Trecho de “O Jogo da Amarelinha” de Júlio Cortazar
“…A idéia é que a realidade, seja da Santa Sé, a de René Char ou a de Oppenheimer é, sempre uma realidade convencional, incompleta e dividida. A admiração de alguns caras diante de um microscópio eletrônico não me parece mais fecunda que a admiração das porteiras pelos milagres de Lourdes. Acreditar naquilo que chamam de matéria e acreditar naquilo que chamam espírito, viver em Emmanuel ou seguir cursos de Zen, ver o destino humano como um problema econômico ou como um puro absurdo, a lista é longa, a escolha múltipla…”
Muito parecida com a ontologia discordiana. Mais em “O Jogo da Amarelinha” livro em si já é quase (ou totalmente) um jogo.
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A vida é um jogo, os dados estão em nossas mãos. Lamento é a tabuleta não ser plana…
Continue escrevendo, vivendo e crescendo! Seres humanos prescisam de seres humanos!