necessidades humanas”.

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Tinham uma concepção minimalista dessas necessidades: julgavam que cada pessoa requeria uma quantidade fixa de ar, calor, luz e espaço para comer, dormir, trabalhar, deslocar-se da casa para o trabalho e algumas outras atividades. Não ocorreu a Le Corbusier que reuniões íntimas com a família e os amigos podiam ser uma necessidade humana, por isso ele propôs que grandes salões de refeições comunitários substituíssem as cozinhas. Também faltou em sua lista de necessidades o desejo de socializar-se em pequenos grupos em lugares públicos, por isso planejou suas cidades em torno de ruas de várias pistas, grandes prédios e vastas praças abertas, sem pracinhas ou encruzilhadas onde as pessoas se sentiriam à vontade para bater papo. As casas eram “máquinas para viver”, livres de inefici~encias arcaicas como jardins e ornamentação, e por isso eficientemente agrupadas em grandes projetos habitacionais retangulares.

Le Corbusier foi frustrado em sua aspiração de derrubar Paris, Buenos Aires e Rio de Janeiro e reconstruí-las segundo seus princípios científicos. Mas na década de 1950 deram-lhe carta branca para planejar Chandigardh, a capital de Punjab, e um de seus discípulos recebeu uma toalha de mesa limpa para erigir Brasília, a capital do Brasil. Hoje em dia, ambas as cidades têm a péssima reputação de ser imensidões detestadas pelos funcionários públicos que as habitam.

Este foi um trecho retirado de “Tábula Rasa”. Já ouvi falar que em Brasília, têm-se a sensação de estar andando em uma galeria de arte. E como uma galeria de arte, embora contenha beleza, é um lugar onde apenas se passa, não fixa moradia. Eu nunca fui lá e não poderia fazer nenhum julgamento. Será que a arquitetura, o planejamento urbano fazem tanta diferença na psicologia dos moradores. Será que isso explicaria em parte por que paulistas possuem uma cultura workaholic e de stress enquanto cariocas vivem mais despreocupados em comparação? Nunca li nada a respeito. Alguém por aí?

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[tags]tábula rasa, Brasília[/tags]

O que Darwin pode ensinar para a esquerda e qualquer um com um cérebro em funcionamento

quarta-feira, 28 de março de 2007

Eu estava pensando em me filiar a alguma partido político. Não que a legenda signifique muita coisa pois meus interesses se esparram por uma gama tão vasta de assuntos que não acredito que tenha uma legenda que tenha a mesma visão sobre cada um deles. Quando eu tenho opiniões eu não vejo se elas são de esquerda ou de direita, eu somente as tenho.

Na verdade esse conceito de “esquerda” e de “direita” deveria ser abandonado o mais logo possível, embora exista claramente algumas diferenças fundamentais é como dizem “não há mais ninguém bobo no futebol”, acho que não há ninguém bobo na política também.

Eu uso esquerda no título para me referir a uma atitude de idealistas. Eu sou idealista muitas vezes e acho isso perfeitamente normal, na verdade eu vejo a falta de idealismo como um sinal de imaginação pobre. Afinal o que é o idealismo senão os vôos imaginativos, quase ficções-sociais se contraponto com a ficção-científica? Eu aprendi muito com Darwin e nunca refreio minha imaginação e permito-me idealizar tanto quanto eu quero. Acho que a associação de esquerdistas e idealismo nasce do gosta da mesma por utopias e esquemas de revolução.

O que aprender com Darwin?

Que uma criatura só terá sucesso evolutivo e perpetuará em um determinado local e um determinado tempo se ela se adaptar ao meio-ambiente e sobreviver a competidores e predadores. O que a esquerda idealista vêm tentando todo esse tempo fazer é mudar o ambiente e jamais conseguindo. Hakim Bey é um que chamou atenção para o fato de que toda vez que estoura uma revolução e coloca o mundo de pernas para o ar, ele encontra uma forma de voltar a posição original. Somos nós que devemos nos adaptar ao ambiente, e tentar mudar o mundo da forma que ele está, não tentar começar algo do zero ou revolucionário.

Se você está em um deserto, você tem que encontrar meios de sobreviver nele e não jogar suas sementes na areia escaldante e esperar que dela nasça uma árvore que lhe dará frutos e sombra.

Temos que fazer algo. Através de um processo de adaptação podemos realmente provocar mudanças que por menores que sejam vão ser alguma coisa. ÿ assim que se muda o mundo.

Vá Além:

[tags]Darwin,adaptação,idealismo,mudar o mundo[/tags]