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Quem é o mestre que faz a grama verde?

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

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Quem é o mestre?

E a Wiki diz:

Robert Anton Wilson ou RAW (Nova Iorque, 18 de janeiro de 1932 – 11 de janeiro de 2007) foi um escritor, filósofo, psicólogo, futurista, anarquista e pesquisador das teorias de conspiração estadunidense.

Seu trabalho mais conhecido, The Illuminatus Trilogy (sem publicação em português), em co-autoria com Robert Shea, foi divulgado como “um conto de fadas para paranóicos”, e examinou com bom-humor a paranóia americana sobre conspirações. Muito do seu material surgiu a partir de cartas enviadas à revista Playboy enqüanto ele e Shea trabalharam lá como editores do fórum da Playboy. Embora nunca mais tenham trabalhado juntos no mesmo nível, Wilson continuou a expandir sua carreira de escritor em temas como o do livro Illuminatus!.

Em Cosmic Trigger (1977) (no Brasil, O gatilho cósmico – O derradeiro segredo dos Illuminatti), ele examinou o Discordianismo, Sufismo, Futurologia, Zen-budismo, as práticas ocultistas de Aleister Crowley e Georg Ivanovitch Gurdjieff, os Illuminati e a Maçonaria, Yoga, e outras filosofias esotéricas ou contracultura. Ele defendeu o modelo de consciência dos oito circuitos de Timothy Leary e a engenharia neurosomatica/lingüística em seu trabalho Prometheus Rising (1983, revisado em 1997) (no Brasil A Ascensão de Prometeus) e Quantum Psychology (1990) (sem publicação em português), livros contendo técnicas praticas para que uma pessoa se liberte de seus túneis de realidade.

Ironicamente, considerando as críticas e caricaturas que faz da new age, seus livros podem ser encontrados em livrarias especializadas em material da new age. Ele afirmou ter tido percepções de encontros com “entidades” mágicas, e quando questionado se essas entidades seriam “reais”, respondeu que elas eram “reais o suficiente”, embora “não tão reais quanto os IRS” já que estes são “fáceis de se livrar”. Ele advertiu os iniciantes quanto a usar práticas ocultistas, pois se apressar em tais práticas e nas energias delas resultantes pode levar uma pessoa a ficar “bem doida”. Ao invés, ele recomenda iniciar com a Programação Neurolinguística, Zen-budismo, meditação básica, etc., antes de progredir para atividades mais potencialmente perturbadoras.

Wilson teve um relacionamento duradouro com a Associação para Exploração da Consciência, iniciando em 1982. Ele foi o orador da abertura de sua sede em 1984 e compareceu em vários Festivais Starwood. Foi lá que Wilson teve o primeiro diálogo em um palco com seu grande amigo Timothy Leary em 1989, entitulado A Fronteira Interior.

Em uma entrevista de 2003 à revista High Times, RAW se descreveu como um “Agnóstico Modelo” que ele diz consistir de “nunca olhar para qualquer modelo ou mapa do universo com crença de 100% ou negação de 100%”. Seguindo Korzybski, eu coloco as coisas em probabilidades, não em certezas…” Minha única originalidade reside em aplicar esta atitude zetética fora do âmbito da mais complexa das ciências complexas, a Física, em ciências menos complexas e então nas não-ciências como a Política, Ideologia, vereditos do júri e, é claro, na teoria da conspiração.” Mais simplesmente, ele alega “não acreditar em nada, desde que “crença é a morte do pensamento”. Ele tem descrito essa abordagem como “Maybe Logic” (Lógica do Talvez). Wilson escreveu artigos para a revista cyberpunk de vanguarda chamada Mondo 2000.

Enqüanto ele publicou material principalmente sob o nome Robert Anton Wilson, também usou os codinomes Mordecai Malignatus, Mordecai the Fool (Mordecai o Tolo), Reverendo Loveshade e outros nomes associados com os Illuminati da Bavária, os quais ele supostamente ressuscitou nos anos 60. RAW ocupa o posto de diretor do Comitê para Investigação Surrealista de do Normal (Comittee for Surrealist Investigation of Claims of the Normal – CSICON) e apareceu em eventos de Disinformation (Desinformação).

Se existisse uma liga de Super-Heróis discordianos, RAW com certeza seria nosso Super-Homem.

Tenho a certeza absoluta de que é um erro ter certezas absolutas

domingo, 21 de janeiro de 2007

  • Todos os conceitos são válidos ( apenas e somente) dentro de seus sistemas de crenças. Um sistema de crenças é um conjunto de conceitos que se complementam ou se justificam.Por exemplo, uma religião neolítica satisfaz a necessidade do povo neolítico. O cristianismo funciona para os cristões. A ciência satisfaz a tecnologia. Todos carregam coerência interna, embora nenhum desses sistemas carregue o que se chamaria, caso tivesse existência possível, Verdade.
  • Não há fatos, somente interpretações. Isso é fato.

  • Todos os critérios, julgamentos, arbitrariedades morais são baseadas em sistemas de crenças específicos, e portanto são circunstanciais e não universais. As regras de um jogo de futebol dificilmente se aplicariam ao parlamento (embora fosse engraçado ver no que daria), a moralidade cristã dificilmente seria aplicada a marcianos, intelectuais ou tartarugas.
  • Temos que acreditar no livre-arbítrio. Não temos escolha.

  • Abandonar qualquer sistemas embora desejável é impossível. Existem programas tanto biológicos quanto ambientais. O livre-arbítrio é paradoxal. Quem abandona quaisquer referências “externas” se torna um psicótico, e está condenado a não interagir. A liberdade verdadeira surge da capacidade de utilizar os elementos relativos dentro de seu ambiente (semântico, social, etc)
  • Iluminação Discordiana

  • A Iluminação Discordiana é alcançada quando você se conscientiza de que, apesar de a deusa ÿris e de a lei dos cinco não serem literalmente verdadeiras, nada é literalmente verdadeiro.Dos cem milhões de sinais brilhantes zunindo, recebidos a cada minuto,o cérebro humano ignora a maioria e organiza o resto com conformidade com qualquer sistema de crença estabelecido nele. Nós vivemos nestas “bolhas” que não passam de interpretações da realidade conhecidas como túneis-realidade. Podemos selecionar sinais ordeiros e legais e dizer que tudo é projetado por uma inteligência cósmica, como no tomismo, ou selecionar sinais caóticos e afirmar que Deus é uma Mulher Louca, como no Discordianismo. O cérebro ajustará os sinais recebidos aos dois sistemas de crença…ou a uma dúzia de outros.
  • Para Saber Mais
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    O Gatilho Cósmico
    Tábula Rasa

    [tags] crença, robert anton wilson, fatos,interpretações[/tags]

    RAW Está Morto!

    sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

    Robert Anton Wilson não está mais entre nós e agora figura entre os mortos junto com pessoas como John Lennon, Lady Di, Ulisses Guimarães, Paul McCartney, Nietzsche, Jesus, Deus e Poe., onde esperam agora por Elvis.As últimas palavras publicadas de RAW foram:

    Várias autoridades médicas atestaram-me prevendo que eu teria entre dois dias e dois meses de vida. Eu permaneço alegre e o mesmo. Eu olho para frente sem otimismo dogmático, mas sem medo. Eu amo todos vocês e imploro profundamente que mantenham a lasanha voando. Por favor, perdoem minha leviandade, eu não vejo como levar a morte ? sério.Parece-me um absurdo.

    Publicado em 6 de janeiro de 2007, na RAW Data.Ele deixou seu corpo ? s 4:50 do dia 11 de Janeiro.

    Todos Saúdem ÿris!
    Todos Saúdem RAW!

    RAW era um bom companheiro!RAW era um bom companheiro!RAW era um bom companheiro!RAW era um bom companheiro!RAW era um bom companheiro! Ninguém pode negar!

    [tags]RAW[/tags]

    Robert Anton Wilson

    terça-feira, 19 de dezembro de 2006

    Robert Anton Wilson medalstar.png ou RAW como é conhecido pelos fãs, nasceu dia 18 de janeiro de 1932.Seu trabalho mais reconhecido é a obra “The Illuminatus! Trilogy” que escreveu em co-autoria com Robert Shea e é descrita como “conto de fadas para paranóicos”.Os livros da trilogia misturam dados reais com ficção imaginativa naquilo que Robert Anton Wilson chama de Operação:Mindfuck.Escreveu outras obras de ficção como “Schrödiner’s Cat Trilogy” e obras de ensaio como “A Nova Inquisição” e “O Gátilho Cósmico” dentre outros.No último mencionado ele examina o Discordianismo, Sufismo,Futurologia e Zen Budismo e o Enigma 23.ÿ um livro obrigatório.

    RAW gosta de se definir como um “filósofo e comediante” ou como um “ateísta transcendental anarco-tecnocrata”.

    Abaixo, uma entrevista que RAW concedeu a Timóteo Pinto:
    (mais…)