Você não é feliz? Culpe seus genes por isso

Cientistas acabam de anunciar a melhor desculpa para a falta de felicidade: “São seus genes”.

De acordo com uma pesquisa divulgada recentemente, de 1/3 a 1/2 de sua felicidade possui causas genéticas ou características da personalidade da pessoa.Segundo Richard Lucas, líder do estudo, “Isto não quer dizer que as pessoas que são felizes agora, serão felizes no futuro.Mas, aquelas que estão infelizes hoje, inevitavelmente estarão infelizes no futuro”.

ÿ a ciência quebrando o mito de que todos devemos buscar a felicidade e que todos podem ser felizes. Podem notar, a felicidade das pessoas independe do que lhe acontece: Eu conheço pessoas que passam pelas piores dificuldades financeiras, emocionais, parentes morrem, mas eles continuam felizes, com um grande sorriso estampado no rosto.Olhe para mim, sempre refletindo.Somente ganho elogios das pessoas, ganhei prêmios de melhor aluno e não sei se posso dizer que eu me senti feliz, no máximo fiquei contente.

ÿ tudo uma questão de química cerebral: você nasce com um bando de genes que dizem que sua taxa do neurotransmissor que cria a sensação de felicidade e prazer e pronto.Você vai frustrado toda a sua vida.Algo que os cientistas devem estar deixando passar mas ainda gerará alguma pesquisa, isto é, se ela já não estiver em andamento é a associação de indivíduo menos felizes com a tarefa de pensar, com a reflexão.Aristóteles, em uma época onde os genes ainda não eram egoístas,associava essa tristeza a um modo de vida necessário ? reflexão e para a filosofia. Goethe (se lê Guêtê), dizia que essa era a doença de pensar.

Leia:
O Demônio do Meio Dia
O Gene Egoísta
Genes: Uma Investigação Filosófica

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2 comentários para “Você não é feliz? Culpe seus genes por isso”

  1. Tiago Madeira disse:

    … e Vinícius de Moraes dizia que a tristeza é necessária pra fazer um samba.

    A ciência é egoísta, os cientistas são muito bobos. Eles formulam uma hipótese. Aí fazem um experimento. Já que dá certo pra amostra deles eles acham que é verdade. E há muitas coisas sobre as quais não se sabem que eles afirmam com a maior certeza. E o povo em geral acredita como se a ciência fosse a coisa mais exata.

    Sabe o que é exato? A matemática. Porque mesmo se Deus destruir o mundo, o Sol explodir, qualquer coisa do gênero; e o Sol não nascer amanhã (coisa que parece óbvia, porque observamos todos os dias acontecer e temos “certeza” de que vai acontecer amanhã), a matemática continuará sendo verdadeira, porque ela é bem definida. O problema é que a matemática não é tão importante, porque ela não se preocupa com tudo o que vemos, não acredita nos nossos sentidos, simplesmente é o que existe, é o que é lógico e o que conseguimos construir e demonstrar, provar que pra tudo é certo. No caso da ciência, nada é provado – porque tudo são só modelos, amostrar.

    Por exemplo, aquela lei que chamamos de teorema de Pitágoras é verdadeira. ÿ sempre verdadeira. Ela não é nem um pouco importante, mas é verdadeira.

    Já a teoria da evolução não passa de teoria. A teoria de o Sol estar no centro do nosso sistema, a lei da gravidade, o fato do universo ser infinito, etc, etc, etc, não passam de teorias.

    Daqui a um tempo pode vir um cara que dirá que tudo isso que acreditamos hoje é mentira e que vai dizer que na verdade o Sol não é um astro, é uma colagem num plano chamado céu que fica girando em torno da Terra e da Lua. E se ele tiver um bom argumento, algo que fure a teoria que acreditamos hoje, todo mundo dirá: esse cara é sábio, vamos segui-lo, veja que raciocínio exato ele teve.

    De fato, o raciocínio é exato, porque ele provavelmente vai usar induções e fórmulas matemáticas; mas SEMPRE é baseado num modelo e é resolvido a partir de uma hipótese, que ele já acredita desde o princípio ser correta. Não creio que toda a experiência científica seja algo que devemos acreditar tão veemente. Até porque a ciência ? s vezes (quase sempre, na verdade) é bem absurda; ela trabalha com coisas que é preciso muita imaginação pra fazer existir. Assim como a religião.

    Prefiro não acreditar em nada. Fanatismo, pro lado da ciência ou pro da religião, não nos ajuda. Precisamos começar do 0, sem crer no que aparentemente “existe”.

    Acho que fugi um pouco do tema do post. hueaheuaueah
    Me empolguei… Mas, concluindo, prefiro acreditar nos velhos filósofos do que nesses cientistas, a lógica deles, baseada nas minhas experiências pessoais, faz mais sentido pra mim.

    Em geral, os cegos é que são mais felizes.

  2. Ricardo disse:

    Oh porra, se é para ser assim para sempre, então vou me suicidar! Se os genes condenam-me à eterna infelicidade, então o que eu faço aqui?! Que espeança posso ter? Mais vale acabar logo com esta agonia. Para que viver para ser infeliz? Isto só vale a pena se for para estar bem porra!

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