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	<title>1001 Gatos de Schrödinger &#187; Supervulcão</title>
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	<description>Só mais um blog discordiano</description>
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		<title>Formas de Destruir o Mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 16:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[fim do mundo]]></category>
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		<description><![CDATA[Quantas vezes na ficção o mundo já não esteve prestes a ser destruído por algum cientista maluco e algum pé no saco salvou o dia? Sim, eu torço para os vilões. Coiote, Cérebro, Darth Vader e Satã Goss sempre foram os caras que eu torcia. Logo o assunto &#8220;formas de destruir o mundo&#8221; sempre me interessaram. Existem diversas formas reais ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="drop_cap">Q</span>uantas vezes na ficção o mundo já não esteve prestes a ser destruído por algum cientista maluco e algum pé no saco salvou o dia? Sim, eu torço para os vilões. Coiote, Cérebro, Darth Vader e Satã Goss sempre foram os caras que eu torcia. Logo o assunto &#8220;formas de destruir o mundo&#8221; sempre me interessaram. Existem diversas formas reais de acabar com o planeta ou pelo menos com a ridícula espécie <em>Virus Sapiens</em> &#8212; o que excluí as fictícias tais raios desintegradores de Marvin, o Marciano, demolição planetária para construção de rodovias espaciais e o apocalipse.</p>
<h3>Raios Gama</h3>
<p>Você já deve ter ouvido falar. E não, você não iria sobreviver como o Bruce Banner. Se você for atingido por raios gama você vira farofa e não um gigante esmeralda. Aliás cientistas especulam que um grande evento de extinção em massa em períodos pré-históricos foi causado por raios gama que atingiram o planeta.</p>
<p>Emissões de raios-gama são os eventos eletromagnéticos mais lumiosos ocorrendo no Universo desde o Big Bang. Eles são flashes de raios gama emanando de lugares aparentemente aleatórios no espaço profundo a intervalos aleatórios. A duração de um raio gama é tipicamente de poucos segundos, mas pode ser desde milissegundos até minutos.</p>
<p>Muitos dessas emissões observadas parecem ser causadas pelo colapso do núcleo de estrelas com massa elevada com rápida rotação em um buraco negro. Uma subclasse deles (as emissões &#8220;curtas&#8221;) parecem ser originadas de um processo diferente, a principal teoria sendo estrelas de neutrons orbitando sistemas binários. Todos as emissões de raios gama observados ocorreram fora de nossa galáxia, estando suas fontes a bilhões de anos-luz.</p>
<p>Uma emissão de raios gama próxima poderia causar extinção em massa na Terra. A curta duração dele poderia limitar os danos imediatos à vida. Entretanto, uma emissão próxima poderia alterar a química atmosférica ao reduzir nossa camada de ozônio e gerar óxido nítrico causando severos danos para a biosfera. Desde que tais emissões são raras em galáxias ricas em metais como a Via Láctea, extinções em massa causadas por eles podem acontecer apenas uma vez em bilhões de anos.</p>
<p>Estima-se que ocorra um destes em nossa galáxia entre 100.000–1.000.00 anos. Em 2005, cientistas da NASA e da Universidade do Kansas elaboraram a hipótese de que uma emissão de raios gama causou um evento de extinção em massa (a terceira maior de todos) ocorrida entre os períodos Ordoviciano e siluriano há 443,7 milhões de anos atrás. Na época os seres mais complexos multicelulares viviam no mar e os raios foram responsáveis pela extinção de 49% dos gêneros existentes. Isso foi a 443.700.000 de anos atrás, o que não descarta a possibilidade de a qualquer momento a Terra ser atingida por outros destes!</p>
<h3>O Sol</h3>
<p>Sim, a estrela mais próxima do nosso planeta não apenas deixa peles bronzeadas e nos dá as marcas de buquine e câncer de pele como é basicamente um exterminador adormecido. Ele tem vários ataques. As tempestades solares são como os &#8220;cóleras do dragão&#8221;, golpes poderosos mas que não aniquilam o inimigo.</p>
<p>O problema é quando o Sol der o ser  &#8220;último dragão&#8221;. Daqui a cinco bilhões de anos nosso Sol vai ser uma estrela bem gorda. Como estrelas não malham, elas desabam sobre si mesmas explodindo. Quando são estrelas realmente enormes viram buracos negros, mas nosso Sol não é desse pedigree, sendo apenas uma anã amarela. </p>
<p>Quando entrar em colapso e explodir irá se tornar uma gigante vermelha, no processo de inflação, provavelmente irá consumir Mercúrio, Vênus e a terceira rocha contando a partir do sul. A má notícia é que todos os seriados seriam cancelados, não que você fosse ficar muito incomodado também. Após consumir mais energia, ia passar por uma fase de nebulosa planetária e depois, anã branca.</p>
<p>Mas isso não acontecerá senão em 5 bilhões de anos então até lá o Corinthians ainda vai perder muitos campeonatos.</p>
<h3>Supervulcão</h3>
<p><a href="http://1001gatos.org/supervulcao-pode-acabar-com-grande-parte-da-vida-na-terra-em-2009/">Yellowstone</a>, é apenas um deles. O espetáculo já está adiado a uns milhares de anos, reservem seus lugares!</p>
<h3>Meteoros</h3>
<p>Um impacto causado pela colisão de um grande asteroide, ou cometa com a Terra. Uma teoria bem conhecida postula que a extinção dos dinossauros ocorrida à aproximadamente 65 milhões de anos atrás foi causada por um grande asteróide e causou uma significativa baixa da temperatura mundial. Evidências para esta teoria incluem uma camada sedimentar de irídio nos registros geológicos e a grande cratera de Chicxulub no México.</p>
<p>Além da destruição material e humana no momento da colisão, um grande impacto levaria o planeta a um desequilíbrio ecológico que prejudicaria todo o sistema de produção de alimentos. Em 2000, a revista Discover Magazine publicou uma lista de 20 cenários do fim da civilização e este era o mais provável a acontecer. </p>
<h3>Pandemia</h3>
<p>Mesmo doenças atualmente sob controle podem emergir como &#8220;supergermes&#8221; para os quais não teríamos nenhuma defesa. A peste negra somente não matou mais pessoas pois naquela época ainda não haviam métodos eficientes e rápidos de <del datetime="2009-01-20T14:57:00+00:00">disseminação de doenças</del> viagens. Graças ao mundo globalizado de hoje, que há um intercâmbio muito grande de material humano, uma doença originada em qualquer lugar do mundo, poderia atingir outro em questão de dias ou semanas.</p>
<h3>Nós</h3>
<p>Sim, nós podemos, como diz Barack Obama. Sim, nós podemos destruir a Terra. Ou nos matar e deixá-la em paz. Guerra nuclear, química ou biológica (ou meu predileto, uma combinação das três) poderiam ser utilizadas em tal escala que acabaria por dizimar toda a população. </p>
<p>A criação de um buraco negro ou strangelets por acide em algum experimento. A ameaça dos replicadores autônomos da nanotecnologia, se algum dia conseguirmos atingir tal sofisticação. E é claro, nosso querido aquecimento global.</p>
<p class="alert"><strong>Explore:</strong><br />
<strong><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1963598/mundo+sem+nos,+o/?franq=167895">O Mundo Sem Nós</a></strong>, <em>Alan Weisman</em></p>
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		<title>Supervulcão pode acabar com grande parte da vida na Terra em 2009</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 2008 11:32:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[A vida, o universo e tudo mais]]></category>
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		<description><![CDATA[Tenho boas notícias e uma má notícia. As boas notícias: 2009 poderá ser o ano em que a recessão vai acabar, o conflito entre Israelenses e Palestinos terá fim, os genocídios na África cessarão (Congo, Sudão, Ruanda&#8230;), será o fim de péssimas condições dos hospitais, preconceito e relacionamentos desastrados. Soa incrível, hã? Agora a má notícia, ou boa, caso você ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="drop_cap">T</span>enho boas notícias e uma má notícia. As boas notícias: 2009 poderá ser o ano em que a recessão vai acabar, o conflito entre Israelenses e Palestinos terá fim, os genocídios na África cessarão (Congo, Sudão, Ruanda&#8230;), será o fim de péssimas condições dos hospitais, preconceito e relacionamentos desastrados. Soa incrível, hã? Agora a má notícia, ou boa, caso você goste de <em>péssimas</em> notícias: talvez a humanidade, ou melhor <em>quase toda a vida na Terra acabe</em>.</p>
<p>Ontem saiu uma <a href="http://www.boingboing.net/2008/12/30/whats-the-deal-with.html">nota no Boing Boing</a> comentando sobre os 250 &#8211; duzentos e cinquenta &#8211; miniterremotos que aconteceram no parque de Yellowstone desde a última sexta (26/12) que podem estar ligados ao supervulcão dormente que existe no parque.</p>
<p>Para aqueles que desconhecem o que é um supervulcão, onde exatamente ele se localiza no parque Yellowstone o que isso pode significar para toda a raça humana, vamos a um <em>momento National Geographic</em> com uma transcrição do excelente livro <em><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1090257/breve+historia+de+quase+tudo/?franq=167895">Breve história de quase tudo</a></em>, de Bill Bryson, com grifos meus:</p>
<blockquote><p>Na década de 1960, enquanto estudava a história vulcânica no Parque Nacional de Yellowstone, Bob Christiansen, do US Geological Survey, intrigou-se com algo que, estranhamente, não incomodara ninguém antes: ele não conseguia encontrar o vulcão do parque. Sabia-se havia muito tempo que Yellowstone possuía uma natureza vulcânica &#8211; daí todos os seus gêiseres e outras exalações vaporosas &#8211; , e os vulcões costumam ser bem visíveis. Mas Christiansen não avistava o vulcão de Yellowstone em lugar nenhum. A única coisa que conseguiu encontrar foi uma estrutura conhecida como caldeira.</p>
<p>Quase todos, quando pensam em vulcões, imaginam as formas cônicas clássicas de um Fuji ou um Kilimanjaro, criadas quando o magma em erupção se acumula em um monte simétrico. Esse tipo de vulcão pode se formar com uma rapidez impressionante. Em 1943, em Parícutin, no México, um camponês se surpreendeu ao ver um trecho de sua terra fumegando. em uma semana, ele era o proprietário aturdido de um cone com mais de 152 metros de altura. Depois de dos anos formara-se um vulcão com quase 430 metros de altura e mais de oitocentos metros de diâmetro ((Impressionante, não acha? Um vulcão surgir assim do nada. Na Wikipédia em inglês há mais informações e inclusive a foto do mesmo: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Par%C3%ADcutin">http://en.wikipedia.org/wiki/Parícutin</a>)). No todo, existem cerca de 10 mil desses vulcões intrusamente visíveis na Terra, com apenas algumas centenas deles extintos. Mas existe um segundo tipo de vulcão menos famoso, que não envolve a formação de montanhas. São vulcões tão explosivos que se abrem numa única ruptura poderosa, formando uma vasta cratera, a caldeira. Yellowstone obviamente era deste segundo tipo, mas Christiansen não encontrava a caldeira em parte alguma.</p>
<p>Por coincidência, justamente naquela época, a NASA decidiu testar algumas câmeras novas de grande altitude tirando fotografias de Yellowstone. Um funcionário atencioso enviou algumas cópias às autoridades do parque para que pudessem utilizar nos cartazes dos centros de visitantes. Assim que Christiansen pôs os olhos nas fotos, percebeu por que não fora bem-sucedido em suas tentativas: praticamente todo o parque &#8211; 9 mil quilômetros quadrados &#8211; era uma caldeira. A explosão havia deixado uma cratera com quase 65 quilômetros de diâmetro &#8211; grande demais para ser percebida no nível do solo. Em algum momento do passado, <highlight>Yellowstone deve ter explodido com uma violência bem além da escala de qualquer coisa conhecida pelos seres humanos</highlight>.</p>
<p><highlight>Yellowstone, ao que se revelou é um supervulcão</highlight>. Situa-se no alto de um ponto quente enorme, um reservatório de rocha pastosa que se eleva de pelo menos duzentos quilômetros sob a Terra. O calor do ponto quente é o que aciona todas as chaminés, gêiseres, fontes quentes e vulcões de lama. Abaixo da superfície existe uma câmara de magma com 72 quilômetros de diâmetro &#8211; mais ou menos da mesma dimensão do parque &#8211; e treze quilômetros de espessura no ponto mais espesso. Imagine uma pilha de TNT com mais ou menos o tamanho de Rhode Island, elevando-se uns treze quilômetros no céu e atingindo os cirros mais altos: é sobre algo que os visitantes de Yellowstone estão pisando. A pressão que tal concentração de magma exerce sobre a crosca elevou Yellowstone e o território que o circunda, cerca de meio quilômetro acima da altura que teria normalmente. Se aquilo explodisse, o cataclismo seria inimaginável. De acordo com o professor Bill McGuire, da University College de Londres, &#8220;não seria possível permanecer nem a mil quilômetros daquilo&#8221; enquanto estivesse em erupção. As consequências posteriores seriam ainda piores.</p>
<p>[...]</p>
<p>Desde a sua primeira erupção conhecida, 16,5 milhões de anos atrás, Yellowstone explodiu cerca de cem vezes, porém as três erupções mais recentes são as mais descritas. A última erupção foi mil vezes maior que a do monte Saint Helens ((Conheça mais sobre o Mount St Helens  na Wikipédia: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mount_Saint_Helens">http://en.wikipedia.org/wiki/Mount_Saint_Helens</a>)) ; a penúltima foi 280 vezes maior; e a penúltima foi <em>tão</em> grande que ninguém sabe ao certo quão grande foi. Foi pelo menos 2500 vezes pior que a do Saint Helens, e talvez 8 mil vezes mais monstruosa.</p>
<p>Não há termos de comparação. A maior explosão dos tempos recentes foi a de Krakatoa ((Sobre o vulcão Krakatoa, em inglês: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Krakatoa">http://en.wikipedia.org/wiki/Krakatoa</a> )), na Indonésia, em agosto de 1883, produzindo um estrondo que reverberou ao redor do mundo por nove dias e agitando as águas até o canal da Mancha. <highlight>Mas se imaginarmos que o volume de material ejetado de Krakatoa teria o tamanho de uma bola de golfe, a maior das explosões de Yellowstone teria o tamanho de uma esfera atrás da qual poderíamos nos esconder</highlight>. Nessa escala, a dos monte Saint Helens não seria maior que uma ervilha.</p>
<p>[...]</p>
<p>E ainda nem falamos das consequências climáticas. a última erupção de um supervulcão na Terra foi em Toba, no norte de Sumatra, 74 mil anos atrás ((Saiba mais: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lake_Toba">http://en.wikipedia.org/wiki/Lake_Toba</a>)). Ninguém sabe sua extensão; sabe-se apenas que foi colossal. Os núcleos de gelo da Groenlândia mostram que a explosão de Toba foi seguida de pelo menos seis anos de &#8220;inverno vulcânico&#8221; e só <span style="text-decoration: line-through;">Deus</span> sabe de quantas estações de más colheitas. <highlight>Acredita-se que o evento possa ter deixados os seres humanos à beira da extinção, reduzindo a população global a nada mais do que alguns milhares de indivíduos</highlight> (na Wikipédia se diz ter exterminado entre 60% e 75% dos seres humanos). [...]</p>
<p>Os geólogos perceberam que somente uma coisa poderia causar tal fenômeno: uma câmara de magma inquieta. Yellowstone não abrigava um supervulcão antigo, e sim um ativo. Também mais ou menos nessa época eles conseguiram calcular que o ciclo de erupções do parque era de, em média, <highlight>uma explosão gigantesca a cada 600 mil anos. O interessante é que a última ocorreu há 630 mil anos. Yellowstone, ao que parece, está com o prazo vencido</highlight>.</p></blockquote>
<p>Um documentário da BBC estima que no caso de uma erupção do Yellowstone, praticamente toda a vida animal e vegetal no continente seria exterminada. Não há meios de prever por quanto tempo haveria o &#8220;inverno vulcânico&#8221;, mas sua extensão seria medida em anos. Um &#8220;inverno vulcânico&#8221; é a redução da temperatura causada por <em>cinzas vulcânicas</em> e <em>ácido sulfúrico</em> obscurecendo o Sol e diminuindo o albedo (aumentando assim a reflexibilidade da Terra). Colheitas seriam prejudicadas, sem falar na economia, extremamente dependente de importações. Mergulharia a população mundial em um crise climática e econômica digna de uma distopia. Assustador no mínimo.</p>
<p>Agora, com os últimos 250 mini-terremotos, <em>talvez Yellowstone queira tirar o atraso</em>. Comemorem a passagem de ano como se fosse a última &#8211; vai que vocês acertam!</p>
<p><small>Algumas fotos do Parque:</small></p>
<p><a title="Bison swimming the Yellowstone river" href="http://www.flickr.com/photos/51773490@N00/3144588076/" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3253/3144588076_f947c7be35.jpg" border="0" alt="Bison swimming the Yellowstone river" /></a><br />
<small><a title="Attribution-NonCommercial-ShareAlike License" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.0/" target="_blank"><img src="http://1001gatos.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" border="0" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> crédito: <a title="Strilejenta" href="http://www.flickr.com/photos/51773490@N00/3144588076/" target="_blank">Strilejenta</a></small></p>
<p><a title="Illegal parking, Trout Creek, Hayden Valley, Yellowstone" href="http://www.flickr.com/photos/51773490@N00/3143760077/" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3251/3143760077_1a6849c4d7.jpg" border="0" alt="Illegal parking, Trout Creek, Hayden Valley, Yellowstone" /></a><br />
<small><a title="Attribution-NonCommercial-ShareAlike License" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.0/" target="_blank"><img src="http://1001gatos.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" border="0" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> crédito: <a title="Strilejenta" href="http://www.flickr.com/photos/51773490@N00/3143760077/" target="_blank">Strilejenta</a></small></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/9465588@N05/3142238637/" title="Reflection at YellowStone" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3283/3142238637_0c428ca370.jpg" alt="Reflection at YellowStone" border="0" /></a><br /><small><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" title="Attribution License" target="_blank"><img src="http://1001gatos.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> crédito: <a href="http://www.flickr.com/photos/9465588@N05/3142238637/" title="kashyap_hc" target="_blank">kashyap_hc</a></small></p>
<p class="note"><strong><em>Bibliografia:</em></strong> <strong>Bryson, Bill</strong>, <em><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1090257/breve+historia+de+quase+tudo/?franq=167895">Breve história de quase tudo</a></em>, Cia das Letras</p>
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